Fique de olho nos carrapatos! Como se livrar desse problema com seu cão

Fique de olho nos carrapatos! Como se livrar desse problema com seu cão

Você não os viu, o tamanho também não ajuda, mas agora eles estão aparecendo no piso branco da sua cozinha. Mas como o Totó pegou carrapato se ele só passeava nos fundos do condomínio?

O verão explica o súbito aparecimento de carrapatos mesmo em animais que não saem do apartamento. Os cães dos vizinhos que frequentam praças e aqueles que voltaram (tapados) de carrapatos da praia são os principais vilões por terem contaminado uma área restrita. Até quem mora em casa e tem cão único pode estar encontrando carrapatos na ponta das orelhas, na barriga e entre os dedinhos de seu mascote. Nesse caso, a culpa pode ser dos passarinhos que levam as larvas em suas penas e também dos gatos que circulam livremente entre telhados de casas, praças e pátios alheios.

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Atenção redobrada para quem está no litoral. Mesmo que você não os veja, as chances de seu pet está sendo infestado não são pequenas ainda mais se ele sai passeando pela cidade litorânea. O mercado pet disponibiliza uma série de produtos com a estrita finalidade de deixá-los longe de seu bichinho, mas é necessário aplicar regularmente para não perder seu efeito.

É importante considerar uma passadinha na pet shop da cidade de origem antes de você voltar de mala e cuia para casa, uma excelente medida preventiva para que seu pet perca todos os ectoparasitas, e isso inclui pulgas e piolhos, antes de voltar a sentar lindo e limpinho no seu tapete.

Encontrando carrapatos em casa? Aí complicou. Além de proteger seu pet, que as essas alturas já foi picado pelo parasita, você também deve combater a presença indesejável com produtos que devem ser aplicados na casa e até mesmo no jardim.

O problema do carrapato não é apenas sugar sangue de seu mascote, ele pode transmitir uma doença, um protozoário que destrói as hemácias no sangue do hospedeiro, a famosa “tristeza parasitária”, uma doença mais conhecida em bovinos que tem também sua versão pet.

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Lembrando de um cachorro cansado que não sai da casinha? A resposta pode estar em um exame de sangue que comprova estar seu pet com erlichiose canina, possibilidade que reforça a importância de você manter os carrapatos bem longe de seu pet.

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Cuidado no Carnaval! Previna-se para o seu pet não ser perdido ou roubado

Cuidado no Carnaval! Previna-se para o seu pet não ser perdido ou roubado

Parece uma bobagem lembrar essas coisas, mas aglomeração de pessoas, festas e lugar desconhecido é prato cheio para fuga – e até roubo – de mascotes, ainda mais nas cidades litorâneas.

O problema é que a casa de veraneio nem sempre é tão bem adaptada à presença pet, e, sendo alugada por temporada, talvez você não tenha tido tempo, autorização ou dinheiro para fechar com tela aquele portão com grades bem espaçadas entre si que não permitem a passagem de uma criança, cuidado que já não se aplica para seu poodle, pinscher ou gato.

Por não estarem em seus ambientes habituais, e seguindo suas velhas rotinas de segurança, veranistas mais descansados dos problemas do cotidiano não vêem problemas na combinação churrasquinho, portão e visita alienada, uma boa oportunidade para ameaçar a segurança de seu mascote.

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Para quem está saindo para curtir um feriado, não esqueça que seu pet precisa de supervisão. Seguem algumas recomendações e alertas:

* Cães e piscina nunca se deram bem. Deixe seu mascote de pequeno porte longe da água e providencie “pontes” em diferentes pontos dela para que ele possa se agarrar e sair sozinho em caso de queda;

* Sacadas de apartamentos alugados podem ser perigosas para o pet se forem gradeadas e não muradas, pois ele pode cair pela fresta;

* Cuide janelas com móveis que facilitem seu alcance. O pet pode se arriscar a saltar em caso de andares baixos;

* Certifique-se de que a casa está bem cercada e que seu mascote não passa por frestas ou entre grades para ir atrás de você, fuga que costuma acontecer quando percebe sua ausência;

* Aliás, se seu pet é daqueles que corre atrás do dono, melhor deixá-lo dentro de casa antes de sair;

* Cães mais agitados e mais ansiosos têm facilidade para se perder porque se sentem inseguros em ambientes estranhos;

* NUNCA! Jamais esqueça de providenciar uma chapinha de identificação com telefone e código DDD na coleira dele. Se não usa coleira, providencie pelo menos para o veraneio;

* Para evitar perdas permanentes, seu pet pode também ser previamente chipado em clínicas veterinárias que oferecem o serviço, cuidado que facilita a vida de quem o recolhe, caso seja a devolução sua intenção. Na dúvida, o “gratifica-se” agiliza a entrega de seu cão, palavra que pode estar em evidência quando se usa plaquetinhas penduradas na coleira;

Lembre-se, Carnaval é uma união de pessoas de todos os estados e de todas as índoles, e nessa confusão, seu pet, sendo de raça, pode ser fonte de cobiça. Por isso, no feriado, não negligencie a segurança de seu mascote que não raro pode ser o principal motivo para o arrombamento de uma casa de veraneio.

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Tudo sobre a Leishmaniose, a inimiga mais perigosa da saúde do seu pet no verão

Tudo sobre a Leishmaniose, a inimiga mais perigosa da saúde do seu pet no verão

Pensando em passar as férias à beira da lagoa ou em regiões muito úmidas? Cuidado: seu pet pode voltar doente.

O nome é complicado e assusta, e por ser um parasita que pode acompanhar seu cão pelo resto dos dias dele, a Leishmaniose precisa levar alguns minutos de sua atenção.

Transmitida por um mosquito, a situação tem sido mais preocupante em Santa Catarina, em especial arredores da Lagoa da Conceição, região que todos os anos amarga novos casos da doença. O cão, assim como animais silvestres, acaba contribuindo com o ciclo porque funciona como reservatório da Leishmania, um parasita que é levado para outros animais, e até mesmo o ser humano, por meio de um mosquito no momento em que pica um animal portador, daí haver casos de eutanásia de cães, uma forma para tentar conter a disseminação.

Pior é que nem todos os cães mostram sintomas que podem vir de um a quatro meses após o contágio, situação que dificulta ao tutor saber que seu pet se tornou portador do parasita. Muitas vezes os sinais são inespecíficos, ou seja, os cães perdem peso e se mostram indispostos, comportamento comum a uma série de outras patologias. Outros, porém, apresentam vômitos, diarréia e feridas que não cicatrizam conforme a doença evolui. Se rins e fígado estiverem envolvidos, haverá sinais referentes as disfunções desses órgãos, e são esses os casos em que seu pet adoece para valer, apatia que pode resultar em óbito. O diagnóstico se dá por exames sorológicos (de sangue) e citológicos (dos tecidos envolvidos).

Cabe lembrar que um cão, mesmo sendo reservatório do protozoário, não passa a doença para outro, nem para o ser humano, por estar em contato direto com eles. Isso se dá exclusivamente por meio do mosquito. A razão da preocupação é que a Leishmaniose pode ser perigosa para o ser-humano, em especial para crianças cujo sistema imune não está fortalecido.

Embora mais comum em cidades úmidas, não são apenas as litorâneas que podem apresentar problemas com Leishmaniose. O Rio Grande do Sul também tem casos e isso inclui até mesmo a fria região de Nova Petrópolis.

Sendo assim, atenção redobrada aos pets nos meses quentes, mais ainda para quem está em região com lagoas. Cão portador de Leishmaniose é questão de saúde pública, notificação que é repassada aos órgãos competentes. A doença não tem cura, mas pode ser controlada quando o animal recupera sua saúde. O tutor, porém, precisa se responsabilizar pelo tratamento.

O melhor a fazer ainda é a prevenção, o que nem sempre é simples para quem mora perto de matas ou locais úmidos; o uso do repelente tem sido a indicação. Evitar passeios em regiões úmidas, em especial pela manhã e final da tarde, hora em que há maior movimento dos mosquitos, também tem sido recomendado. Embora não tenha eficácia superior a 70%, já existe vacina no mercado e alguns países também a exigem no caso de cães turistas.

Assustou? Não era a intenção. Se você não ouviu falar do parasita e vai passear com seu pet em locais propícios ao mosquito, vale uma conversa com o veterinário de seu pet, pessoa indicada para avaliar as recomendações necessárias para a viagem de seu mascote.

Quem nunca sofreu com o cachorro do vizinho que chora o dia todo?

Quem nunca sofreu com o cachorro do vizinho que chora o dia todo?

Aconteceu comigo, com o vizinho do lado, com os de cima e também com os moradores do prédio da frente. Na verdade, quem estava na esquina daquela cidade litorânea sofreu de alguma forma com o episódio. Talvez só quem tinha dificuldades de audição, além do vizinho do andar abaixo ao meu, não sentiu os efeitos daquela barulheira, até porque ela só começava justamente quando ele saía de seu apartamento, atitude que fazia com que seu cachorro, então sozinho e inseguro, gritasse a plenos pulmões.

Com as mãos na cintura e tendo que gritar para ser ouvida por meus filhos, mais de uma vez me flagrei pensando o que passava na cabeça dele. Não apenas incomodava os vizinhos – pessoas que gastaram dinheiro justamente para descansar – mas também a vida do pobre animal, criatura aflita que soltava a voz quando o assunto era ficar sozinho. Por ser a moradora imediatamente acima do referido apartamento, a impressão que se tinha é que o animal gritava da minha própria sacada, tão audível que era seus uivos e lamentos, local onde ele ficava preso, observando o movimento na rua e tendo sobressaltos toda vez que alguém se aproximava do porteiro eletrônico. “São eles! São eles! São eles!”. Mas não eram, e lá vai choradeira.

O passo seguinte foi o zelador, pessoa neutra a quem pedi sigilo e que agisse com delicadeza e discrição: uma maneira de me informar por quanto tempo duraria o martírio daquele animal, sofrimento que de quebra acabava com o veraneio de todo mundo. A resposta veio rápida: “o vizinho reclamão que tenha vergonha na cara, que seja macho e venha aqui falar comigo”.

Pois é, antes de recorrer à justiça a gente até que tenta por outras vias. Mas, no fundo, eu não esperava uma resposta isenta de soberba e arrogância, por que não se pode esperar outra coisa de uma pessoa que, para ser feliz, passa por cima do direito dos outros. Estou falando também em nome do seu mascote.

A razão, prezado vizinho, de eu não ter aparecido foi em primeiro lugar: por que sou fêmea. Em segundo, porque queria poupar a sua – não a minha – vergonha em saber que eu, justamente eu, que tenho tolerância e que gosto de cachorro até debaixo d’água, era quem estava pedindo por um bote salva-vidas. Imagino que seria constrangedor saber que até quem gosta de animais não compactua com sua atitude negligente. Um inocente e carente animal não está sendo ouvido por seu tutor, este fica mergulhado manhã e tarde nas delícias que a beira da praia oferece, enquanto o mundo ao seu redor que se dane.

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O que seu pet não pode comer de jeito nenhum na ceia de Natal

O que seu pet não pode comer de jeito nenhum na ceia de Natal

Neste final de semana, os pets terão um teste e tanto para enfrentar. Não bastassem os fogos de artifício, o relaxamento entre amigos durante a ceia de Natal pode driblar nossa vigilância e isso, aliado a falta de conhecimento, pode trazer malefícios para seu pet a ponto de ser necessário alguns dias internado em uma clínica veterinária para desintoxicação. Mas por quê? Como isso foi acontecer?

Foto: Pexels

Foto: Pexels

Panetone. Uvas passas e chocolate em um mesmo produto são um prato cheio para intoxicar seu pet, principalmente o cão. E às vezes a culpa não é de ninguém. Uma visita, em especial crianças, quer fazer um agradinho e acaba oferecendo ao pet o que não devia, mas não raro o mascote rouba os petiscos da mesa, do lixo ou até do chão.

Mas como saber se seu pet está passando mal por que ingeriu algo tóxico?
A presença de chocolate, uvas passas, maionese, doces e temperos na ceia natalina já é um indício de que seu pet pode ter se alimentado deles, o que pode explicar salivação, tremedeira e até vômitos, sinais que não vieram pelo medo de fogos de artifício, mas pela ingestão de guloseimas. Cabe lembrar o vilão das intoxicações, o chocolate, deslize mais comum essa época do ano, que por ter rápida absorção, ao cair na corrente sanguínea, atinge o sistema nervoso central.

As manifestações clínicas – diarreia, vômito, tremores e respiração acelerada – surgem de seis a 12 horas após a ingestão e podem persistir por dias. Pode ocorrer hemorragia intestinal e, em casos mais severos, convulsão e até coma. A dose tóxica varia de acordo com o porte físico e a sensibilidade do animal, mas uma barra de 120 gramas pode ser fatal para um poodle ou Lulu da Pomerânia.

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Foto: Pixabay

Vale a pena lembrar o que a especialista em nutrição de cães e gatos, Gerusa Silveira, já listou para gente prestar atenção e não oferecer aos animais:

ALHO/CEBOLA
MACADÂMIA
PANETONE E UVAS PASSAS
BEBIDA ALCOÓLICA
OSSOS
ABACATE
MAIONESE CASEIRA
DOCES (BALAS, CHICLETES, ETC)

Para não comprometer a saúde de seu pet, e a alegria das comemorações, a dica é alimentar seu mascote antes da chegada dos convidados. Avise a todos que tem pet solto na área e que não deve receber alimentos da mesa e isso vale para todos os bichinhos da casa, o que inclui gatos, hamsters e até o papagaio. Havendo muita gente – e crianças – na festa de Natal, pondere se não vale a pena deixar seu pet fechado no quarto ou em outra casa mais segura e com menor agito. Não esqueça que mesmo depois de todos os cuidados, seu mascote pode revirar o lixo no dia seguinte e ingerir esses alimentos.

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