Tristeza, uivos e xixi fora do lugar? Seu pet pode estar apaixonado

Tristeza, uivos e xixi fora do lugar? Seu pet pode estar apaixonado

É, acontece, e é mais comum do que se pensa. Estamos na primavera e a cachorrada pode estar no período de reprodução. Alguns começaram mais cedo – julho, agosto – mas quem passou o inverno desapercebido com certeza vai dar o seu alô nos meses primaveris. É só dar uma volta no parque, e pronto! Seu pet finca o pé ao lado de uma arvorezinha e de lá não sai. Razão disso? Urina de uma cadela no cio, o que significa uma semana de cachorro apaixonado em casa.

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Os gatos também podem estar com os ferormônios na ponta do nariz mas, diferentemente dos cães, não precisam da primavera para estimular a reprodução. A gata pode entrar no cio várias vezes ao ano enquanto a cadela de porte pequeno a médio costuma ser duas vezes.

Para quem mora em prédios, fêmeas no cio em outros apartamentos podem ser as responsáveis pelo mal estar de seu pet que chora, uiva, não se alimenta e faz xixi em lugares que não fazia, uma forma de marcar território.

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Diante dessa situação, muita gente não sabe o real motivo da “doença”de seu pet, mas não se assuste, pode ser paixonite mesmo, resultado de estarem todos os poros voltados para a reprodução que está a poucos metros de distância dele.

Como resolver isso? Tempo. Fêmeas nos apartamentos encerram o ciclo em até 15 dias. O problema da paixonite é para quem frequenta praças e parques pois constantemente é renovado o casting das noivas. E não pense que cruzar seu animal vai resolver o problema. Havendo hormônios, o comportamento se repete. Saiba com os vizinhos se existe alguma pretendente no prédio antes de se preocupar com o comportamento estranho dos últimos dias.

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O odor está no ar, e se tem uma coisa difícil de enganar é o faro de um cachorro. Abra as janelas para receber vento no sentido contrário ao da moradia da fêmea. Cadelas e gatas no cio também podem incomodar seus donos se souberem que tem pretendentes por perto. Converse com seu vizinho nesse período e pergunte onde ele a leva para urinar e conduza o seu para o lado oposto.

Castração pode reduzir esses sinais, mas nem sempre os resultados são eficazes, ainda mais quando o macho já está maduro sexualmente.

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Descubra quais são as melhores raças de cães para apartamento

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Você bem que cogitou um gato, mas foi voto vencido. Agora a briga é qual a melhor opção para coabitar em 78 metros quadrados junto com um papagaio e mais dois filhos. Embora se espere de cães de raça um comportamento padrão específico, não existe uma regra irrefutável de que seu cão, de raça reconhecidamente tranquila, não vai ser a ovelha negra da família e rasgar todo o estofamento novo. Ainda assim, seguem aqui algumas raças que não costumam apresentar problemas de adaptação em espaços pequenos.

Foto: Pexels, reprodução

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Para quem gosta de pentear seu animal de estimação, aqui vai algumas sugestões: Shit-zu, Lulu da Pomerânia, Lhasa Apso, Maltês, Yorkshire, Pequinês, Cocker Spaniel e Schnauzer. Embora possa ter pelo cumprido, o Poodle, uma vez tosado, tem a vantagem de não soltar o pelo, podendo, por isso, ser considerado um pet de pelo curto, vantagem que também vem sendo notada no Lulu da Pomerânia.

Foto: Pexels, reprodução

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Para os alérgicos ou mais voltados à higiene do lar, os animais de pelo curto que costumam se adaptar a pequenos espaços podem ser exemplares das raças Dachshund, Boston Terrier, Pug, Pinscher, Chihuahua e Fox, lembrando que animal de pelo curto não significa isenção de pelos no tapete. Outra raça que vem ganhando adeptos já há algum tempo é a Whippet, animais espertos, de trejeitos delicados, silenciosos e muito companheiros.

A zebra dessa escolha é que alguns animais, quando expostos a determinados fatores, podem se transformar no cãozinho alarme do prédio, o que coloca abaixo suas pretensões de ter um pet mais silencioso. Deve-se estar atento às particularidades de cada raça, características que podem ir de encontro ao o que você espera de um bom amigo. Dachsunds são reconhecidamente animais mais teimosos e os Pugs tem fama de dramáticos. Para não potencializar essas tendências, a dica é lapidar o comportamento de seu pet desde tenra idade. Da mesma forma, é bom usar da predisposição “zen” de algumas dessas raças, em especial as orientais, e promover um relacionamento saudável e tranquilo com seu pet. Cabe lembrar que muitos cães que aparecem deitadas tranquilamente sobre o sofá de uma residência, como o Schnauzer e o Cocker Spaniel, quando filhotes, passaram boa parte de seu tempo roendo rodapés e pés de cadeiras, atividade que se vê com certa freqüência em cães filhotes de qualquer raça, daí seu talento em orientar o mascote a reduzir essa manifestação ao longo do período de adaptação.

Foto: Pexels, reprodução

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Para quem pretende adotar, cães de abrigo, embora não tenham a predisposição reconhecida de algumas raças, característica que facilitaria a escolha, podem se adaptar muito bem a um lar de pequenas dimensões se forem observados alguns critérios no comportamento e na personalidade deles. Cães mais agitados e que latem muito durante uma visita humana deixam em evidência sua necessidade de espaço. Aí é contar com a percepção, aquele totozinho mais dócil que fica olhando para você e abanando o rabo no canto do canil pode ser uma boa escolha. Se ele tem traços em seu fenótipo de algumas das raças conhecidas como boas para apartamento já é um bom presságio, mas se você não se sente seguro para escolher, talvez precise estar acompanhado por alguém que tenha a habilidade de traduzir a linguagem corporal de seu novo amigo antes de levá-lo para casa.

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Agora é científico! Cães precisam mais dos seus donos do que gatos

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No mundo todo, pesquisadores tentam fundamentar aquilo que todos já sabem: aristocracia felina não é mito. A famosa diferença entre cães e gatos, aquela que diz que estes não se misturam, tem lá seu fundo de razão, pelo menos por enquanto.

Em junho, a Universidade de Viena deu sua contribuição, para a alegria dos “pais” de cachorro, mostrando que os cães, precisam, sim, estar perto de seus donos. De acordo com a pesquisa, cães nutrem por seus tutores um afeto semelhante àquele que crianças pequenas têm por seus pais. O grupo testado (22 animais) levou em conta a presença dos donos com seus cães em um ambiente estranho e com pessoas desconhecidas. Depois de algum período de tempo, o dono deixa seu cão sozinho. O resultado a gente pode imaginar.

Longe de seus donos, a maioria dos cães se sentiu pouco à vontade ou até mesmo em perigo. Embora não tenham noção de paternidade, os cães desenvolvem por quem os alimenta e protege uma ligação emocional muito estreita, daí ser fonte de muita dor para um cachorro ser apartado de seu dono e isso vale para os casos de abandono porque um cão longe de seu “pai” é um cão perdido no mundo.

Foto: Pexels

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Neste mês, outra notícia fez muita gente torcer o nariz e um balde de água fria caiu sobre os “pais” de gatos. É da Universidade de Lincoln o estudo que busca comprovar que, diferentemente dos cães, os gatos não estão tão apegados assim ao “seu humano”, criatura que ele permitiu aproximação, comportamento que vem ao encontro da velha teoria de que gatos se afeiçoam mais pelo ambiente (territorialidade) do que por quem o abriga e alimenta. Na pesquisa, os gatos foram submetidos a uma situação e local estranhos com e sem a presença de seus donos. Diferentemente dos cães, os bichanos, em sua maioria, seguiram explorando o ambiente sem parecer ter reduzido sua confiança na ausência do tutor, resultados que, analisados, caracterizam animais mais independentes dos laços afetivos para tomarem decisões e se sentirem seguros.

Ingratidão? Não, a diferença se deve muito à domesticação. Enquanto o cão já convive com o homem desde antes da Idade da Pedra, o gato começou a aparecer na sociedade no Antigo Egito, tempo relativamente curto para ele se esquecer de que é um felino, diferente do cão que às vezes pensa que é gente. Em vista disso, gatos tendem a reverter à vida selvagem com relativa facilidade, uma vez que ainda são vistos caçando pássaros e ratos, um instinto totalmente esquecido pelo cão que, sem um provedor, acaba passando fome e insegurança se deixado sozinho em ambiente hostil.

E antes que os simpatizantes corram em defesa de seus bichanos – algo como “meu gato é louco por mim!”– houve registros de participantes que miaram para valer quando viram seus donos saindo da sala, reação que também tem a ver com o arquétipo mental, a história pregressa e a personalidade de cada indivíduo.

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Bom garoto! Como educar seu cãozinho a fazer xixi no lugar certo

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Para quem se antecipou e já embarcou na aventura de presentear um filho com um cachorrinho, talvez você já esteja farto de lavar tapetes e carpetes com produtos removedores de odor de urina. Campeão das reclamações do período de adaptação pet, alguns cãezinhos podem demorar – e muito! – para entender que a casa não é um penico gigante.

Às vezes, um filhote se comporta como criança. A gente fala, fala, fala e fala e parece estar falando para as paredes. Mas calma, ele vai aprender. E acredite: assim que se der conta de que existe um local para essa finalidade ele vai ficar muito mais feliz.

Essa cara de culpado é familiar à alguém? (Foto: Pexels, divulgação)Essa cara de culpado é familiar a alguém? (Foto: Pexels, divulgação)

Então vamos lá:

* Determine o lugar certo que será o banheiro de seu pet. Não o deixe eleger por conta própria a sacada ou o tapete do banheiro. Aliás, não é a toa que cães adoram urinar em tapetes: eles absorvem a umidade e assim não molham suas patas.

* Restrinja o espaço. Parece maldade, mas não é. Até seu pet vai se sentir mais seguro se descobrir sua casa aos poucos. Limite-o a um cômodo ou à cozinha estendida à área de serviço.

* No início talvez seja interessante cobrir o chão de uma área bastante extensa com jornais ou tapetes higiênicos, o material que você eleger para absorver os dejetos. É importante deixar essa área coberta o mais longe possível da caminha e do comedouro de seu pet. Animal costumam ser higiênico e não costumam se alimentar ou dormir perto de suas fezes, daí a importância de estar em cantos opostos.

* O filhote faz xixi muito mais vezes do que um adulto, número que pode ser algo em torno de oito, dependendo da raça e da ingestão hídrica dele. Sabendo disso, tenha ciência do espaço a ser percorrido por ele quando bater aquela vontade de esvaziar a bexiga. Bastam seis metros para ele se agachar e fazer pelo meio do caminho o que pode incluir seu tapete. A dica é estar atento aos horários. Quando acorda e logo depois do almoço é certo que seu pet vai urinar, então seria interessante você pegá-lo no colo e levá-lo até a área eleita se ele por acaso estiver longe dela.

* Logo depois de esvaziar a bexiga é a hora de permitir ao seu mascote se aventurar pelos outros cômodos da casa. Você terá uma hora tranquila para brincadeiras e interação sem o estresse do xixi.

* De quando em quando, se você estiver em casa com ele por mais de uma hora, pegue no colo e leve-o até o local, coloque-o sobre o jornal ou tapete higiênico e diga “xixi”. Se ele fizer, comemore, ele entendeu que agradou você.

* Isso vale para quem também leva seu filhote para a rua. Ao se agachar, enfatize a palavra “xixi” para ele entender que o que está fazendo é xixi.

* Em caso de tapete carimbado, a não ser que você flagre seu pet esteja se agachando (fazer xixi) ou se encolhendo(fazer  cocô), não adianta chamar a atenção dele. Durante a bronca, ele entende que o errado é fazer xixi, e não que é errado fazer xixi naquele lugar. Dessa forma você contribui para a manutenção do grande penico por que seu pet vai se esconder de você sempre que precisar esvaziar a bexiga. Ou pior: vai reter a urina até o próximo passeio higiênico.

* Ter cachorro é ter responsabilidades, e seu pet precisa ter horário para ir ao banheiro ou à rua, o que costuma ser de  3 a 5 vezes por dia quando adulto. Acorde mais cedo se você precisa sair para trabalhar mas jamais negligencie a necessidade de seu cão em esvaziar a bexiga.

Com o passar do tempo, acostumá-lo  à rua é um excelente negócio. Cães adultos facilitarão sua vida se fizerem sua necessidades fora de casa. Limpar o banheiro de um labrador, por exemplo, é jornal que não acaba mais e o odor pode impregnar. O cão costuma se adaptar à sua rotina e esteja ciente de que a primeira coisa a fazer quando chegar em casa é levá-lo para a rua pois o cérebro dele  já desencadeou o processo “estou quase indo ao banheiro”, quando escuta sua voz.

E cuidado! Urina retida predispõe a infecções urinárias!

* Se o cão persistir no erro durante mais de três semanas, talvez você não esteja tendo a necessária postura de liderança de forma eficaz. Procure um adestrador para fazer esse trabalho para você, com gente especializada o resultado costuma ser rápido.

Boa sorte!

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Quer dar um pet para seu filho no Dia das Crianças? Confira dicas para escolher o mascote

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Aviso aos pais atarefados: estamos a pouco mais de um mês do Dia das Crianças, e se seus filhos estão desde o início do ano esperando por aquilo que foi empurrado para outubro – época mais quente,  férias chegando – agora é hora de colocar o que foi combinado em prática para não  correr o risco de ficar  para o Natal a chegada do tão esperado mascote da família.

Foto: Pixabay, reprodução

Um gato peludinho, um yorkshire ou um mestiço de pelo curto? A escolha por um pet nem sempre é tarefa fácil, ainda mais se haverá mais de uma pessoa encarregada de cuidar dele. O importante é a escolha estar pautada nos valores do lar, e isso pode incluir recolher da rua quem precisa.  Atender ao sonho do filho também tem seus méritos e, em vista disso, quem procura uma raça específica já é bom estar percorrendo canis especializados para ver por onde andam – se é que estão caminhando – os filhotes. Já a escolha de um pet abandonado se baseia em outros critérios, já que, diferentemente de um de raça, não se conhece a tendência de seu temperamento, o que deve ser obtido por meio de contato e interação. Animais sem procedência conhecida podem assustar em um primeiro momento mas depois de certo período de tempo já é possível conhecer mais sobre a personalidade de quem está sendo levado para casa.

Se você optou pelo animal de raça e pretende apresentá-lo à família exatamente no dia 12, saiba que hoje ele não deve estar com uma idade inferior a 15 dias. Visite diferentes criadores antes de bater o martelo. Havendo interesse,  você  faz uma reserva para garantir a data do presente, mas ainda deixando-o ao lado da mãe e dos irmãos por algumas semanas, o que é bom para a socialização dele.

Foto: Pixabay, reprodução

Para quem vai recorrer a um abrigo, esteja atento que dificilmente haverá a possibilidade de reservar um animal e buscá-lo apenas na véspera do Dia das Crianças. Isso porque a doação costuma ser um ato imediato e os locais que os recebem estão sempre lotados. Não deixe de visitar o abrigo em dias alternados para observar seu futuro mascote em diferentes momentos.  Para que a relação com seus filhos seja prazeirosa, é interessante visitar o animal, retirá-lo do ambiente comum e ter alguns instantes a sós com ele. Dessa forma, você consegue interagir sem influência de terceiros e assim perceber algum traço da personalidade dele que terá melhores chances de se adaptar à rotina de sua família.

Foto: Pixabay, reprodução

Apaixonando-se por um pet de abrigo, o que não é difícil de acontecer, mas não tendo para onde levá-lo, a dica é  uma clínica veterinária, lugar especializado onde ele ficará alguns dias em observação. Existem clínicas solidárias à causa e os valores de diária costumam ser reduzidos. Embora muitos abrigos entreguem seus protegidos castrados e sem verminose, alguns dias recebendo atenção de profissionais de forma mais exclusiva é interessante para evitar problemas futuros com patologias cujos sinais não apareceram até o dia da adoção. Cabe lembrar que cães e gatos filhotes estão mais propensos a doenças do que animais adultos, daí não haverem sinais clínicos evidentes quando da visita, ainda mais se o animal foi recolhido há pouco tempo, histórico que nem o abrigo teve tempo de constatar.

Foto: Pixabay, reprodução

Ainda tratando de doações, nas redes sociais aparece com freqüência fotos de animais, filhotes ou não, em busca de um novo lar. Fique atento às postagens a partir de agora. E se a escolha se der nos próximos dias, uma boa dica também é contar com a casa da sogra, do irmão ou de um amigo para deixar seu futuro mascote, bichinho que terá momentos de alimentação e descanso, desta vez sem atropelos, e já criando vínculos com aqueles que fazem parte da vida de seu tutor.

E lembre-se: um pet não é um brinquedo. Embora seja notável e recíproco o afeto entre crianças e seus animais de estimação, avalie se seus filhos estão realmente preparados para levar para casa  uma criatura frágil e indefesa que necessita de cuidados, atenção, respeito e carinho.

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