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Vai levar o pet para a praia? Veja uma lista de 20 itens necessários para levar na viagem

Vai levar o pet para a praia? Veja uma lista de 20 itens necessários para levar na viagem

Verão está quase aí! É quando a família troca a cidade pela praia. O cão vai junto? Preparei uma lista de 20 itens que podem parecer banais, mas que fazem uma diferença danada na viagem com o pet.

Confira:

1. Coleira de identificação

Use no pescoço de seu pet, com seu nome e telefone. Coloque sempre código DDD.

2. Soro fisiológico

Areia, arranhão, vento forte. Um olho irritado pode se acalmar com uma boa borrifada de solução fisiológica. Dê preferência para tubos plásticos em vez do vidro. A embalagem facilita fazer jato de pressão.

3. Tesoura pequena

Um emaranhado de pelos atrás da orelha ou no peito pode ser prato cheio para ácaros e fungos. Dessa forma você está limpando a área que precisa ser ventilada.

4. Lenços umedecidos

Para qualquer ferimento em qualquer parte do corpo.

5. Luvas descartáveis

Essas que você compra em farmácia. Seu pet pode se machucar feio e manipular o ferimento com as mãos nuas pode afetar sua pele.

6. Compressas de gaze

7. Atadura

8. Algodão

9. Esparadrapo de largura média

A partir de 3 cm está bom. E não vai fazer efeito se seu mascote tiver pelo, daí a necessidade das compressas de gaze, ataduras ou algodão.

10. Termômetro

Se precisar ligar para o veterinário e pedir orientações, ele vai perguntar se seu mascote está com febre. E não é pelo nariz frio que você vai saber. Assim, compre um termômetro para ser de uso exclusivo de seu mascote.

11. Shampoos específicos para pets

Leia na bula qual é o mais adequado para seu mascote no momento (com antipulga, pelo longo ou curto, etc).

12. Escova

13. Ferramentas de banho e tosa

Para quem faz a higienização em casa, não esquecer rasqueadeiras e pentes. Quem tem pet peludo sabe que basta um mês sem asseio para ele parecer uma estopa de caminhão.

14. Boné

Seu pet aceita boné? Use e abuse!

15. Filtro solar

Principalmente no nariz!

16. Bom estoque de ração

Não é na praia nem na serra que você vai trocar a alimentação. Se não a levou, talvez consiga em um pet shop local, talvez não. Leve na viagem a comida de seu cachorro porque trocar alimentação pode resultar em diarreia.

17. Pomada para assaduras

Não quer dizer que seu pet vai ficar assado, mas dependendo de onde você estiver, até receber ajuda profissional, a pomada umedece e protege o local do sol e ressecamento.

18. Não esqueça do cobertor ou da casinha de seu pet

Levar a cama e colocá-la no local onde o pet vai dormir já é uma boa maneira de mostrar onde será o cantinho dele na casa de férias.

19. Brinquedos

Da mesma forma, estar do lado de sua bolinha ou boneca preferida traz conforto ao mascote.

20. Remédio para vômito e dor

Faça um check up em seu pet antes das férias. Assim fica mais fácil você não esquecer dos remédios básicos orientador por um profissional da saúde. Dentre eles estarão medicamentos para vômitos e dor. Havendo necessidade, você pode perguntar por telefone a dose e frequência da medicação sem ter que procurar uma farmácia em local distante.

E, por fim, esteja de posse do telefone de uma clínica veterinária no local para onde você vai viajar. Também não esqueça de ter em mãos o número do médico do seu mascote.

Boas férias!

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Parvovirose canina: conheça a doença e saiba como se prevenir

Parvovirose canina: conheça a doença e saiba como se prevenir

O nome tem fama e as consequências dela também. A parvovirose é uma doença canina de alta letalidade que pode comprometer a chegada dos próximos cachorros que você levar para casa, já que o vírus fica no ambiente. Apesar de alguns cães conseguirem sobreviver à doença que destrói sua mucosa intestinal, o vírus pode permanecer no local por um longo tempo.

É possível depois da parvovirose você ter outro cachorro, mas desde que tomadas algumas precauções. Umma delas é lavar tudo, mas TUDO que pertencia ao antigo cão. Veja dicas:

Use hipoclorito de sódio (Alvex, Cândida, Clorofina). Deixe de molho por 30 minutos e seque ao sol antes de enxaguar aquilo que você não vai se desfazer;

Pet shops também dispõem de um produto com odor menos marcante que o hipoclorito. O quaternário de amônia, embora mais caro, é outra opção de desinfetante para uso doméstico quando a residência albergou algum animal com virose;

Se possível, a melhor opção é descartar camas e utensílios que pertenciam ao antigo cão;

Se seu pet dormiu na sua cama, lave toda a roupa e deixe secar ao sol forte.

Saiba que o vírus é altamente resistente no ambiente e pode realmente sobreviver durante anos. Contudo, ele tem sensibilidade ao calor, razão pela qual locais que pegam sol têm mais chances de eliminar o vírus do que aqueles mais úmidos.

Da mesma forma, ambientes com terra também se mostram mais difíceis de desinfetar que a alvenaria. Isso acentua a necessidade de seu mascote só viver nesse local depois de estar imunologicamente bem preparado para isso.

Imunidade

Saiba que vacinar seu pet com as doses recomendadas é outro item muito importante que não pode ser negligenciado. Além disso, cabe salientar que um cachorro começa a desenvolver sua própria imunidade a partir dos quatro meses de idade. Por essa razão, mesmo tendo recebido as doses, é prudente esperar mais algum tempo antes de levá-lo à moradia de um animal outrora enfermo, pois quando mais idade tiver o animal, mais distante se torna o fantasma da parvovirose.

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Vai viajar de carro e levar o cachorro junto? Veja dicas para minimizar os problemas com enjoos

Vai viajar de carro e levar o cachorro junto? Veja dicas para minimizar os problemas com enjoos

Feriado chegando, planos de viajar, até que alguém finalmente pergunta: e o cachorro, vamos levar?

A dúvida faz sentido, ainda mais para quem descobriu na última experiência que o cão de-tes-ta viagens longas. Mas por que, justamente nas férias, o cachorro resolveu enjoar?

A resposta é simples: uma coisa é o passeio pela cidade, da casa ao petshop, a até 60 km por hora;  outra bem diferente é a estrada, cheia de curvas, ultrapassagens e calor, muito calor.

Quer tentar mais uma vez viajar com o cachorro junto? Veja algumas dicas para evitar que ele chegue ao destino desidratado e precisando de ajuda:

  • Mantenha a velocidade do carro constante;
  • Evite curvas, acelerações e ultrapassagens forçadas;
  • Nada irrita mais um pet já enjoado do que aquela puxadinha irritante e insistente do carro para a esquerda para ver se vai dar para fazer ultrapassagem;
  • Mantenha o interior do carro sempre bem ventilado;
  • Não deixe seu pet em um cantinho espremido. Dê espaço para ele respirar;
  • Evite música;
  • Não forneça água no horário de saída, mas até uma hora antes. O mesmo vale para alimentação;
  • Viaje nos horários de menor incidência de raio solar e com menos movimentação de carros.

Outras estratégias para pet que enjoam em viagens

  • Paradinhas nos pontos de S.O.S sempre restauram um cão enjoado, ainda mais se for para fazer xixi e caminhar um pouco;
  • Porém, NUNCA, saia do carro sem a guia de contenção, para seu pet não ser atropelado;
  • Forre o banco de trás do carro com material impermeável. Na falta, vale toalhas, e leve uma sacola plástica bem vedada em caso de ter de remover tecido sujo de vômito;
  • Lembre que odor forte pode causar mal estar nos passageiros e no próprio pet, que talvez vomite ainda mais.

Mesmo tomando esses cuidados, para alguns cães o carro ainda pode ser sinônimo de martírio. Mas se você faz questão de ter o mascote com você na praia, é interessante conversar previamente com o veterinário dele, para saber qual medicação levar a dose a ser administrada em caso de pane canina.

E por fim, é fundamental fazer da experiência de viajar em automóvel algo agradável ou menos assustador para seu pet, e manter o bem-estar dele durante o trajeto já é uma forma de começar bem o verão.

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Cachorro ou gato? Como escolher o ideal para mim?

Cachorro ou gato? Como escolher o ideal para mim?

Cão ou gato? E agora, qual é a melhor opção para os marinheiros de primeira viagem? Qual seria a escolha ideal de mascote para quem teve nada ou pouca experiência com pets?

Quem está pensando em ter uma companhia animal pode estar se debatendo com essas perguntas. Você pode recorrer a amigos e parentes, observar um pouco mais a rotina de quem tem bichos em casa, mas ainda assim prossegue soberana a dúvida de qual o animal melhor vai se adaptar à sua rotina.

Com pelo ou sem? Grande ou pequeno? Agitado ou mais paradão? Quem sabe um gato de pelo curto? Mas um cachorro de pelo longo sabe ser interessante…

Quer uma ajudinha? Abaixo uma tabela que pode ser útil para esclarecer algumas dúvidas:

tabela pets

As observações acima não passam de sugestão. Há quem tenha perfil para cachorro, mas se descobre um apaixonado pelo par de olhos verdes enigmático de um gato. Vai de cada um. É bater o olho e sentir: é esse aqui.

Foto: Pexels

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Mas não tenha vergonha de visitar um potencial mascote no abrigo, tocar na cabeça dele, deixá-lo mordiscar a ponta de seus dedos. O que vale também é a interação. Não esquecendo que, independente da escolha,  vocês deverão, juntos, construir uma vida regada a respeito, tolerância e boa companhia.

Para quem ainda observa a vida alheia, lembre-se sempre que o que vale para um não necessariamente serve para outro. A pergunta seguinte é se o seu dog  será tão obediente e amável como é o poodle da vizinha. E para saber mesmo, só levando mascote para casa.

Ainda na dúvida? Quem sabe entre naquela livraria e procure saber um pouco mais sobre as necessidades e rotina de quem está na sua lista de preferência?

Boa sorte com sua intuição!

Foto: Pexels

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Grávidas podem conviver com animais de estimação? Veja algumas recomendações

Grávidas podem conviver com animais de estimação? Veja algumas recomendações

Basta a mulher anunciar que está grávida para surgir a desconfiança e preocupação com os animais de estimação. Existe a teoria de que o inocente mascote pode ser um vetor de doenças para ela e o bebê.

A suposta possibilidade traz desconforto e às vezes até existe uma certa pressão da família para que a mais nova gestante do pedaço esqueça temporariamente que tem um animal de estimação. Mas a decisão pode deixar a jovem mãe ressentida: como assim? Vou ter que doá-lo?

Antes de pedir emprestado um quartinho na casa da mãe, é necessário esclarecer se a presença do pet é ou não prejudicial para a grávida.Embora os mais conhecidos temores quando se fala do assunto sejam em relação a gatos e toxoplasmose,  o receio de que um animal prejudique a gestação se deve mais pela desinformação do que pelo risco propriamente dito.

Cabe lembrar que bastam alguns exames sorológicos (de sangue) e a orientação de um veterinário para que o processa se desenvolva sem danos. Pelo contrário! Mulheres que têm cães ou gatos podem ter bons momentos de relaxamento ao deitar no sofá ao lado deles, por exemplo.

Foto: Pexels

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Se em poucos meses a casa vai estar de pernas para o ar, o animal não deixa de ser uma forma de manter a constância. Mas um animal é mais uma atribuição, mais um compromisso para a jovem mãe que vai se afogar em meio a tantos afazeres com o bebê, certo? Não necessariamente. O cão pode ser a sutil lembrança de que a vida continua  e não há razão para tomar atitudes precipitadas ou trocar os pés pelas mãos apenas porque um bebê está a caminho.

No entanto, algumas recomendações se fazem necessárias. Veja algumas:

  • Para quem estava pensando em ter um mascote, realmente não é hora de buscar um animal em um abrigo. Não se sabe a que doenças ele pode ter se exposto  nos últimos dias;
  • Para quem já tem animais em casa, seus mascotes podem eventualmente aparecerem enfermos, mas existem doenças específicas de cães, como cinomose e parvovirose, que não afetam humanos;
  • Já quando o assunto é  leptospirose e raiva, estamos falando de zoonoses, e estas sim podem se desenvolver no organismo dos seres humanos. Mas também não é com um estalo de dedos que esses microorganismos terão acesso a animais criados em casa, criaturas que oferecem risco quase zero à saúde da mulher gestante.
  • Se a tutora é daquelas que beija, abraça e dorme com seu cachorro, alguns cuidados de higiene extras seriam interessantes de serem observados no período gestacional.

Quer ter 100% de segurança que seu pet é inofensivo à sua saúde? Veja abaixo algumas dicas que podem deixar o fantasma da zoonose longe da gestação da tutora:

  • Evite levá-lo para lugares desconhecidos, como acampamento na Serra. Ele pode ser mordido por outros animais  animais silvestres que podem albergar doenças;
  • Não traga cachorro de rua para casa nem por tempo determinado;
  • Não permita que ele cheire outros cachorros em um parque ou praça;
  • Reforce a vacinação assim que souber da gestação;
  • Extermine pulgas e carrapatos;
  • Faça um check up no veterinário e verifique a possibilidade de fazer um tratamento para desvermifugação;
  • Evite deixá-lo em hospedagens;
  • Mantenha-o com pelo baixo e sempre limpo;
  • Acabe com as pulgas no quintal.

Tosar seu pet semanas antes do parto também pode ser interessante. Isso quer dizer menos espirros e menos idas ao petshop (lugar que pode receber animais enfermos), além de menos gastos e preocupações acerca da higiene dele. Depois de o bebê nascer, a mulher pode se perder um pouco com a nova rotina e, por algumas semanas, não vai ter tempo de cuidar do pet com a mesma assiduidade e pode ser o momento de pedir aquele quarto emprestado, lembra?

Mas não se culpe se for essa a opção por alguns dias. Cada mulher tem seu ritmo de adaptação e afastar seu pet para depois recolocá-lo na rotina pode ser um ato de afeto.

E não é apenas no período da gestação que se recomenda esses cuidados com a saúde e a higiene do mascote. Levando em conta que há um bebê em casa, é interessante estender por mais tempo os cuidados recomendados antes do parto. Familiarizada com a nova situação, a mulher lentamente começa a voltar sua atenção para o mascote, animal que vai crescer junto com seu filho, de quem será o melhor amigo e protagonista de inesquecíveis momentos em família.

Foto: Pexels

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