Cuidado no Carnaval! Previna-se para o seu pet não ser perdido ou roubado

Cuidado no Carnaval! Previna-se para o seu pet não ser perdido ou roubado

Parece uma bobagem lembrar essas coisas, mas aglomeração de pessoas, festas e lugar desconhecido é prato cheio para fuga – e até roubo – de mascotes, ainda mais nas cidades litorâneas.

O problema é que a casa de veraneio nem sempre é tão bem adaptada à presença pet, e, sendo alugada por temporada, talvez você não tenha tido tempo, autorização ou dinheiro para fechar com tela aquele portão com grades bem espaçadas entre si que não permitem a passagem de uma criança, cuidado que já não se aplica para seu poodle, pinscher ou gato.

Por não estarem em seus ambientes habituais, e seguindo suas velhas rotinas de segurança, veranistas mais descansados dos problemas do cotidiano não vêem problemas na combinação churrasquinho, portão e visita alienada, uma boa oportunidade para ameaçar a segurança de seu mascote.

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Para quem está saindo para curtir um feriado, não esqueça que seu pet precisa de supervisão. Seguem algumas recomendações e alertas:

* Cães e piscina nunca se deram bem. Deixe seu mascote de pequeno porte longe da água e providencie “pontes” em diferentes pontos dela para que ele possa se agarrar e sair sozinho em caso de queda;

* Sacadas de apartamentos alugados podem ser perigosas para o pet se forem gradeadas e não muradas, pois ele pode cair pela fresta;

* Cuide janelas com móveis que facilitem seu alcance. O pet pode se arriscar a saltar em caso de andares baixos;

* Certifique-se de que a casa está bem cercada e que seu mascote não passa por frestas ou entre grades para ir atrás de você, fuga que costuma acontecer quando percebe sua ausência;

* Aliás, se seu pet é daqueles que corre atrás do dono, melhor deixá-lo dentro de casa antes de sair;

* Cães mais agitados e mais ansiosos têm facilidade para se perder porque se sentem inseguros em ambientes estranhos;

* NUNCA! Jamais esqueça de providenciar uma chapinha de identificação com telefone e código DDD na coleira dele. Se não usa coleira, providencie pelo menos para o veraneio;

* Para evitar perdas permanentes, seu pet pode também ser previamente chipado em clínicas veterinárias que oferecem o serviço, cuidado que facilita a vida de quem o recolhe, caso seja a devolução sua intenção. Na dúvida, o “gratifica-se” agiliza a entrega de seu cão, palavra que pode estar em evidência quando se usa plaquetinhas penduradas na coleira;

Lembre-se, Carnaval é uma união de pessoas de todos os estados e de todas as índoles, e nessa confusão, seu pet, sendo de raça, pode ser fonte de cobiça. Por isso, no feriado, não negligencie a segurança de seu mascote que não raro pode ser o principal motivo para o arrombamento de uma casa de veraneio.

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Quem nunca sofreu com o cachorro do vizinho que chora o dia todo?

Quem nunca sofreu com o cachorro do vizinho que chora o dia todo?

Aconteceu comigo, com o vizinho do lado, com os de cima e também com os moradores do prédio da frente. Na verdade, quem estava na esquina daquela cidade litorânea sofreu de alguma forma com o episódio. Talvez só quem tinha dificuldades de audição, além do vizinho do andar abaixo ao meu, não sentiu os efeitos daquela barulheira, até porque ela só começava justamente quando ele saía de seu apartamento, atitude que fazia com que seu cachorro, então sozinho e inseguro, gritasse a plenos pulmões.

Com as mãos na cintura e tendo que gritar para ser ouvida por meus filhos, mais de uma vez me flagrei pensando o que passava na cabeça dele. Não apenas incomodava os vizinhos – pessoas que gastaram dinheiro justamente para descansar – mas também a vida do pobre animal, criatura aflita que soltava a voz quando o assunto era ficar sozinho. Por ser a moradora imediatamente acima do referido apartamento, a impressão que se tinha é que o animal gritava da minha própria sacada, tão audível que era seus uivos e lamentos, local onde ele ficava preso, observando o movimento na rua e tendo sobressaltos toda vez que alguém se aproximava do porteiro eletrônico. “São eles! São eles! São eles!”. Mas não eram, e lá vai choradeira.

O passo seguinte foi o zelador, pessoa neutra a quem pedi sigilo e que agisse com delicadeza e discrição: uma maneira de me informar por quanto tempo duraria o martírio daquele animal, sofrimento que de quebra acabava com o veraneio de todo mundo. A resposta veio rápida: “o vizinho reclamão que tenha vergonha na cara, que seja macho e venha aqui falar comigo”.

Pois é, antes de recorrer à justiça a gente até que tenta por outras vias. Mas, no fundo, eu não esperava uma resposta isenta de soberba e arrogância, por que não se pode esperar outra coisa de uma pessoa que, para ser feliz, passa por cima do direito dos outros. Estou falando também em nome do seu mascote.

A razão, prezado vizinho, de eu não ter aparecido foi em primeiro lugar: por que sou fêmea. Em segundo, porque queria poupar a sua – não a minha – vergonha em saber que eu, justamente eu, que tenho tolerância e que gosto de cachorro até debaixo d’água, era quem estava pedindo por um bote salva-vidas. Imagino que seria constrangedor saber que até quem gosta de animais não compactua com sua atitude negligente. Um inocente e carente animal não está sendo ouvido por seu tutor, este fica mergulhado manhã e tarde nas delícias que a beira da praia oferece, enquanto o mundo ao seu redor que se dane.

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Leia estas dicas antes de presentear seu filho com um animal de estimação no Natal

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Final de ano, em muitas famílias, a mesma história se repete. O que não veio na Páscoa nem no aniversário ganha reforços com a chegada do Natal. Isso, acrescido de bom comportamento e bom desempenho na escola, se mostra argumento mais do que suficiente para pais e mães se curvarem aos insistentes pedidos do filho que há horas implora pelo animal de estimação.

Até aí tudo bem. De acordo com Heloísa Fischer Meyer, médica psiquiatra da infância e adolescência, um bichinho pode trazer algumas vantagens para o público infantil. A tolerância à frustração, aprender a lidar com a morte, a respeitar os limites dos outros e até mesmo a dividir são alguns desses benefícios. A questão é quando os pais, por não terem muita afinidade com animais, acabam protagonizando uma cena que não é tão rara nos consultórios veterinários algum tempo depois: dá pra vocês ficarem com o cachorro? O Joãozinho não está cuidando dele.

Um dos maiores motivos que levam o animal a doação, seja ele de raça ou trazido de um abrigo, é quando um adulto, refratário à presença do cão ou gato, chega ao seu limite de tolerância do animal. Isso pode acontecer meses ou anos depois, com o cuidado da alimentação e higiene do mascote dos filhos. Estes que ganharam o tão sonhado animal de estimação sob a condição de ajudar a cuidar dele.

Se estamos falando de um adolescente, talvez o combinado tenha efeito prático, mas, segundo a especialista, um dos maiores erros é exigir de uma criança a responsabilidade de gerir os cuidados de seu pet. Heloísa salienta que pode ser exigido sim uma parcela de esforço do tutor mirim, mas desde que isso se enquadre em suas capacidades.

– O dever da criança é brincar com seu mascote e dar carinho. Passear na rua, banho e alimentação é responsabilidade de adulto. O pior que os pais podem fazer é doar o animal e dizer que isso se deve pelo fato de a criança não ter cuidado dele – enfatiza Heloísa.

Embora a maioria das famílias simpatize com a ideia de dividir o teto com um animal de estimação, deve-se ter em mente que a chegada de um mascote nas vida das crianças é, sim, mais uma tarefa para os adultos. E se o pai ou a mãe realmente não aprecia as responsabilidades que vem junto com o animal, o jeito talvez seja esperar os filhos crescerem. Mas enquanto esse dia não chega uma maneira de tangenciar o desejo é brincar com o cachorrinho na casa da vovó, “pedir emprestado” o gato da tia, visitar com maior freqüência o amiguinho que tem cachorro. É um contato harmonioso que exige bem menos comprometimento dos pais, não magoa os filhos, e, principalmente, não compromete o bem-estar do animal, que ganha a chance de ser adotado por uma família que o acolha com afeto pelo resto de sua vida.

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Vai viajar com seu pet? Atenção às regras e documentos

Vai viajar com seu pet? Atenção às regras e documentos

Pet na janela só fica bem em foto. É preciso acondicioná-lo em caixas ou adaptador ao o cinto de segurança (Foto: Pexels)

Já falamos aqui, nas férias de julho, que quem quisesse levar seu pet para passar o Révéillon no exterior, dependendo do país, talvez tivesse de fazer exames de sangue já no mês de setembro com vistas àquele período. Mas o inverno é uma estação distante demais para se pensar o que fazer no final do ano, e por isso que só agora, com o Natal chegando, é que bateu aquela vontade de ir de mala, cuia e pet fazer uma visita-surpresa para a irmã que mora há 700 quilômetros de distância da família.

O bom é que o Brasil é bem grande e muitos podem ser os destinos para os pets sem grandes burocracias. O tutor precisará sempre portar a carteira de vacinação antirrábica em dia acompanhada pelo atestado de um médico veterinário, credenciado pelo Conselho Regional de Medicina Veterinária, que tem validade de até cinco dias. Ou seja: na hora de voltar, se ultrapassar esse período, você deverá procurar um profissional na cidade onde estiver para um novo atestado. Não é exagero, é questão de zoonose, de saúde pública os animais viajarem sem oferecer riscos à população, razão pela qual essas regras não podem ser negligenciadas.

* Ônibus

Quem vai se deslocar de ônibus para outra cidade deve acondicionar o mascote em uma caixa de transporte adequada para seu tamanho. É necessário se informar junto à empresa quais são regras específicas sobre transporte animal (peso e tamanho) porque pode variar centímetros de uma para outra. De qualquer forma, o pet não embarca sem os documentos descritos acima.

* Carro

Mesmo estando dentro de seu automóvel, você deve acondicionar seu gato em uma caixa de transporte, o mesmo valendo para cães de pequeno porte. Se seu mascote é de raça grande, é permitido levá-lo no banco de trás, desde que devidamente protegido pelo adaptador de cinto de segurança que você encontra em lojas do ramo.

* Avião

Informe-se, e com muita antecedência, sobre as regras da companhia que se pretende viajar por que pode incluir até mesmo a necessidade de sedação. Seu pet pode até viajar na cabine, também acondicionado em caixa de transporte, mas existem restrições sobre essa possibilidade e não costuma ser mais de um pet por vôo, lembrando que a prioridade são cães de serviço, como cães-guia.

Lembrando que:

Os países do Mercosul permitem o trânsito de animais com o Passaporte para Cães e Gatos, um documento emitido pelo Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (MAPA) que contém todos os dados do animal que deve ser chipado antes de deixar o Brasil. Países como Uruguai e Paraguai estão atentos para a leishmaniose, doença para a qual os cães brasileiros precisam apresentar exame sorológico negativo.

O atestado de saúde têm validade até o aeroporto internacional e o despacho é realizado pelos fiscais do MAPA, órgão que está aberto para esclarecer dúvidas através de agendamento, uma maneira segura de buscar informações sobre as exigências sanitárias de outros países. Para a União Europeia, por exemplo, os trâmites antes de deixar o Brasil podem demorar quatro meses para ser concluídos, tempo bem menor se o país de destino for o Canadá ou os Estados Unidos.

Mais informações, clique aqui.

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Frutas que seu pet pode (e deve) consumir

Frutas que seu pet pode (e deve) consumir

Verãozinho chegando e a alimentação saudável já fazendo parte do cardápio? Laranja picada, banana e maça no café da manhã até o final de veraneio.  E seu pet ali, sentado do seu lado, olhando para cima, com cara de cachorro pidão…

Nessa onda de que alimentos humanos não são  muito saudáveis para os pets – uva é considerada tóxica para o organismo canino – a zootecnista e doutoranda em Nutrição Animal, com ênfase em Cães e Gatos da UFRGS, Geruza Silveira Machado, destacou algumas  frutinhas que podem fazer parte da dieta de seu pet neste verão!

Frutas cítricas como laranja, tangerina e mexerica
Fontes de vitamina C, aquele que possuí efeito antioxidante, a ingestão dessas frutas ajuda a neutralizar os radicais livres. Por ser um agente redutor, a vitamina C facilita a absorção do Ferro que é essencial para homeostasia corporal e também ajuda a fortalecer o sistema imunológico porque aumenta a produção de glóbulos brancos, o que é interessante para prevenir doenças.

Foto: Pixabay, divulgação

Foto: Pixabay/Divulgação

Banana
A fruta rica em potássio também é ótima fonte de energia, principalmente para animais ativos. Ela tem muitas fibras e apresenta uma quantidade significativa de fruto oligossacarídeos, conhecidos como FOS, fibras prebióticas que auxiliam a função intestinal e o sistema imunológico.

Maçã
Além de fibras, a maçã é fonte de pectina(a pectina é uma fibra solúvel, fibra fermentável que melhora a saúde intestinal pois serve como alimento para bactérias benéficas) e também de polifenóis especialmente na casca. Os polifenóis,  depois de absorvidos, são metabolizados e atuam sobre os radicais livres, limitando os efeitos nocivos do estresse oxidativo. A ingestão dos polifenóis da casca da maçã pode suprimir a ativação das células T e evitar o desenvolvimento de infecções intestinais, patologia que pode aparecer quando os animais estão parasitados ou após ingerirem algo estragado, ou, mais raro, após a troca brusca de alimentação. Atenção que alergia alimentar também pode causar colites.

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Foto: Pixabay/ Divulgação

Coco
Contém albumina, aquela que se encontra nos ovos e é bom para a formação dos glóbulos vermelhos. A polpa de Coco também é rica em fibras que favorece a saúde intestinal. Para quem usa o óleo de coco, pode misturá-lo no alimento, forma mais certa de que os animais irão consumir seus componentes – ácido láurico, ácido cáprico e caprílico – que têm efeitos antibacterianos, antivirais e antifúngicos. Seu leve efeito antisséptico permite também o uso tópico podendo até mesmo ser aplicado em feridas.

O coco também é fonte de triglicerídeos de cadeia média (TCM) que não se acumulam sob forma de gordura, mas pelo contrário, são metabolizados de forma fácil e eficiente pelo organismo, gerando energia prontamente, uma fonte alternativa de energia para melhorar a função cerebral dos cães. Sua digestão independe da ação da bile e das enzimas pancreáticas, diminuindo a carga sobre fígado e pâncreas, por isso uma das gorduras mais indicadas para pets com histórico de doenças hepáticas, pancreatite, gastrite, duodenite e colite.

Em gatos, a oferta regular de óleo de coco na dieta ajuda a prevenir e até a eliminar bolas de pelos. Para um animal saudável é possível oferecer uma colher de chá por dia (normal não muito cheia e não muito rasa) podendo fracionar essa quantidade nas alimentações).

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Foto: Pixabay/Divulgação

Cabe salientar que frutas e verduras devem ser ofertadas com moderação para evitar diarreia devido a superalimentação e ou aumento de peso por ingestão de excesso de alimentos, o que pode provocar até mesmo obesidade. A oferta é em forma de petiscos e as porções devem ser proporcionais ao peso do cão.

A informação confundiu? Querendo entender um pouco mais da dieta de seu pet escreva para alimentacaoenutricaopet@gmail.com

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