Por que nossos pets precisam de ração?

Para aquelas pessoas que viveram sua infância na década de 70 pode causar estranheza a grande quantidade de rações especializadas disponíveis no mundo pets. Naquele tempo, a alimentação do Rex se resumia ao resto do jantar da família e aos ossinhos recolhidos no churrasco da casa da vovó. Hoje, a vasta prateleira de alimentos destinados ao cães e gatos parece mais um apelo comercial do que realmente necessário. Aí vem a sequência de perguntas: como era antigamente? Cães selvagens comiam ração balanceada para manter o peso? E pelo jeito a comida não foi ruim porque chegaram gordos e fortes ao século XXI.

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De fato, cães e gatos de séculos atrás comiam carne, mas não apenas isso. A carne provinha de uma caça, uma presa inteira e isso inclui os ossos dela, o conteúdo de seus intestino, os olhos, o fígado, o que fazia da refeição algo mais nutritivo do que um pedaço de carne. No tempo em que oferecíamos apenas carne aos nossos cães e gatos, estávamos, na verdade, causando um desequilíbrio em relação a uma série de outros nutrientes não disponíveis na carne fresca. A falta constante de alguns nutrientes é fator desencadeante de muitas doenças nos animais que séculos atrás viviam tinham um tempo de vida bem reduzido se comparado aos pets de nossos dias.

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Ao longo dos anos, estudiosos se debruçaram não apenas nas necessidades das diferentes raças e períodos de desenvolvimento, mas também nas patologias dos mascotes. Animal obeso ou com tendência a cálculo renal e até à diabetes já contam com um aliado junto à alimentação. Isso justifica a variedade das rações comerciais cujo preço nunca agradou muito ao pagador da conta. Porém, se for colocado na ponta do lápis, as rações comerciais geram até economia ao proprietário facilitando, e muito, a vida dele. A começar pela estocagem e o tempo que se perdia para o preparo dos alimentos que agora dispensam o uso de complementos. Animais recebem alimento de qualidade e com diferentes sabores.

 

E para quem viveu a geração Bonzo e Papita, quando comer ração era um grande desafio à mandíbula dos pobres cães, um esclarecimento: hoje os grânulos são de tamanho compatível a cada fase do seu mascote que de quebra já ganha um bom aliado à limpeza de seus dentes e ao equilíbrio de seu intestino.

Nada de comida de gente pra vocês, ok?

Nada de comida de gente pra vocês, ok?

 

Mas atenção às dicas abaixo:

1. Esteja atento à marca e ao prazo de validade da ração que você compra para seu pet;

2. Mantenha a ração em local seco e ventilado e a despreze se a embalagem tiver sido molhada;

3. Feche bem o saco ou use potes plásticos específicos para esta finalidade;

4. Melhor comprar sacos fechados do que ração a granel. Não se sabe a validade e a higiene de estocagem do produto que fica exposto;

5. Um pet pode não se adaptar e até mesmo ser alérgico a algum componente do produto industrializado, o que causa diarreia; troque a marca antes de desistir da ração;

6. Respeite a lenta adaptação que se recomenda ao pet que vai trocar ou ser introduzido no mundo das comidas industrializadas;

7. Atenção especial aos filhotes recém desmamados; seus estômagos e intestinos são mais delicados e diarreias podem trazer conseqüências mais graves;

8. Qualquer dúvida quanto às rações industrializadas, seus componentes e benefícios, procure o SAC. As empresas costuma levar a sério as dúvidas de seus clientes.

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