O que você precisa cuidar para que o Carnaval do seu animal seja tranquilo

A festa de rua mais aclamado do país, para boa parte dos pets, é um Réveillon sem os fogos de artificio. A movimentação dos donos, viagens e até visitas podem trazer uma atmosfera bastante semelhante àquela vivid no final do ano, ainda mais se tem o dono uma vida social ativa. Animal na praia, na cidade? Vamos lá. Aqui vai algumas situações que podem comprometer não apenas a liberdade e o descanso tão merecido, mas a saúde  de seu mascote.

Onde deixar?

A pergunta que nunca cala já deve ter sido resolvida, mas sogras às vezes têm passeios de última hora e sua melhor amiga está com a casa cheia de parentes. Lá se foram seus planos de viajar, ainda mais se bater aquela culpa de deixar seu pet sozinho. Uma alternativa pode ser a casa de outra pessoa, um vizinho que veja seu mascote e até, quem sabe, deixá-lo sozinho com água e comida em abundância no seu ambiente reconhecidamente seguro. Não esqueça de dar uma olhadinha no Dogs Hero. A plataforma já salvou muita gente à beira do pânico, quando não sabe com quem deixar o pet já com meio pé na estrada. Não esqueça:  pet sozinho em residência desguarnecida também é objeto de furto.

Identificação

Nunca deixe de prender na coleira ou leiteira de seu pet seu telefone com código DDD, mesmo para quem deixou seu cão na cidade. As épocas de folia são as mais propensas a você perder seu pet.

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Foto: Pexels, reprodução

Cães de pátio

Se seu cão é o guarda da casa, esteja atento a incidência direta de raios solares no animal que fica preso ao vai-vem para que tenha um refúgio seguro à sombra e também uma casinha para casa de temporais. O mesmo cuidado com o calor vale para quem tem pet em gaiolas, como pássaros e hamsters. Avise e forneça uma lista de cuidados se o animal for para casa de terceiros com pouca experiência no trato.

Chegada em casa

Cuidado ao chegar em casa! Depois da folia, sua atenção pode estar prejudicada. Atropelar o próprio cachorro não é tão raro assim, ele pode ficar ofuscado pela luz de seu farol e não ter altura suficiente para ser visto de dentro do carro.

As festas do vizinho

A falta de fogos e rojões já é meio caminho andado para a tranquilidade de seu pet, mas se assegure de que seus vizinhos não vão fazer festas com som alto e algazarras até altas horas da noite, o que pode causar estresse em seu pet que pode se ferir dentro de casa buscando se esconder do barulho.

Foto: Pexels, reprodução

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Fuga

Se você esta na praia e vai fazer a folia na rua, seu pet pode ficar nervoso com sua ausência e ir atrás de você na primeira oportunidade de abrir o portão ou pular uma janela. Não se descuide das fugas. Elas frequentemente são seguidas de atropelamentos.

Mantenha os horários

Evite negligenciar a hora da comida, higiene e também o sagrado passeio de seu pet. Isso vai deixá-lo ressentido.

Convidados distraídos

Convidados são outro fator que vale um pouco mais de atenção. Mais comum do que você pensa, visitas podem deixar seu pet fugir, sentar sobre eles (cães miniaturas e gatos que se escondem debaixo de almofadas, por exemplo) dar comida não adequada e até assustá-los com seu jeito expansivo são algumas das particularidades sujeitas à revanchismo, ou seja, mordidas e arranhões.

Foto: Pexels, reprodução

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Tudo certo? Então tá. Só não esqueça: potes de água podem virar. Esteja seu pet com quem e onde estiver, jamais o deixe muitas horas sem uma fonte de água limpa e fresca, preferencialmente distribuídos por diversos lugares onde ele vai ficar.

 

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