Sua cadela deu cria? O que fazer com os filhotes

Os filhotes da sua mascotes chegaram! A ideia parecia divertida, a insistência dos filhos ganhou a simpatia dos pais e agora quatro carinhas fofas ficam olhando para você, que tem a difícil missão de selecionar apenas um entre eles para permanecer no lar. E agora?

Postar uma foto em um grupo do WhatsApp já faz com que apareçam candidatos para adotar os pequeninos, mas isso não diminui a responsabilidade da família em escolher não apenas o filhote que vai ter o privilégio de viver no local onde nasceu, mas também as pessoas que vão cuidar dessas criaturas que ganharam seu coração.

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O mais agitado, o mais gordinho, o mais calmo, o mais charmoso, aquele com uma mancha preta no pelo branco, o que corre atrás do rabo. São tantas particularidades que às vezes fica difícil bater o martelo. E o coração se aperta com a proximidade do dia em que os filhotes serão entregues para seus novos donos.

Foto: Pixabay

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Vamos lá, uma coisa de cada vez.

Ainda na dúvida de quem vai ficar na família?

Uma boa maneira de restringir essa escolha é se sua mascote foi castrada após o parto. Se isso não ocorreu, duas vezes por ano, mãe e filho se tornarão um casal e lá vem filhotes outra vez. Ficar com uma fêmea elimina esse problema, mas isso não quer dizer que não haverá disputa de território, mais tarde, entre as duas. Via de regra é tranquilo: mães e filhas desenvolvem brincadeiras, dormem juntas e se fazem companhia. O desafio é a mais velha aguentar a energia para brincadeiras da mais nova que não a deixará em paz.

Foto: Pixabay

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Se a ideia é esterilizar um deles, pode-se pensar em unir mãe e filho.
Se a família não está acostumada com um macho, talvez estranhe quando ele começar a marcar território e urinar em diferentes locais da casa. Um pouco mais de paciência e até mesmo um adestrador poderá orientar de perto como solucionar esse problema.

Se a dúvida permanecer, deixar os eleitos com a mãe por mais algum tempo é outra alternativa para verificar qual deles está melhor adaptado, o que acaba sendo bom para todos. Os irmãos que crescem juntos, se socializam. A mãe lentamente vai perdendo sua hegemonia e eles já não sentem a falta dela, o que ocorre por volta dos três meses de vida.

Foto: Pixabay

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Eleito o mascote? Agora é preparar os novos donos para receberem os filhotes. Quanto mais meses de vida, maior a independência e disposição para brincar e estabelecer vínculos com seus novos donos.

Mas quem vai cuidar de seu filhote?

# Quando sua mascote estiver com os filhotes ainda na barriga, pode acontecer de amigos já se candidatarem a ficar com um deles. Fique atento aos pedidos.
# Meio caminho andado para se entregar sem remorso o filhote é para uma pessoa adulta que goste (muito!) de animais.
# Procure saber o histórico da pessoa em relação a mascotes anteriores e o tempo de vida deles.
# Cuidado com mulheres que têm filhos! Eles podem ser as melhores candidatas ou as primeiras a se estressarem com as novas obrigações, o que vai fazer seu filhote trocar de dono rapidinho sem ter seus critérios de seleção para deixá-lo feliz em um lar saudável.
# Indicações de amigos também podem valer a pena.
# Evite entregar para estranhos. Você pouco ou nada sabe de seu histórico com animais e pode perder o vínculo com seu filhote, o que causa certa apreensão.

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