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Leia estas dicas antes de presentear seu filho com um animal de estimação no Natal

Leia estas dicas antes de presentear seu filho com um animal de estimação no Natal

Final de ano, em muitas famílias, a mesma história se repete. O que não veio na Páscoa nem no aniversário ganha reforços com a chegada do Natal. Isso, acrescido de bom comportamento e bom desempenho na escola, se mostra argumento mais do que suficiente para pais e mães se curvarem aos insistentes pedidos do filho que há horas implora pelo animal de estimação.

Até aí tudo bem. De acordo com Heloísa Fischer Meyer, médica psiquiatra da infância e adolescência, um bichinho pode trazer algumas vantagens para o público infantil. A tolerância à frustração, aprender a lidar com a morte, a respeitar os limites dos outros e até mesmo a dividir são alguns desses benefícios. A questão é quando os pais, por não terem muita afinidade com animais, acabam protagonizando uma cena que não é tão rara nos consultórios veterinários algum tempo depois: dá pra vocês ficarem com o cachorro? O Joãozinho não está cuidando dele.

Um dos maiores motivos que levam o animal a doação, seja ele de raça ou trazido de um abrigo, é quando um adulto, refratário à presença do cão ou gato, chega ao seu limite de tolerância do animal. Isso pode acontecer meses ou anos depois, com o cuidado da alimentação e higiene do mascote dos filhos. Estes que ganharam o tão sonhado animal de estimação sob a condição de ajudar a cuidar dele.

Se estamos falando de um adolescente, talvez o combinado tenha efeito prático, mas, segundo a especialista, um dos maiores erros é exigir de uma criança a responsabilidade de gerir os cuidados de seu pet. Heloísa salienta que pode ser exigido sim uma parcela de esforço do tutor mirim, mas desde que isso se enquadre em suas capacidades.

– O dever da criança é brincar com seu mascote e dar carinho. Passear na rua, banho e alimentação é responsabilidade de adulto. O pior que os pais podem fazer é doar o animal e dizer que isso se deve pelo fato de a criança não ter cuidado dele – enfatiza Heloísa.

Embora a maioria das famílias simpatize com a ideia de dividir o teto com um animal de estimação, deve-se ter em mente que a chegada de um mascote nas vida das crianças é, sim, mais uma tarefa para os adultos. E se o pai ou a mãe realmente não aprecia as responsabilidades que vem junto com o animal, o jeito talvez seja esperar os filhos crescerem. Mas enquanto esse dia não chega uma maneira de tangenciar o desejo é brincar com o cachorrinho na casa da vovó, “pedir emprestado” o gato da tia, visitar com maior freqüência o amiguinho que tem cachorro. É um contato harmonioso que exige bem menos comprometimento dos pais, não magoa os filhos, e, principalmente, não compromete o bem-estar do animal, que ganha a chance de ser adotado por uma família que o acolha com afeto pelo resto de sua vida.

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Vai viajar com seu pet? Atenção às regras e documentos

Vai viajar com seu pet? Atenção às regras e documentos

Pet na janela só fica bem em foto. É preciso acondicioná-lo em caixas ou adaptador ao o cinto de segurança (Foto: Pexels)

Já falamos aqui, nas férias de julho, que quem quisesse levar seu pet para passar o Révéillon no exterior, dependendo do país, talvez tivesse de fazer exames de sangue já no mês de setembro com vistas àquele período. Mas o inverno é uma estação distante demais para se pensar o que fazer no final do ano, e por isso que só agora, com o Natal chegando, é que bateu aquela vontade de ir de mala, cuia e pet fazer uma visita-surpresa para a irmã que mora há 700 quilômetros de distância da família.

O bom é que o Brasil é bem grande e muitos podem ser os destinos para os pets sem grandes burocracias. O tutor precisará sempre portar a carteira de vacinação antirrábica em dia acompanhada pelo atestado de um médico veterinário, credenciado pelo Conselho Regional de Medicina Veterinária, que tem validade de até cinco dias. Ou seja: na hora de voltar, se ultrapassar esse período, você deverá procurar um profissional na cidade onde estiver para um novo atestado. Não é exagero, é questão de zoonose, de saúde pública os animais viajarem sem oferecer riscos à população, razão pela qual essas regras não podem ser negligenciadas.

* Ônibus

Quem vai se deslocar de ônibus para outra cidade deve acondicionar o mascote em uma caixa de transporte adequada para seu tamanho. É necessário se informar junto à empresa quais são regras específicas sobre transporte animal (peso e tamanho) porque pode variar centímetros de uma para outra. De qualquer forma, o pet não embarca sem os documentos descritos acima.

* Carro

Mesmo estando dentro de seu automóvel, você deve acondicionar seu gato em uma caixa de transporte, o mesmo valendo para cães de pequeno porte. Se seu mascote é de raça grande, é permitido levá-lo no banco de trás, desde que devidamente protegido pelo adaptador de cinto de segurança que você encontra em lojas do ramo.

* Avião

Informe-se, e com muita antecedência, sobre as regras da companhia que se pretende viajar por que pode incluir até mesmo a necessidade de sedação. Seu pet pode até viajar na cabine, também acondicionado em caixa de transporte, mas existem restrições sobre essa possibilidade e não costuma ser mais de um pet por vôo, lembrando que a prioridade são cães de serviço, como cães-guia.

Lembrando que:

Os países do Mercosul permitem o trânsito de animais com o Passaporte para Cães e Gatos, um documento emitido pelo Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (MAPA) que contém todos os dados do animal que deve ser chipado antes de deixar o Brasil. Países como Uruguai e Paraguai estão atentos para a leishmaniose, doença para a qual os cães brasileiros precisam apresentar exame sorológico negativo.

O atestado de saúde têm validade até o aeroporto internacional e o despacho é realizado pelos fiscais do MAPA, órgão que está aberto para esclarecer dúvidas através de agendamento, uma maneira segura de buscar informações sobre as exigências sanitárias de outros países. Para a União Europeia, por exemplo, os trâmites antes de deixar o Brasil podem demorar quatro meses para ser concluídos, tempo bem menor se o país de destino for o Canadá ou os Estados Unidos.

Mais informações, clique aqui.

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Outras frutas que seu pet pode consumir

Outras frutas que seu pet pode consumir

As leitoras pediram, e a gente foi atrás da continuação. Depois do sucesso do primeiro post publicado aqui no blog sobre frutas para animais, a especialista em nutrição animal Geruza Silveira Machado separou mais umas frutinhas para fazer a alegria de nossos pets. Mas atenção! Nem todas são benéficas, e moderação continua sendo a chave da boa alimentação. 

Além de laranja, tangerina e mexerica, banana, maçã e coco, saiba mais sobre estas frutinhas a seguir:

Mamão
Fruta com alta palatabilidade, o mamão é fonte de vitamina A e C, cálcio, ferro, potássio e fibras, este último facilitando a digestão, mas evite fornecer em grandes quantidades porque pode causar diarréia no cão. Ofereça sem a casca e sem sementes.

Melancia
Ótima para hidratação dos cães, a melancia contém excelentes níveis de vitaminas A e C, além de bom nível de vitamina B6. Também é ótima fonte de potássio, mineral necessário para o equilíbrio de água encontrada dentro de cada célula. É fonte de fibras e de licopeno, que é um antioxidante, que ajuda a prevenir alguns tipos de câncer. Mas é importante lembrar que as sementes, por não serem digeridas pelo organismo dos animais, podem causar obstruções ou fazer mal, por isso o ideal é servir pedaços sem sementes nem casca.

Foto: Pixabay/Divulgação

Foto: Pixabay/Divulgação

Pera
A pera é uma fruta rica em Vitaminas C, A e do complexo B, além de ser rica em antioxidantes. Ela também é fonte do mineral Boro, cuja principal função é regular os níveis dos outros minerais dentro do corpo, como o cálcio, magnésio e o fósforo. Mas é importante lembrar que é necessário retirar as sementes.

Pêssego
O pêssego contém vitaminas e minerais como: Selênio, Cálcio, Fósforo, Potássio, Magnésio, vitamina C, Ácido Fólico, vitamina A, vitamina E, vitamina K, Tiamina, Niacina. Bastou, não. Ainda é rico em flavonóides e altos níveis de antioxidantes que ajuda a fortalecer o sistema imunológico. Lembrar de oferecer a fruta sem o caroço, pois este pode engasgar e contêm substâncias tóxicas.
Falando em tóxico, seguem aqui frutas que é melhor deixar longe de seu pet.

Abacate
Além de ser muito calórica, e favorecer ainda mais a obesidade de cães, o vilão fica por conta da persina, uma substância que pode causar transtornos gastrointestinais nos cães.

Carambola
Por apresentar quantidades de ácido oxálico insolúvel, pode prejudicar os rins com deposição de cálculos de oxalato de cálcio. Salivação, inapetência, vômitos, diarreia, prostração, fraqueza, tremores, presença de sangue ou cristais na urina e alterações da sede são alguns dos sintomas que podem aparecer nos cães após consumir essa fruta.

Lembre-se que todas as frutas devem ser oferecidas em porções moderadas, sem substituir a alimentação completa e balanceada. Quando forem oferecidas, devem ser ocasionalmente, como petiscos e sempre em pequenas quantidades.

Tenha sempre em mente que qualquer alimento em excesso pode fazer mal, mesmo no caso de frutas com tantos nutrientes e propriedades benéficas aos cães.

Na dúvida ainda? Escreva para: alimentacaoenutricaopet@gmail.com

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Frutas que seu pet pode (e deve) consumir

Frutas que seu pet pode (e deve) consumir

Verãozinho chegando e a alimentação saudável já fazendo parte do cardápio? Laranja picada, banana e maça no café da manhã até o final de veraneio.  E seu pet ali, sentado do seu lado, olhando para cima, com cara de cachorro pidão…

Nessa onda de que alimentos humanos não são  muito saudáveis para os pets – uva é considerada tóxica para o organismo canino – a zootecnista e doutoranda em Nutrição Animal, com ênfase em Cães e Gatos da UFRGS, Geruza Silveira Machado, destacou algumas  frutinhas que podem fazer parte da dieta de seu pet neste verão!

Frutas cítricas como laranja, tangerina e mexerica
Fontes de vitamina C, aquele que possuí efeito antioxidante, a ingestão dessas frutas ajuda a neutralizar os radicais livres. Por ser um agente redutor, a vitamina C facilita a absorção do Ferro que é essencial para homeostasia corporal e também ajuda a fortalecer o sistema imunológico porque aumenta a produção de glóbulos brancos, o que é interessante para prevenir doenças.

Foto: Pixabay, divulgação

Foto: Pixabay/Divulgação

Banana
A fruta rica em potássio também é ótima fonte de energia, principalmente para animais ativos. Ela tem muitas fibras e apresenta uma quantidade significativa de fruto oligossacarídeos, conhecidos como FOS, fibras prebióticas que auxiliam a função intestinal e o sistema imunológico.

Maçã
Além de fibras, a maçã é fonte de pectina(a pectina é uma fibra solúvel, fibra fermentável que melhora a saúde intestinal pois serve como alimento para bactérias benéficas) e também de polifenóis especialmente na casca. Os polifenóis,  depois de absorvidos, são metabolizados e atuam sobre os radicais livres, limitando os efeitos nocivos do estresse oxidativo. A ingestão dos polifenóis da casca da maçã pode suprimir a ativação das células T e evitar o desenvolvimento de infecções intestinais, patologia que pode aparecer quando os animais estão parasitados ou após ingerirem algo estragado, ou, mais raro, após a troca brusca de alimentação. Atenção que alergia alimentar também pode causar colites.

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Foto: Pixabay/ Divulgação

Coco
Contém albumina, aquela que se encontra nos ovos e é bom para a formação dos glóbulos vermelhos. A polpa de Coco também é rica em fibras que favorece a saúde intestinal. Para quem usa o óleo de coco, pode misturá-lo no alimento, forma mais certa de que os animais irão consumir seus componentes – ácido láurico, ácido cáprico e caprílico – que têm efeitos antibacterianos, antivirais e antifúngicos. Seu leve efeito antisséptico permite também o uso tópico podendo até mesmo ser aplicado em feridas.

O coco também é fonte de triglicerídeos de cadeia média (TCM) que não se acumulam sob forma de gordura, mas pelo contrário, são metabolizados de forma fácil e eficiente pelo organismo, gerando energia prontamente, uma fonte alternativa de energia para melhorar a função cerebral dos cães. Sua digestão independe da ação da bile e das enzimas pancreáticas, diminuindo a carga sobre fígado e pâncreas, por isso uma das gorduras mais indicadas para pets com histórico de doenças hepáticas, pancreatite, gastrite, duodenite e colite.

Em gatos, a oferta regular de óleo de coco na dieta ajuda a prevenir e até a eliminar bolas de pelos. Para um animal saudável é possível oferecer uma colher de chá por dia (normal não muito cheia e não muito rasa) podendo fracionar essa quantidade nas alimentações).

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Foto: Pixabay/Divulgação

Cabe salientar que frutas e verduras devem ser ofertadas com moderação para evitar diarreia devido a superalimentação e ou aumento de peso por ingestão de excesso de alimentos, o que pode provocar até mesmo obesidade. A oferta é em forma de petiscos e as porções devem ser proporcionais ao peso do cão.

A informação confundiu? Querendo entender um pouco mais da dieta de seu pet escreva para alimentacaoenutricaopet@gmail.com

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Por que você não deve dormir com seu pet

Por que você não deve dormir com seu pet

Dói, eu sei, mas a verdade tem de ser dita e dormir com o pet, embora nos faça sentir um pedaço do paraíso, pode não ser prudente para algumas pessoas.

Confira algumas das razões que justificam abrir mão do prazer de dormir agarradinho com aquela bola peluda que, para dificultar as coisas, também adora pular para cima de sua cama quando o sono se aproxima. Mas é aquilo: se conselho fosse bom, a gente vendia. Se você é doido por seu pet, esqueça as particularidades que a afastam da cama porque, afinal, o que importa mesmo é ser feliz!

1. Dependência

Você está solteira, mora com a mãe e seu trabalho exige muitas viagens? Hoje pode ser que nada disso seja realidade, mas você pode prever o futuro? Então facilite sua vida e crie um mascote mais independente pelo bem dele e o seu;

2. Higiene

Lembra aquele dia que seu pet rolou a valer na grama do parque? Pois é, e tomou banho depois? Provavelmente não, lamento informá-la mas o risco de você ter levado para sua cama coliformes fecais não é pequeno, e se seu pet dorme no seu travesseiro, aí já viu. Cama pode se tornar um albergue de ácaros, fungos e pulgas.

3. Sono interrompido

Pet na cama pode ser sinônimo de sono “leve”. O medo de rolar em cima do animal, ou o mexe-mexe da troca de lugar impede que você mergulhe a fundo no merecido repouso ficando sempre no limiar do bom sono. Você não percebe, mas está atenta a toda movimentação e ruídos de seu pet, o que pode afetar negativamente a qualidade do sono o que é potencializado naqueles que já têm problemas para dormir ou que sofrem insônia.

4. Desconforto

No inverno pode ser interessante você ter um animal com dois graus a mais de temperatura corpórea, sensação que já não é tão bem vinda assim nos meses de verão. Só que seu pet, acostumado ao mimo, não quer saber em que estação estamos e se for afastado da cama, nos dias quentes de verão, pode se sentir ressentido;

5. Fisiologia

Vocês tem ritmos cardíacos distintos e sensibilidades diferentes ao frio e calor. Enquanto você precisa de um ar condicionado bem em cima de sua cama nos meses quentes, seu pet pode passar a noite toda espirrando por conta disso.
Falando em espirros, atenção para quem sofre de rinite pois pode acordar com o nariz entupido.

6. Acidentes

Não pense que é raro. Tem pet que se fere feio com dono rolando acidentalmente por cima, mas o mais comum é ele, o dono, levar aquela mordida de um animal que acorda assustado e com dor, e por causa disso não distingue, na escuridão da noite, que aquela coisa que estava na sua frente era o rosto do dono;

Foto: Pexels

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Entendeu por que a maioria dos médicos condena a prática? Isso não quer dizer que você não possa compartilhar da cama com seu pet, mas esteja atento à higiene e sinais de alergia.

Ainda não está convencida a deixar o Totó do lado da cama? Então lembre que animais que dormem com seus donos tendem a ser mais possessivos, inseguros e até mesmo ansiosos, e se ele precisar ficar separado de seu dono ou se for necessária sua internação, sua recuperação poderá ser prejudicada se ele sentir sua ausência, sofrimento esse que também é um dos motivos para justificar criar um pet com mais autonomia.

Foto: Pexels

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