Quer dar um pet para seu filho no Dia das Crianças? Confira dicas para escolher o mascote

Quer dar um pet para seu filho no Dia das Crianças? Confira dicas para escolher o mascote

Aviso aos pais atarefados: estamos a pouco mais de um mês do Dia das Crianças, e se seus filhos estão desde o início do ano esperando por aquilo que foi empurrado para outubro – época mais quente,  férias chegando – agora é hora de colocar o que foi combinado em prática para não  correr o risco de ficar  para o Natal a chegada do tão esperado mascote da família.

Foto: Pixabay, reprodução

Um gato peludinho, um yorkshire ou um mestiço de pelo curto? A escolha por um pet nem sempre é tarefa fácil, ainda mais se haverá mais de uma pessoa encarregada de cuidar dele. O importante é a escolha estar pautada nos valores do lar, e isso pode incluir recolher da rua quem precisa.  Atender ao sonho do filho também tem seus méritos e, em vista disso, quem procura uma raça específica já é bom estar percorrendo canis especializados para ver por onde andam – se é que estão caminhando – os filhotes. Já a escolha de um pet abandonado se baseia em outros critérios, já que, diferentemente de um de raça, não se conhece a tendência de seu temperamento, o que deve ser obtido por meio de contato e interação. Animais sem procedência conhecida podem assustar em um primeiro momento mas depois de certo período de tempo já é possível conhecer mais sobre a personalidade de quem está sendo levado para casa.

Se você optou pelo animal de raça e pretende apresentá-lo à família exatamente no dia 12, saiba que hoje ele não deve estar com uma idade inferior a 15 dias. Visite diferentes criadores antes de bater o martelo. Havendo interesse,  você  faz uma reserva para garantir a data do presente, mas ainda deixando-o ao lado da mãe e dos irmãos por algumas semanas, o que é bom para a socialização dele.

Foto: Pixabay, reprodução

Para quem vai recorrer a um abrigo, esteja atento que dificilmente haverá a possibilidade de reservar um animal e buscá-lo apenas na véspera do Dia das Crianças. Isso porque a doação costuma ser um ato imediato e os locais que os recebem estão sempre lotados. Não deixe de visitar o abrigo em dias alternados para observar seu futuro mascote em diferentes momentos.  Para que a relação com seus filhos seja prazeirosa, é interessante visitar o animal, retirá-lo do ambiente comum e ter alguns instantes a sós com ele. Dessa forma, você consegue interagir sem influência de terceiros e assim perceber algum traço da personalidade dele que terá melhores chances de se adaptar à rotina de sua família.

Foto: Pixabay, reprodução

Apaixonando-se por um pet de abrigo, o que não é difícil de acontecer, mas não tendo para onde levá-lo, a dica é  uma clínica veterinária, lugar especializado onde ele ficará alguns dias em observação. Existem clínicas solidárias à causa e os valores de diária costumam ser reduzidos. Embora muitos abrigos entreguem seus protegidos castrados e sem verminose, alguns dias recebendo atenção de profissionais de forma mais exclusiva é interessante para evitar problemas futuros com patologias cujos sinais não apareceram até o dia da adoção. Cabe lembrar que cães e gatos filhotes estão mais propensos a doenças do que animais adultos, daí não haverem sinais clínicos evidentes quando da visita, ainda mais se o animal foi recolhido há pouco tempo, histórico que nem o abrigo teve tempo de constatar.

Foto: Pixabay, reprodução

Ainda tratando de doações, nas redes sociais aparece com freqüência fotos de animais, filhotes ou não, em busca de um novo lar. Fique atento às postagens a partir de agora. E se a escolha se der nos próximos dias, uma boa dica também é contar com a casa da sogra, do irmão ou de um amigo para deixar seu futuro mascote, bichinho que terá momentos de alimentação e descanso, desta vez sem atropelos, e já criando vínculos com aqueles que fazem parte da vida de seu tutor.

E lembre-se: um pet não é um brinquedo. Embora seja notável e recíproco o afeto entre crianças e seus animais de estimação, avalie se seus filhos estão realmente preparados para levar para casa  uma criatura frágil e indefesa que necessita de cuidados, atenção, respeito e carinho.

Leia mais
:: Em oito passos, aprenda a dar remédio para o seu pet sem (muito) sofrimento
:: Gato com cão, cão com hamster… Dicas para adaptar um animal de outra espécie na casa
:: Você sabia que seu pet pode ter pressão alta? Veja como descobrir

Gato com cão, cão com hamster… Dicas para adaptar um animal de outra espécie na casa

Gato com cão, cão com hamster… Dicas para adaptar um animal de outra espécie na casa

O frio está com seus dias contados, o que para alguns significa estar próximo o momento de por em prática o assunto que há tempos vem ganhando espaço na hora do almoço e do jantar, momentos em que compartilhamos nossas ideias com os demais membros da casa. O calor que se mostra mais presente e a proximidade do término do ano escolar – associado, muitas vezes, ao Natal – não raro antecipa os planos de receber mais um bichinho na casa, desejo geralmente das crianças, mas que surge também de casados e solteiros que, já habituados à presença de seu mascote, desejam aumentar a família pet.

O que era para ser bom ganha ares de preocupação quando o assunto é misturar espécie distintas, e ainda reconhecidamente inimigas, como cão e gato, gato e hamster. Embora o instinto animal permaneça, o que vale ainda é o bom-senso aliado a profundos conhecimentos sobre o temperamento do mascote mais antigo da casa que, se não abandonou os sinais mais primitivos de sua essência, como a caça, a chegada do novo mascote começa mesmo a complicar.

2

Mas a preocupação não se restringe ao mais antigo não aceitar (e até agredir) o mascote recém-chegado, animal que pode ter cinco vezes o tamanho do primeiro, o que já é motivo para reverter o quadro da preocupação até mesmo se os dois se derem bem, uma vez que acidentes acontecem durante inocentes brincadeiras. A chegada de um simpático filhote de Golden Retriever acaba com o sossego do gato que há 12 anos descansa soberano em cima do sofá – e que agora talvez prefira escalar os móveis mais altos da casa e se ver livre daquela criatura histérica. Ou não. Há gatos que se divertem e veem um bom entretenimento em provocar os cães se refugiando nas alturas. O jeito, então, é pagar para ver.

Sendo assim, quando o assunto é mascote de outra espécie e de outro tamanho, é necessária uma boa dose de paciência para apresentar os animais um ao outro, encontro que deve contar com total assistência dos donos da casa. Isso inclui servir de fortaleza no momento em que for permitido ao mais forte chegar perto do nariz do mais fraco, independente de este ser o mais antigo da casa ou não. Cada caso é um caso. O fundamental é estar sempre presente para que os mascotes se tornem bons companheiros, uma das principais finalidades de se adquirir um segundo pet na moradia. Tudo vai depender da personalidade de cada animal. O ideal é que ambos se socializem, embora não raro novas regras de espaço sejam estabelecidas para que um não afronte o espaço já conquistado do outro.

1

Dicas para adaptar uma outra espécie animal na casa

• Jamais embarque nessa aventura se é sabido que seu pet mais velho é temperamental e com histórico de ciúmes.

• Tenha bom senso. Não espere ter uma vida tranquila se pretende colocar no mesmo pátio hamsters e Pastor Alemão. Pássaros e gatos também não costumam combinar.

• A rotina do mascote antigo deve ser mantida o máximo possível para que não se sinta prejudicado com a chegada do novo integrante.

• Cães e gatos idosos e com muitos anos reinando soberanos na casa podem exigir mais tempo de adaptação.

• Se possível, faça um teste de adaptação com o novo integrante antes da mudança definitiva.

• Explique aos filhos que o antigo mascote necessita da mesma atenção e também respeito ao seu espaço e momentos de privacidade. É necessário muita conversa e combinações com os pequenos para que o animal de mais idade não se sena substituído.

• Não forçar o convívio dos animais quando um se mostra refratário à presença do outro.

3

• Dê ao antigo mascote uma atenção exclusiva e demonstre naturalidade quando o mais novo se inserir no cenário.

• Se você tem uma fêmea, pode ser mais fácil se adaptar ao segundo mascote pois machos são mais territorialistas.

• Se o segundo mascote for animal de rua, certifique-se de que recebeu a devida atenção com vacinas e procure conhecer um pouco mais de sua personalidade antes de levá-lo para casa. Animais que ficaram à própria sorte podem ser mais submissos ou mais agressivos no que se refere a dividir espaço dependendo de suas experiências anteriores.

• Se você não está certo sobre o que pode acontecer com a chegada de um novo integrante, procure um adestrador previamente.

• Não dê chance ao azar. Evite deixar o papagaio solto na sala enquanto você toma banho se o cachorro também está livre pelo ambiente.

Veja também
:: 15 razões que podem explicar a alergia em seu pet
:: Seu mascote realmente gosta de estar com seus filhos?

Os cuidados que os donos devem ter no inverno com os pets recém-nascidos

Os cuidados que os donos devem ter no inverno com os pets recém-nascidos

Ao contrário do que se pensa – que o filhote está protegido do frio por sua mãe – é (e muito!) perigoso para bebês de cães e gatos nascerem em épocas frias, ainda mais se os donos não estão familiarizados com os cuidados necessários para manter a temperatura corporal dos pequenos. Se é desconhecido o dia provável do parto, as chances dos filhotes sofrerem por causa do frio se tornam ainda maiores.

Para ter ideia da fragilidade nesse momento, 30 minutos com a barriga em contato com a superfície fria já são suficientes para dar início a um quadro de hipotermia em um filhote de até cinco dias. Episódio que pode resultar na morte do animal mesmo depois de sucessivas tentativas de reverter o processo aplicando-lhe calor.

Esse tipo de acidente costuma acontecer momentos depois do parto não programado, o que explica não terem sido observados os quesitos de proteção à vida dos recém-nascidos em dias frios.

Confira abaixo algumas dicas de como proceder nos primeiros dias de vida de seu filhote.

  • Se você está perdido e não sabe que dia sua cadela ou gata vai dar à luz, comece a deixá-la em observação dentro de casa ou em um abrigo seguro do frio. O período indicado é de 54 dias após a data do primeiro acasalamento.
  • Se sua mascote é de grande porte e dorme na rua, uma casinha já deve ter sido providenciada, embora o melhor a fazer nessa época seja colocá-la dentro de casa.
  • Se a mascote é de sítio ou fazenda, uma área bem protegida significa paredes e cobertura para geada. A parte interna não pode ser negligenciada e deve estar bem forrada com material quente que não apenas folhas de jornal. Essas são boas para manter o chão seco, mas não aquecem os filhotes recém-nascidos.
Foto: Pixabay, reprodução

Foto: Pixabay, reprodução

  • Cuidado com o uso de cobertores. Embora aqueçam os filhotes, se compridos demais, favorecem pequenos túneis onde o pequeno pode buscar abrigo e acabar se sufocando. Dê preferência para tapetes de fibra longa, firme e que não dobre nele mesmo.
  • Evite carpete. Filhotes de cães e gatos nascem com garras afiadas que frequentemente se engancham no carpete ficando os animais retidos no mesmo lugar.
  • Preveja a possibilidade de o filhote cair da casinha levado até mesmo pela mãe quando ele não larga a teta na hora em que ela levanta. Talvez ela não saiba colocá-lo de volta à casa – o faz com a boca – e assim aumentam as chances de o filhote desgarrado morrer de frio.
  • Uma boa maneira de evitar que um filhote caia da casinha é reduzir a  base da porta de entrada com um obstáculo de 5 a 8cm de altura. Camas de fibra são mais indicadas na maternidade justamente por serem fabricadas em forma de balaio o que dificulta quedas.
  • Esse acidente, queda do filhote e posterior contato dele com ventos e chão frio, ocorre com mais freqüência quando a maternidade é montada na área de serviço ou cozinha.
Foto: Pixabay, reprodução

Foto: Pixabay, reprodução

  • Conforto térmico para a mãe: o calor materno pode proteger os filhotes  que se abrigam entre as patas e barriga de sua mãe, mas de nada adianta eles estarem em contato com o corpo dela se não estiver protegida dos ventos que a fazem tremer de frio.
  • Cadela e gata que tiveram apenas um filhote, cuidados redobrados no forro da casinha. O bebê não tem irmãos para se aquecer.

E atenção!

Calor demais também pode ser perigoso. Colocar lâmpadas perto dos filhotes pode funcionar, mas se muito abafado pode ser igualmente perigoso. Quando o calor é intenso, eles choram constantemente e procuram se afastar um dos outros em busca de um lugar mais frio. O equilíbrio é encontrado quando se percebe os filhotes dormindo serenamente e dando pequenos “pulinhos”, sinal de que estão confortáveis e até sonhando.

Leia mais
:: Cães e gatos passam frio, sim: saiba como protegê-los das baixas temperaturas
:: Espaço do pet pode compor a decoração da casa: veja sugestões
:: S.O.S. frio! Cuidados com as patinhas de seu pet no inverno

Cães e gatos passam frio, sim: saiba como protegê-los das baixas temperaturas

Cães e gatos passam frio, sim: saiba como protegê-los das baixas temperaturas

Existe uma falsa ideia de que cães e gatos, por terem pelos, não sentem frios como nós. Isso é um erro: os mascotes não são imunes às quedas de temperatura e, por isso, os donos acabam perigosamente negligenciando os cuidados com o frio.

Muitas pessoas pensam que cachorros se sentem à vontade em baixas temperaturas em função de animados retratos em meio à neve. Mas a verdade é que eles sofrem e, em contato direto com superfícies geladas, podem desenvolver ferimentos nas almofadinhas plantares.

image011

O Brasil tem diversas raças de animais originárias de regiões de temperaturas abaixo de zero. E por conta disso, cães como Husky Siberiano, Malamute do Alasca, Golden Retriever, Terra Nova e São Bernardo se mostram particularmente mais resistentes ao nosso frio. Também estão mais bem protegidos animais que acumularam uma boa camada de gordura debaixo da pele. O satisfatório nessa época do ano para um cão de porte médio é que essa camada apresente aproximadamente um dedo de espessura, o que seguramente ajuda a manter a temperatura do corpo em níveis adequados. Em busca dessa tão preciosa camada extra, recomenda-se aumentar a quantidade de ração no inverno em especial aos cães de guarda, aqueles que pernoitam fora de casa.

image004

Porém, mesmo cães geneticamente selecionados para suportar o frio necessitam de tempo para se prepararem para esses dias – adaptação que se desenvolve de forma gradual e progressiva – e que se mostra insatisfatória quando o assunto é queda brusca de temperatura como a que ocorreu nessa semana.

Se seu pet é de pelo curto, o cuidado deve ser redobrado. Cães e gatos com pelo baixo, filhotes e pets idosos sofrem em condições climáticas mais frias podendo desenvolver doenças respiratórias e até pneumonia. E, às vezes, um tapetinho não basta: é necessário protegê-los do sereno fazendo uso de cobertores, casinhas e roupas.

image006

Como saber se seu pet está com frio? 

Se você está esfregando as mãos e colocando casaco, não pense que a sensação térmica de seu pet é diferente.Três sinais deixam claro esse problema (hora em que uma roupinha será bem vinda):

  • acessos de tremedeira
  • ponta de orelhas e patas mais frias ao toque do que o habitual
  • seu pet se encolhe todo em cima de um tapete

O uso de agasalhos e roupinhas não faz mal ao pet, porém devem ser usados de forma correta. Uma roupa não pode ser desconfortável, apertada demais ou impedir movimentos. Nem todo animal gosta de estar vestido e, nesse caso, uma dica é colocar uma roupa de malha básica e relativamente frouxa poucas horas por dia, em especial naquelas mais frias da manhã ou durante à noite para que o pet se acostume. E nada de cintos, fivelas ou capuz.

Pexels, reprodução

Pexels, reprodução

No sul do Brasil, pets devem ser protegidos, além do frio, da umidade e dos ventos. Se seu cão é um animal de guarda, verifique se ele está em condições adequadas para manter sua temperatura corporal. Para um Dobermann, por exemplo, dormir ao relento em noites de inverno é submetê-lo ao flagelo do frio, podendo tremer durante todo esse tempo e até adoecer, o que já não acontece tão facilmente com o Rotweiller, animal mais reforçado em sua estrutura e isso inclui gordura. Se não pode levá-lo para passar a noite dentro de um local coberto, certifique-se de que o cão  exerça sua função bem abrigado. Ao contrário do que muitos pensam, forçar um animal a se adaptar ao frio não funciona. Seu cão vai sofrer as consequências da hipotermia, o que já é meio caminho até uma clínica veterinária.

E, por fim, a última dica: nessa época do ano, sempre que possível mantenha seu pet em contato direto com o sol.

Leia mais
:: S.O.S. frio! Cuidados com as patinhas de seu pet no inverno
:: 15 razões que podem explicar a alergia em seu pet
:: Seu mascote realmente gosta de estar com seus filhos?

Mudança de endereço? Cuidados com a adaptação do seu gato

Mudança de endereço? Cuidados com a adaptação do seu gato

Vida nova às vezes pode ser sinônimo de confusão: onde estão guardadas as meias agora? Se para você pode ser complicado até nas pequenas coisas, imagine para seu pet que de uma hora para outra descobre que mudou de ambiente. E se ele é um gato, cuidados redobrados. Felinos desenvolvem laços fortes com o local onde vivem. D deixar para trás seu antigo “mirante”, sua escada ou sacada preferida pode ser uma experiência bastante traumática para ele.

Veja algumas dicas para que seu gato compreenda que a vida mudou, sim, mas que vocês ainda continuam juntos – e que novos lugares da casa estão esperando para ser explorados.

1. Se houver a possibilidade, deixe seu gato na casa de um parente ou amigo. Gato em dia de mudança é só para complicar a vida de quem está se mudando e de quem está trabalhando na mudança.

cat3

2. Se isso não é possível, não conte que a equipe do transporte tenha com seu gato o mesmo cuidado e atenção que você. Uma simples advertência como “não abra essa porta que aí está o meu gato” não vai funcionar. O melhor é deixá-lo trancado em um cômodo cujos móveis serão os últimos a ser removidos.

3. Não havendo como trancar um dormitório e fechar suas janelas, uma boa opção continua sendo o banheiro. Na porta deve escrever com letras garrafais “Gato Solto” e usar fitas adesivas na maçaneta de forma que inviabilize alguma pessoa distraída de abrir a porta.

4. Quem tem caixa de transporte pode usá-la para e acomodar o gato em sua gaiolinha em um local com menor movimento durante a mudança, podendo ser o banheiro também.

5. Se a opção foi deixar o pet em casa durante a mudança, lembre-se de que ele será a última coisa a ser carregada para fora da casa antiga e jamais pense em colocá-lo no carro antes de a mudança estar totalmente no caminhão. Deixá-lo no carro e voltar para resolver alguma questão de última hora é perigoso. Os atropelos de uma mudança podem atrasá-lo por muito tempo, e o gato ficará esquecido dentro de um carro quente.

cat2

6. Lembre-se de que seu pet pode se assustar e correr em disparada com qualquer movimento brusco em meio a um local desconhecido. Sendo um bairro estranho, pode ser difícil voltar a reaver seu mascote. Por isso, não esqueça da coleira de identificação e eleja um quarto para ser montado primeiro na nova moradia, espaço que vai receber seu pet e preservá-lo de mais movimentação de pessoas e objetos.

7. Não esqueça de alimentá-lo e manter água fresca durante esse dia.

8. Acabou o estresse? Tudo dentro do novo lar? Então feche tudo e deixe o gato cheirar o ambiente.

9. Muito cuidado com sacadas e andares altos que não tiverem proteção contra quedas. Permita ao animal entender que está em um andar alto. Não são raros gatos que moravam em casa caírem de janelas e sacadas de apartamentos logo nos primeiros dias.

10. Mostre a casa a ele e tente infundir carinho em sua voz. Na medida do possível, faça do novo lar um ambiente em harmonia e procure manter mesma rotina e horários da casa anterior.

11. Muita atenção aos novos arranjos da casa. O que era seguro na casa antiga pode representar perigo no novo ambiente. O estreito espaço em que o pet se refugiava atrás da máquina de lavar a roupa pode estar reduzido ou repleto de fios que podem causar desde desconforto até acidentes.

cat1

12. Se você já sabe que seu gato é estressado, leve-o para a nova morada dias ou até uma semana depois de sua mudança definitiva, momento em que você já estará menos tensa e com a mente mais livre para identificar o que é potencialmente perigoso para seu mascote.

13. Mantenha o gato dentro de casa por pelo menos duas semanas para que ele se acostume com o novo ambiente sem querer fugir.

Mudança para outro estado? Procure um veterinário para saber o que fazer com seu gato que vai viajar pela primeira vez. No post transporte de animais para a praia você encontrará algumas dicas para isso.

Confira outras colunas do Animal Print
:: Cuidado com o chocolate! Presente de Páscoa pode ser fatal ao pet
:: A casa do seu pet precisa de reformas e reparos? Confira dicas de limpeza e conservação
:: 7 dicas para quem não resistiu à tentação de ter um coelho