A casa do seu pet precisa de reformas e reparos? Confira dicas de limpeza e conservação

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Para aqueles que levaram seus pet de mala, cuia e cama para o litoral talvez a areia, sol e maresia tenham abalado as estruturas de onde seu pet passa um terço de seu dia. A cama ou casinha de seu animal de quando em quando pode ser trocada, mas, em tempos de crise, uma boa lavada e até pequenos reparos pode fazer com que a cama de seu pet dure ainda por um bom tempo.

Deve ser levado em conta que caminha velha não raro são as preferidas dos pet que não mostram o mesmo apego ao acessório novo, muitas vezes preferindo recorrer ao antigo para dormir.

A seguir, dicas para você ver se ainda tem salvação a moradia de seu pet

1 – Fofões, camas de tecidos e tapetes com espuma

Os nomes variam, mas se a cama de seu pet for daquelas fofas, com enchimento, as chances de seu mascote estar encostando as costas diretamente no chão não são pequenas. As espumas de estofados tem tempo e validade reduzido se forem muito finas mas algumas camas possibilitam que sejam substituídas bastando abrir o fecho. Se for mais espessa e seu pet um animal de porte pequeno, como gato, talvez o reparo fique por conta do tecido que pode estar gasto, ainda mais se seu gato gosta de fincar as unhas nele.

Se a opção for a troca, atenção especial ao tipo de tecido. Existem animais que detestam os impermeáveis, aqueles que facilitam a lavagem mas não se mostram maleáveis para dormir.

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2 – Camas fechadas ou iglu

O problema da cama tipo iglu (fechada com um buraco por onde o pet entra e sai) é que, embora bastante confortável no inverno, essa cama é sazonal e no verão não raro os pets gostam de dormir em cima, e não dentro dela, esmagando-a, justamente para não se sentirem sufocados no seu interior. Outro problema é que, sendo o pet portador de pulgas ou carrapato, o iglu acaba virando casinha de parasitas também. Não tenha dúvidas de que nas frestas das costuras estão os ovos prontos para eclodir.

3 – Casas de rua

Se são de madeiras, atenção às frestas para reprodução das pulgas. No verão, lavar rigorosamente pelo menos uma vez a cada três semanas. Trocar madeiras mal pregadas é outra coisa que garante a sobrevida, e cuidados com pregos à mostra que podem ferir seu cão. Deixar cobertores lá dentro e se esquecer deles é um veneno não apenas para a pele como também para a saúde de seu pet.
Se a casa de rua é de fibra, problemas de tábuas e frestas para pulgas são eliminados. Essas casas costumam ter a possibilidade de desacoplar o telhado, o que permite uma boa lavagem de mangueira e total secagem ao sol. Aqui vale também higiene dos cobertores.

4 – Camas de vime

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Se seu pet é um filhote as chances dessa cama não existir mais são grandes. Aliás, esse material não é remendado para filhotes justamente por roerem o material podendo até mesmo engolir. Animais mais velhos podem gostar das camas de vime, mas as frestas devem ser bem higienizadas. A lavagem no inverno fica prejudicada em função da secagem. Dependendo do material, se não secar ao sol, a estrutura pode começar a enfraquecer.

5 – Poltronas

O desastre da higienização, as poltronas necessitam, para uma boa higiene, que se use uma escova de dentes para remover as sujeiras que se acumulam entre o encosto e o assento, ainda mais se este é fixo. Acredite: sai muita craca dessas frestas que só são removidas pelas cerdas da escova. O assento também pode ganhar uma espuma nova se estiver muito fina.

6 – Caixas de transporte

Há quem dê uma utilidade extra para as caixas de transporte usadas para viagens. Às vezes trambolhos sem a menor serventia durante todo o ano, pode ser bem usada como dormitório pet. O bom, nesse caso é remover portinhola porque costuma ser de alumínio, acessório que ganha terá maior durabilidade se for guardado em outro local.

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7 – Camas sacolas

Assim como nos iglu, uma cama em forma de sacola deve ter sido fabricada de modo a ter fácil reversão, o que facilita a higienização. Em caso de telas, é interessante que suas costuram sejam revisadas pois gatos e cães de unhas cumpridas, como dachsunds, podem fazer pequenos furos e ate rasgões comprometendo a segurança.

8 – Almofadas

Perfeitas para higienização, ainda mais se forem de tecido impermeável. Se sua espessura ficar abaixo do satisfatório, o que é bastante comum , basta trocar a espuma. As almofadas não são caras e verifique se a recauchutagem vale a pena. Às vezes comprar uma nova sai mais em conta.

9 – Cobertores e edredons

Cheirinho do dono? Faz parte e eles adoram. O que importa é isolamento do chão com certo conforto e maciez para seu pet. A higiene é fácil, o problema é que ficam cada vez mais fino a cada lavagem, o que pode ser resolvido dobrando-o repetidas vezes até atingir uma altura satisfatória.

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Os cuidados necessários ao adotar um animal de rua

Os cuidados necessários ao adotar um animal de rua

Um dia ele apareceu. Por alguns minutos, ficou debaixo do seu guarda-sol, o que é estranho, já que não se permitem animais transitando na beira do mar. Às vezes parecia fugir do sol; outras até aproveitava para tirar um cochilo. Então você começa a desconfiar: o cachorro mora na rua. Sendo assim, praias lotadas significam sobrevivência, pois é nessa época do ano em que ele encontra comida em abundância, nem que seja aquela deixada no lixo.

Acontece e há quem se sensibilize. Alguns dos cães, graças aos esforços de moradores locais, até se mostram bastante adaptados à vida sem lar. Outros, entretanto, ostentam pesadas cicatrizes, marcas de queimaduras e até costelas aparentes. Estes, frequentemente, são o que atingem em cheio pessoas que gostam dos animais, não raro querendo levá-los para a casa.

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Foto: Pexels, reprodução

Pronta para o desafio? Anota aí:

1 – Antes de colocar seu companheiro de guarda-sol no carro, certifique-se de que ele, de fato, não tem dono.

2 – Se você gostou dele e percebeu que o sentimento é recíproco, já é meio caminho andado. Adoções precisam ter embatias para começar uma história de sucesso.

3 – Reserve um tempo para dar uma olhadinha na saúde da pele e pelos do pet. Muitos meses na praia sem um dono para manter a limpeza e alimentação podem ter efeitos graves. Procure um veterinário no litoral para saber o que pode ser feito antes de levá-lo. Os problemas mais comuns costumam ser pulgas, piolhos, carrapatos e desnutrição.

4 – Vacina é outro assunto que não deve ser negligenciado. Embora seja um animal de rua, é prudente que seu novo mascote comece um programa de vacinação pelo menos para as doenças mais comuns.

5 – Como não é conhecido o histórico do animal, é bom avaliar, por meio de exames, se ele é portador de alguma zoonose, enfermidade que pode prejudicar sua família e que exige tratamento imediato.

6 – Já olhou os dentes de seu novo pet? A saúde bucal também é outro aspecto que precisa ser considerado. Se esse pet for mais velho, talvez seja necessária uma avaliação da saúde do periodonto e a integridade dos dentes em função da halitose que rapidamente pode se instalar.

Reprodução

Foto: Pixabay, reprodução

7 – Antes de seguir viagem, certifique-se de que ele não vai entrar em pânico dentro do automóvel. Faça primeiramente um trajeto curto, como a ida até o veterinário, para ver como ele se sai. Em caso de vômito ou estresse, já comunique ao profissional a melhor forma de contornar a situação.

8 – Chegou em casa? Pois bem, agora começa a adaptação. Veja o local onde seu mascote vai dormir e mostre onde ficará água, comida e o banheiro dele. Ler sobre os primeiros dias do novo pet em casa pode ajudar. No início, talvez ocorram problemas, afinal, ele era um animal de rua, sem regras e que só se guiava pelo instinto de sobrevivência e que pouco a pouco vai entender que alguém vai prover sua alimentação e abrigo.

O bom da adoção de animais que conheceram o flagelo do abandono é justamente a gratidão. Essa seguida de perto da boa imunidade dos anticorpos adquiridos a duras provações. Esses pet precisam de muito pouco para ser felizes porque sabem que tudo tem. Ser recolhido da rua costuma ser uma atitude reconhecida pelo animal, que passa a nutrir um apego incondicional, sentimento que faz dessa relação algo exclusivo.

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Aproveite as férias para acabar com as pulgas em casa

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O cachorro está na praia, a casa é asseada e o carpete rigorosamente aspirado duas vezes por semana. Mesmo assim, lá estão elas, as famigeradas pulgas, bichinho inconveniente pulando de um lado para o outro e isso inclui suas pernas… Não se assuste: a culpa não é sua!

Mas como é possível?

Fácil. O melhor amigo da pulga, seu cachorro, está na praia. Sendo assim, não tendo um lombo quente para sobreviver, o jeito é migrar para o primeiro animal que aparecer pelo caminho, casualmente a pessoa que ficou em casa.

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Mas porque elas apareceram se o cão era tratado?

Isso vai depender há quantas semanas seu pet ingressou no programa de controle. Se foi recente, é necessário ter em mente que a reprodução da pulga ocorre fora do corpo do hospedeiro, ou seja, no tapete, nas frestas do parquê e no carpete, locais igualmente quentes, o que favorece o desenvolvimento dela. Uma vez eclodido o ovo, a nova pulga, ao ingerir o sangue do animal medicado, não vai ter vida longa o suficiente para produzir uma nova geração, o que acaba por reduzir gradualmente sua população.

Por outro lado, animais que saem de casa regularmente, para higiene diária ou passeios, podem prolongar a estadia das pulgas por mais tempo, uma vez que pode trazer novos integrantes de praças e parques onde transitam animais sem controle para o parasita. Gatos que têm permissão de passear sobre telhados alheios também estão sujeitos a recolher pulgas “sem dono”. É importante conhecer os hábitos dos pet antes de escolher o agente pulicida, alguns bastante modernos e com efeitos mais imediatos e duradouros.

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E agora, o que fazer?

Uma vez que seu pet está longe de casa, é possível fazer uso de agentes mais agressivos, até mesmo venenos, produtos que devem ser aplicados com certo intervalo de tempo justamente para ter efeito sobre as diferentes gerações de pulgas que eclodem em épocas distintas em sua moradia. Cabe salientar que os produtos têm efeito sobre o parasita, não sobre o ovo dele, razão que justifica a primeira aplicação acabar com as pulgas imediatamente, mas, não havendo novas aplicações, abre-se espaço para uma nova infestação.

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Converse com seu veterinário, leia a bula do produto recomendado e certifique-se de que seu pet não voltará para casa antes do tempo previsto sob pena de intoxicação.

Uma vez erradicado, como manter a casa livre dos parasitas?

Antes de começar o ano com seu pet em casa, verifique se o tratamento antipulga aplicado em seu mascote teve prosseguimento no litoral.  Em ambos os casos, uma passada na pet shop antes de levá-lo para casa é um costume bastante saudável, ocasião em que, por meio do banho, são removidos não apenas as pulgas mas outros ectoparasitas que podem comprometer a higiene de seu lar. Além disso, profissionais têm a oportunidade de verificar a saúde dos olhos, ouvidos e pele do animal que passou um bom período sob efeitos nocivos do sol, areia e mar.

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É bom lembrar que o inverno, nesse caso, é seu aliado: as pulgas não se reproduzem nesta estação com a mesma facilidade do verão, o que faz com que o tratamento aplicado no seu pet seja 100% eficaz, não sobrando uma pulguinha para contar história.

Fotos: Pixabay, reprodução

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O que você precisa cuidar para que o Carnaval do seu animal seja tranquilo

O que você precisa cuidar para que o Carnaval do seu animal seja tranquilo

A festa de rua mais aclamado do país, para boa parte dos pets, é um Réveillon sem os fogos de artificio. A movimentação dos donos, viagens e até visitas podem trazer uma atmosfera bastante semelhante àquela vivid no final do ano, ainda mais se tem o dono uma vida social ativa. Animal na praia, na cidade? Vamos lá. Aqui vai algumas situações que podem comprometer não apenas a liberdade e o descanso tão merecido, mas a saúde  de seu mascote.

Onde deixar?

A pergunta que nunca cala já deve ter sido resolvida, mas sogras às vezes têm passeios de última hora e sua melhor amiga está com a casa cheia de parentes. Lá se foram seus planos de viajar, ainda mais se bater aquela culpa de deixar seu pet sozinho. Uma alternativa pode ser a casa de outra pessoa, um vizinho que veja seu mascote e até, quem sabe, deixá-lo sozinho com água e comida em abundância no seu ambiente reconhecidamente seguro. Não esqueça de dar uma olhadinha no Dogs Hero. A plataforma já salvou muita gente à beira do pânico, quando não sabe com quem deixar o pet já com meio pé na estrada. Não esqueça:  pet sozinho em residência desguarnecida também é objeto de furto.

Identificação

Nunca deixe de prender na coleira ou leiteira de seu pet seu telefone com código DDD, mesmo para quem deixou seu cão na cidade. As épocas de folia são as mais propensas a você perder seu pet.

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Foto: Pexels, reprodução

Cães de pátio

Se seu cão é o guarda da casa, esteja atento a incidência direta de raios solares no animal que fica preso ao vai-vem para que tenha um refúgio seguro à sombra e também uma casinha para casa de temporais. O mesmo cuidado com o calor vale para quem tem pet em gaiolas, como pássaros e hamsters. Avise e forneça uma lista de cuidados se o animal for para casa de terceiros com pouca experiência no trato.

Chegada em casa

Cuidado ao chegar em casa! Depois da folia, sua atenção pode estar prejudicada. Atropelar o próprio cachorro não é tão raro assim, ele pode ficar ofuscado pela luz de seu farol e não ter altura suficiente para ser visto de dentro do carro.

As festas do vizinho

A falta de fogos e rojões já é meio caminho andado para a tranquilidade de seu pet, mas se assegure de que seus vizinhos não vão fazer festas com som alto e algazarras até altas horas da noite, o que pode causar estresse em seu pet que pode se ferir dentro de casa buscando se esconder do barulho.

Foto: Pexels, reprodução

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Fuga

Se você esta na praia e vai fazer a folia na rua, seu pet pode ficar nervoso com sua ausência e ir atrás de você na primeira oportunidade de abrir o portão ou pular uma janela. Não se descuide das fugas. Elas frequentemente são seguidas de atropelamentos.

Mantenha os horários

Evite negligenciar a hora da comida, higiene e também o sagrado passeio de seu pet. Isso vai deixá-lo ressentido.

Convidados distraídos

Convidados são outro fator que vale um pouco mais de atenção. Mais comum do que você pensa, visitas podem deixar seu pet fugir, sentar sobre eles (cães miniaturas e gatos que se escondem debaixo de almofadas, por exemplo) dar comida não adequada e até assustá-los com seu jeito expansivo são algumas das particularidades sujeitas à revanchismo, ou seja, mordidas e arranhões.

Foto: Pexels, reprodução

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Tudo certo? Então tá. Só não esqueça: potes de água podem virar. Esteja seu pet com quem e onde estiver, jamais o deixe muitas horas sem uma fonte de água limpa e fresca, preferencialmente distribuídos por diversos lugares onde ele vai ficar.

 

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Cão a bordo: o que fazer para que seu cachorro não enjoe durante a viagem

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Malas prontas, carro revisado, água e petiscos ao alcance da mão. O que não estava nos planos da viagem da família rumo ao litoral era o cachorro vomitar todo o banco traseiro. Embora extremamente desagradável – e espere um mês inteiro para se livrar do cheiro – seu cão não é o único a passar por esse problema. A questão é que muitos proprietários são pegos de surpresa por ter sido a primeira viagem de longa distância de seu pet.

Uma coisa são passeios curtos na cidade, outra é pegar uma estrada. E lá vai a família aguentar duas horas com o vômito no estofado, isso se o efeito não for em cadeia: filhos, sentindo o cheiro ácido do conteúdo estomacal, não raro seguem o mesmo destino. Pronto. A viagem virou drama.

A boa noticia é que enjoos de cães, na maioria dos casos, têm cura. Se seu animal é um filhote, ele ainda precisará de algum tempo para se adaptar. Via de regra, cães adultos já se acostumaram a viagens de algumas horas e descobriram, junto com seus donos, técnicas para amenizar a sensação de desconforto causada pelo balanço do automóvel.

Porém, alguns motoristas não facilitam muito a vida de seu cães. Alta velocidade, carro fechado e curvas acentuadas contribuem claramente para a tontura de seu cão, que começa a ficar ofegante, salivar e até mesmo se agitar antes de finalmente colocar tudo para fora.

Foto: Pexels, reprodução

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É necessário uma auto avaliação do que está sendo feito pelo motorista para que o animal enjoe, corrigir a falta e assim permitir uma viagem tranquila e sem atropelos. Uma ajuda para que o cão se acostume gradualmente a estar dentro de um carro em movimento. Feito isso, ainda é importante estar atento ao horário de saída programado e não fornecer água nem alimentos uma hora antes.

O ideal é promover algumas paradinhas estratégicas ao longo do percurso, a cada hora, por exemplo, dependendo da sensibilidade do animal. Descer do carro (usando uma guia) e deixá-lo caminhar no solo e cheirar a grama são outras técnicas que tem sido eficientes. Alguns cães obtém certo conforto se ficarem sentados no banco traseiro sem olhar a movimentação da rua. Outros, ao contrário, sentem-se melhor com a janela aberta, quando então recebem algum vento, mas jamais permita que ele esteja solto no veículo e com metade do corpo para fora, pois corre o risco de cair no asfalto e provocar acidentes.

Foto: Pexels, reprodução

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Para alguns cães, contudo, viajar pode significar um grande martírio. Há cães que não gostam de carro de jeito nenhum, se assustam com o motor ou relacionam transporte com alguma sensação ruim, uma experiência assustadora a ponto de cultivarem extrema aversão a veículos. Para estes pets, talvez seja interessante conversar com um veterinário e ver a necessidade de administração de medicação para controlar o vômito.

Para quem teve a infelicidade de passar por essa experiência na ida para o litoral, vale lembrar que forrar o banco de trás com material impermeável, de fácil remoção, salva não apenas seu estofado, mas também o bom humor de quem viaja no banco de trás ao lado do mascote.

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