Seu mascote realmente gosta de estar com seus filhos?

É notável e recíproca a aceitação entre crianças e seus animais de estimação, em especial cães e gatos pelo alto grau de interação com seus donos, mas será que seu mascote realmente está à vontade convivendo com seus filhos?

Muitos animais que entraram na vida de seus donos antes da chegada dos filhos podem até ter recebido muito bem as crianças conforme foram chegando, mas em algum momento da infância delas, e até mesmo em idades bastante precoces, as brincadeiras infantis podem deixar seu pet um tanto ressentido.

Não é difícil perceber quando um animal não gosta de participar dos jogos de seus donos mirins. Fique atento se cães e gatos procuram  manter uma distância segura das crianças a ponto de não estarem ao alcance de suas mãos. Ao estar na presença apenas de adultos, refugiam-se quando os filhos chegam em casa. E se o local preferido de seu pet é em cima de um armário, debaixo da pia da cozinha ou da cama do casal, atenção! Seu mascote pode estar fugindo dos seus filhos.

À medida que as crianças desenvolvem autonomia e buscando satisfazer sua curiosidade, seu pet pode ser o “instrumento” ideal para as experiências que vão desde dar banho até cortar os pelos da cauda deles. Nem sempre existe maldade na intenção infantil, mas há um consenso de que incomoda um bocado servir de boneca nas mãos de crianças muito ativas que podem, sim, colocar seu mascote em situação de sério perigo como dentro de uma máquina de lavar roupa ou embaixo dos edredons.

Foto: Pixabay, divulgaçãoFique atento se o seu pet não está “servindo de boneca” para os seus filhos. Foto: Pixabay, divulgação

Mesmo que seu pet tenha aceitado bem seus filhos e a eles não ofereça riscos, não se pode ignorar que crianças podem se tornar o verdadeiro terror de seu pet, correndo atrás dele e acabando com seu sossego, e é nesse ponto em que alguns mães, assustados, acabam reagindo de forma inesperada surpreendendo até mesmo seus donos.

Quando as brincadeiras começam a ficar mais hostis, o jeito é colocar ordem na casa o que pode significar até proibir o contato dos filhos com o pet sem a supervisão de adulto. A boa notícia é que isso passa. Quando a criança atingir a maturidade necessária para compreender a extensão de seus atos e a respeitar os limites de seus mascotes, a tranquilidade de outros tempos será restabelecida.