Cães hipoalergênicos: conheça os cachorros ideais para quem sofre com rinite

Cães hipoalergênicos: conheça os cachorros ideais para quem sofre com rinite

Golden Retriever é uma raça linda, o sonho de consumo de muita criança. Mas pais desavisados que estão sondando filhotinhos de Golden Retriever levarão para casa muito mais do que um cachorro. Isso pode se tornar uma venda casada com sprays e remédios para rinite. Uma descoberta um tanto tardia para quem está apaixonado pelo cãozinho e que agora não para de coçar o nariz.

Foto: Pexels

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Então, o segredo para os alérgicos não sofrerem tanto com os pelos caninos é cercar-se de animais que tenham pelo curto, certo?

Errado. Não é o tamanho do pelo o causador do problema, mas a quantidade dele que fica no ambiente. Raças com pelo denso – em especial aquelas originárias do frio europeu – são boas candidatas a aumentar a sessão espirro dentro de casa.

No inverno, esse cães costumam ter o que se chama de subpelo, pelinhos que vêm exatamente para protegê-los do frio. Mas atenção: esse pelo vai embora no começo da primavera e pode ser encontrado até nas luminárias do teto de uma residência.

Não pense que o pelo curto não tem esse problema. O Dachshund, conhecido como Linguicinha, solta um pelo danado. Assim como o Dobermann e o simpático Pug, que parecem ter uma penugem de tão fina e macia a cobertura em seus lombos.

Foto: Pexels

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A mesma observação vale para alguns vira-latas. Preste atenção se ele é mestiço com alguma das raças propensas à queda de pelo. Para perceber, basta passar a mão repetidas vezes na direção do crescimento dos pelos e ver se ficam retidos na palma.

Segue abaixo a lista de raças para os alérgicos evitarem:

  • Golden retriever
  • Chow chow
  • Pastor Alemão
  • Collie
  • Akita
  • Husky Siberiano
  • Bulldog francês
  • Bulldog inglês
  • Beagle
  • Cocker Spaniel

Acabou a paixão? Não necessariamente. Animais que soltam pelo precisam ser escovados diariamente, e a casa deve ser constantemente higienizada. Com isso, é possível ter um bom controle, caso a queda não seja excessiva. Cuidados redobrados com a limpeza do lar e manter o nariz longe daquele pelego todo também ajuda você a interagir com seu pet sem sofrer tanto com a alergia. Mas, se quer facilitar sua vida e ainda não escolheu o bichinho ideal, segue abaixo a lista dos queridinhos dos alérgicos:

  • Poodle
  • Schnauzer
  • Yorkshire
  • Bichon Frisé
  • Maltês
  • Shitzu
  • Whippet
  • Airedale Terrier

Viu como tamanho de pelo não é documento? E em caso de animal sem raça, faça o teste da mão no lombo.

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Aprenda a preparar um biscoito que você e seu pet podem comer

Aprenda a preparar um biscoito que você e seu pet podem comer

Friozinho lá fora e você pensando em qual filme assistir esta noite? Uma boa pedida, ainda mais se for para assistir debaixo das cobertas, agarradinha com seu pet e comendo petiscos. E que tal preparar pessoalmente um biscoitinho integral que pode ser compartilhado com seu cão sem medo nem culpas?
A doutora em nutrição animal Geruza Silveira Machado elaborou especialmente para Donna uma receita de biscoitinho integral que se pet vai adorar.

Foto: Pexels

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Quer fazer o teste? Então arregace as mangas e siga as instruções.

Biscoito integral de maçã

  • 1 maçã com casca sem semente
  • 320 gramas de farinha de trigo integral
  • 125 ml de leite sem lactose ou água
  • 1 colher de sopa de óleo de coco
  • 1 ovo grande
  • 1 colher de sopa de mel
  • 1 colher de chá rasa de Canela em pó

Modo de preparo

  • Triture a maçã no liquidificador ou processador. Reserve. Misture em uma tigela o ovo já batido com a água ou leite, o óleo de coco e a maçã. Despeje aos poucos a farinha, a canela e o mel, depois amasse tudo muito bem até ficar homogêneo. Abra a massa com um rolo e corte em formato de biscoito. Asse a 180° C por 15 a 20 minutos.

Os benefícios

Geruza explica que nesta receita há muitos benefícios para os cães. Da farinha integral e da maçã vêm as fibras. A fruta também é fonte de pectina, uma fibra fermentável que melhora a saúde intestinal, e também de polifenóis, estes encontrados especialmente na casca. Depois de absorvidos, os polifenóis são metabolizados e atuam sobre os radicais livres, limitando os efeitos nocivos do estresse oxidativo.

A canela, rica em antioxidantes, tem propriedades que ajudam a regular a taxa de açúcar do sangue. Já o óleo de côco é fonte de triglicerídeos de cadeia média (TCM) que não se acumulam sob forma de gordura. Metabolizados de forma fácil e eficiente pelo organismo, constituem uma fonte alternativa de energia para melhorar a função cerebral dos cães.

Fique ligada!

É importante lembrar que qualquer petisco (frutas, verduras, snacks e biscoitos) devem ser ofertadas com moderação para evitar diarreia devido à superalimentação e/ou ao aumento de peso por ingestão de excessos. O ideal é que as porções oferecidas sejam proporcionais ao peso do cão. E lembre-se: biscoitos não substituem o alimento completo e balanceado.

Agora é deixar esfriar e bom filme!

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Não deixe seu cão sentir frio: dicas para seu pet ter um inverno mais quentinho

Não deixe seu cão sentir frio: dicas para seu pet ter um inverno mais quentinho

Atenção aos tutores desavisados: o frio de renguear cusco já está mostrando seus efeitos. Se não era de agora a sessão espirra-espirra no seu pet, as chances de seu mascote adoecer em função da queda de temperatura se multiplicaram desde esse último final de semana.

Por acreditar que os pelos protegem do frio, muita gente erra feio achando que seu bichinho vai passar tranquilo pelo inverno e deixa de lado importantes cuidados para essa época do ano. Diferente do que se pensa, não bastam os pelos, mas a camada de gordura que seu mascote acumulou debaixo da pele é o que realmente confere proteção contra o frio.

Foto: Reprodução/Instagram

Foto: Reprodução/Instagram/Barbara Zamberlan

E se ele for desses cães que não tem pelo nenhum, tipo um Dachshund?

Aí complicou, ainda mais se, ao beliscar a pele do lombo de seu mascote, você perceber que é muito tênue a camada de gordura pinçada, a mesma que deve ter um reforço, via alimentação, nos meses de inverno.

Foto: Pexels

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Um veterinário ajuda você a saber o quanto a mais de gordura seria interessante para seu pet, mas saiba que um cão de porte médio o satisfatório seria aproximadamente um dedo de espessura para auxiliar a manutenção da temperatura corpórea. Em busca dessa tão preciosa camada extra, recomenda-se aumentar a quantidade de ração no inverno – em especial os cães de guarda e aqueles que pernoitam fora de casa – em algo em torno de 15%.

Alguns animais têm facilidade para ganhar peso, como os Goldens Retrievers, Labradores, Schnauzers e Rotweillers. Das raças pequenas, Lhasa Apso, Yorshires e Pugs também se mostram eficazes, mas não espere o mesmo desempenho partindo de um filhote mesmo das raças com tendência à obesidade. Eles, assim como animais idosos e aqueles com pelo baixo, são os mais propensos a desenvolverem doenças típicas de inverno e até mesmo pneumonia.

Foto: Pexels

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Esses pets, se não puderem ficar dentro de casa, precisam de uma casinha adequada, sem frestas, protegida da chuva, bem aquecida com tapete ou cobertor e com a porta voltada para um lado onde não receba ventos. Às vezes, contudo, todos esses cuidados ainda não são suficientes, e precisa seu pet fazer uso de roupas. Priorize o tecido (malha ou lã) e esqueça acessórios que prejudiquem o conforto(cintos, fivelas e capuz). A roupa também não deve ser apertadas demais, mas não folgada a ponto de impedir o contato com o corpo do animal.

E como saber se seu pet está com frio?

Se você está dando pulinhos na rua e vestindo luvas, não pense que a sensação térmica é diferente para seu mascote. Os acessos de tremedeira são o sinal mais evidente, mas você também deve ficar atento ao pet que “se esconde” ou que está todo enroladinho nele mesmo. Extremidades frias também não é bom. Espirros, mesmo sendo uma evidência de alergia, são um sinal que nunca deve ser negligenciado e já é interessante ir procurando por uma roupinha (sempre de tecido quente) que cubra todo o peito e lombo de seu mascote.

Foto: Pexels

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E não pense que colocar o totó no frio vai fazer com que ele se acostume às baixas temperaturas. Essa prática faz com que seu cão sofra as consequências da hipotermia, uma situação que beira à gravidade e que significa meio caminho até uma clínica veterinária.

Não submeta seu cão de guarda ao flagelo do frio e, sempre que possível, permita ao seu mascote fácil acesso, na casa ou no pátio da residência, à área que recebe diretamente raios solares durante o dia, seja na cozinha, em um canto da sala ou na grama do jardim. É um cuidado pequeno mas que, assim como para humanos, também traz grande conforto ao seu animal de estimação e ajuda a estabilizar a temperatura corporal.

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Tranquilidade e leveza: que tal escolher um peixe para ter em casa?

Tranquilidade e leveza: que tal escolher um peixe para ter em casa?

Quer ter um pouco de leveza dentro de casa, sentir-se mais arejada e em contato com a natureza? Várias são as opções de se ter um pouco mais do mundo natural perto da gente, mas sempre vai ter quem esteja atravessando um período de instabilidade na rotina, situações que nem mesmo um simplório vaso de planta terá o cuidado necessário para dar aquela sensação de mais uma vida habitando a casa.
Se é assim com uma planta, imagina a companhia de um pet?

Para quem curte cuidar de alguma coisa e usufruir de momentos de relaxamento, mas sem assumir grandes compromissos, um peixinho e um aquário pode ser o início de uma bela e serena amizade. A companhia silenciosa de um peixe e o movimento das plantas em um espaço líquido podem trazer aquela sensação de bem-estar em chegar em casa.

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É bem comum a brincadeira começar com um peixe beta em um aquário de 8 litros e terminar em um belo e complexo mundo aquático de 250 litros. Assim é possível ter muitos amiguinhos nadando de um lado para o outro entre plantas, pontes de plástico e mergulhadores de brinquedo.

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A relação com os peixes é algo muito subjetivo mas que pode ser decifrado ao longo do tempo. Ao ver gente em casa, eles se amontoam em determinado ponto do aquário, uma forma de venerar o “Poseidon” que acabou de chegar.

Porém não se iluda, o interesse pelo movimento humano é comida, mas ainda assim você se sente muito bem em reconhecer a necessidade deles e colocar sobre suas boquinhas – a essas alturas escancaradas sobre a superfície da água – o tão desejado alimento. O ambiente tem pH e temperatura coordenados por você e é necessário entender suas necessidades.

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Vai viajar? Sem problema. Leva motor e vidro para a casa da sogra ou, dependendo do tamanho, deixa no comedouro automático sem drama e nem culpa. Mas atenção! Aquário pode ter um efeito semelhante aquele exercido pela tatuagem em algumas pessoas, ou seja: basta ter o primeiro e já vem a vontade de ter três ou quatro de uma só vez.

Para conhecer esse mundo tão particular, comece com nosso belo e simpático peixe beta e permita o aquarismo se instalar de forma lenta e gradual na sua rotina. Atingir o equilíbrio da água exige cuidados e alguns estudos que não podem ser negligenciados sob pena de seus novos companheiros perderem muito mais do que o bom humor, mas até mesmo a própria vida.

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Pronta para receber um novo amigo? Um, não, vários. Grupos de aquariomaníacos você pesca nas redes sociais e internet onde você encontra dicas e pode postar fotos de seus mascotes, o que se torna uma outra forma de fazer amigos e se relacionar com pessoas.

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7 sugestões de livros para mães que adoram pets

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Sua mãe é daquelas que não dispensa uma boa leitura? Então tá, uma dica interessante para as cachorreiras de plantão continua sendo Quatro Vidas de um Cachorro. São quase 300 páginas de entretenimento e não precisa ser muito sentimental para rir e chorar com os altos e baixos de Ethan e os adoráveis mascotes que aparecem em sua vida. Outra narrativa interessante, mas não tão longa, é Meu amigo Lucky, um cão que sofria de paralisia e que estava prestes a ser sacrificado quando tocou a alma de um homem que o levou para casa, mesmo destino que teve a cadela Estopinha, uma cadela de rua que narra suas aventuras.

Foto: Divulgação

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Para quem prefere histórias ainda mais curtas, Cães e Gatos Sabem Ajudar seus Donos traz relatos de 24 pessoas que encontraram algum tipo de conforto em seu pets quando mergulhadas nos momentos mais turbulentos de suas vidas.

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Se sua mãe é daqueles que curtiu fazer álbum dos bebês, gosta de escrever e observa diariamente a rotina de seu mascote, um livro interessante é Diário de um Gato. Ali ela escreve o que faz seu bichano feliz, o que causa alergia, o que ele gosta de comer, o que o deixa zangado e até quantos agradinhos ele recebe por mês, um paraíso para qualquer médico veterinário quando precisar saber do histórico do paciente. Ainda no universo dos felinos, viajar pelas estradas do Japão e se deparar com interessantes pessoas e situações – sob a perspectiva de um felino – você encontra em Relatos de um Gato Viajante.

Foto: Divulgação

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O que se encontra com facilidade são livros com bastante foto ilustrativa, lembrando que um grosso livro de fotografias de cães, gatos, cavalos e pássaros é, além de agradável aos olhos, um bom artefato para decoração de mesas de centro até de salas de espera de consultórios médicos. Um exemplo dessas fofurinhas que dá vontade de comer é Gatos, como escolher o companheiro ideal para você.

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