S.O.S. frio! Cuidados com as patinhas de seu pet no inverno

S.O.S. frio! Cuidados com as patinhas de seu pet no inverno

Para quem pensa que as patinhas dos cachorros só precisam de atenção no verão, atenção! Embora não tenha mais aquele calor escaldante que queima as almofadinhas, aquela parte fofa que os cães têm debaixo dos dedos, calçadas irregulares, pedrinhas soltas no chão e umidade são outros fatores que podem comprometer a saúde de seu pet.

Os cães que têm pelo baixo, o que geralmente também ocorre com os pelos entre os dedos, se beneficiam quando o assunto é fungos nas patas. Por terem a região mais ventilada, assim que retornam de um passeio em pouco tempo suas patas já estão secas.

Para quem tem cão peludo, manter a região entre os dedos tosada é um bom recurso que facilita a higiene. Patas peludas podem criar nós, o que facilita a proliferação de fungos e desconforto ao caminhar com uma bolinha entre os dedos. Os pelos  também podem favorecer quedas uma vez que o animal pode escorregar em pisos molhados. Por outro lado, deixar o cão com pelos nas extremidades pode reduzir os danos em caso de pisar sobre uma pedra ou caco de vidro.

Fotos: Pexels

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Um acessório que pode auxiliar a proteger a região entre os dedos são as botinhas para cachorro. Porém, não se recomenda seu uso se o animal não gosta ou se não se adaptou muito bem. Alguns cães ficam parados e caminham muito pouco quando estão calçados, aí vai depender de cada um. Caminhar de forma desconfortável também não é recomendável pois afeta o equilíbrio e o humor do cachorro na hora do passeio.

Manter seu pet se exercitando sempre pela mesma calçada, sendo esta regular e segura, também  ajuda a manter a integridade das patas, mas cuidado porque podem aparecer cacos de vidro e pedrinhas. Nem mesmo a grama é um local 100% escuro pois também é fácil esconder objetos cortantes no meio dela. Manter as unhas de seu pet curtinhas também facilita a sensibilidade plantar e favorece uma caminhada mais plana.

Foto: Pexels, divulgação

Foto: Pexels, divulgação

O que fazer se seu pet se feriu em um passeio
Se o corte foi feio, seu animal imediatamente vai esboçar reação, podendo gritar, recolher a pata ou interromper o passeio e lamber demoradamente a região afetada. Lambeduras constantes denunciam ferimentos de menor extensão. Às vezes uma inspeção visual já basta para descobri o que incomoda seu cão. Se o coça-coça persistir, outras patologias relacionadas com dermatite, alergia, parasitas  e até questões comportamentais devem ser consideradas.

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Sete livros com temática pet para o Dia das Mães

Sete livros com temática pet para o Dia das Mães

Ainda naquela dúvida do presente para o Dia das Mães? Aqui algumas dicas do que (ainda) está na prateleira para aquela mãe que adora o universo pet!

Quer mergulhar fundo no mundo dos gatos? Justine A.Lee, autora do livro Este mundo é dos gatos responde dúvidas que vão desde a doação de sangue até curiosidades do mundo dos felinos passando por comportamento e dicas para corrigir alguns vícios.

Para as mães que curtem uma literatura espírita, Um amor de quatro patas, de Sérgio Chiamatti, é um romance onde cão é tratado com a seriedade e consideração devidos a qualquer ser vivo, animais da Criação que têm papel fundamental na evolução da humanidade.

Ainda nessa linha, o curioso ponto de vista de tudo o que vivemos narrados por um cachorro no final de sua vida é a aposta de A arte de correr na chuva, um cão intimista que conta o que aprendeu com seus humanos na terra. A narrativa é interessante mas já aviso: ainda no  primeiro capítulo, o animal está velho e sabe que vai morrer *** arraste o mouse ou selecione no “touch” para spoiler -> que está velho e se despedindo da vida, ou seja, o protagonista fofo peludinho morre no fina

Falando em morte,  Marley e eu segue uma excelente pedida. Embora meio mundo já o tenha visto na telona, e chorado em seus últimos capítulos, a leitura é fácil, leve e tem momentos bem divertidos.

Outro livro que considera, e muito, a presença de um cachorro na vida de um casal, dedicando parágrafos e mais parágrafos para um cocker spaniel, é o célebre Flush, de Virgínia Wolf. Escrito (acredite) na década de 30, o livro foi um sucesso de venda mas se manteve à margem da crítica por se tratar de uma narrativa menos antropocêntrica do mundo. Relançada em 1990, o livro acerta em trazer à tona os sentimentos de um animal e ainda retrata a atmosfera de uma Europa do século retrasado…

Para quem se entretém com belas fotos e gosta de saber em que condições se criaram as raças de cães e gatos que conhecemos, o Pet Book, de Claudio Schleder, é aquele livro grande que muita mãe gosta de deixar sobre a mesa do centro da sala ou no canto de um balcão, bela leitura também para as visitas.

Sporting Dog and Retriever Training segue a mesma finalidade do descrito acima, mas é em inglês, uma forma das mamães poliglotas manterem seus estudos  em dia.

Livros de adestramento e banho e tosa ainda são uma boa pedida, mas se prepare para pedalar para encontrá-los. Esses livros não costumam parar na prateleira. Manual de tosa, higiene e cuidados para cães e gatos, de Sue Dallas, e os livros de comportamento e adestramento de César Millan, o “encantador de cães”, já estão em falta em algumas livrarias. O mais seguro, nesse caso, é a compra pela internet, mas o inconveniente é que o presente ficará guardado até a próxima data comemorativa.

Os cuidados necessários ao adotar um animal de rua

Os cuidados necessários ao adotar um animal de rua

Um dia ele apareceu. Por alguns minutos, ficou debaixo do seu guarda-sol, o que é estranho, já que não se permitem animais transitando na beira do mar. Às vezes parecia fugir do sol; outras até aproveitava para tirar um cochilo. Então você começa a desconfiar: o cachorro mora na rua. Sendo assim, praias lotadas significam sobrevivência, pois é nessa época do ano em que ele encontra comida em abundância, nem que seja aquela deixada no lixo.

Acontece e há quem se sensibilize. Alguns dos cães, graças aos esforços de moradores locais, até se mostram bastante adaptados à vida sem lar. Outros, entretanto, ostentam pesadas cicatrizes, marcas de queimaduras e até costelas aparentes. Estes, frequentemente, são o que atingem em cheio pessoas que gostam dos animais, não raro querendo levá-los para a casa.

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Foto: Pexels, reprodução

Pronta para o desafio? Anota aí:

1 – Antes de colocar seu companheiro de guarda-sol no carro, certifique-se de que ele, de fato, não tem dono.

2 – Se você gostou dele e percebeu que o sentimento é recíproco, já é meio caminho andado. Adoções precisam ter embatias para começar uma história de sucesso.

3 – Reserve um tempo para dar uma olhadinha na saúde da pele e pelos do pet. Muitos meses na praia sem um dono para manter a limpeza e alimentação podem ter efeitos graves. Procure um veterinário no litoral para saber o que pode ser feito antes de levá-lo. Os problemas mais comuns costumam ser pulgas, piolhos, carrapatos e desnutrição.

4 – Vacina é outro assunto que não deve ser negligenciado. Embora seja um animal de rua, é prudente que seu novo mascote comece um programa de vacinação pelo menos para as doenças mais comuns.

5 – Como não é conhecido o histórico do animal, é bom avaliar, por meio de exames, se ele é portador de alguma zoonose, enfermidade que pode prejudicar sua família e que exige tratamento imediato.

6 – Já olhou os dentes de seu novo pet? A saúde bucal também é outro aspecto que precisa ser considerado. Se esse pet for mais velho, talvez seja necessária uma avaliação da saúde do periodonto e a integridade dos dentes em função da halitose que rapidamente pode se instalar.

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Foto: Pixabay, reprodução

7 – Antes de seguir viagem, certifique-se de que ele não vai entrar em pânico dentro do automóvel. Faça primeiramente um trajeto curto, como a ida até o veterinário, para ver como ele se sai. Em caso de vômito ou estresse, já comunique ao profissional a melhor forma de contornar a situação.

8 – Chegou em casa? Pois bem, agora começa a adaptação. Veja o local onde seu mascote vai dormir e mostre onde ficará água, comida e o banheiro dele. Ler sobre os primeiros dias do novo pet em casa pode ajudar. No início, talvez ocorram problemas, afinal, ele era um animal de rua, sem regras e que só se guiava pelo instinto de sobrevivência e que pouco a pouco vai entender que alguém vai prover sua alimentação e abrigo.

O bom da adoção de animais que conheceram o flagelo do abandono é justamente a gratidão. Essa seguida de perto da boa imunidade dos anticorpos adquiridos a duras provações. Esses pet precisam de muito pouco para ser felizes porque sabem que tudo tem. Ser recolhido da rua costuma ser uma atitude reconhecida pelo animal, que passa a nutrir um apego incondicional, sentimento que faz dessa relação algo exclusivo.

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Cuidado: beira do mar esconde perigos para seu cão

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Embora proibido, em praias mais longínquas ainda se vê a presença de cães levados por seus donos (muitos dos quais até pescadores).

Para aqueles que ficam à beira-mar com seu pet, o sol não é a única preocupação do verão. Na areia da praia, podem ser encontrados ovos de parasitas deixados pelas fezes contaminadas de cães abandonados ou que não recebem medicação contra verminose, podendo seu cão reiniciar um ciclo.

O mato próximo à areia pode também ter sido utilizado por algum desses cães, ou seja, um simples passeio pelo local pode fazer com que seu pet seja alvo de ácaros e pulgas deixadas pelo animal portador. Por não sabermos o histórico da beira do mar, tanto dos meses anteriores ao verão como ao que acontece durante à noite, é sempre importante um banho de água doce antes de seu cão entrar na casa de veraneio nos dias em que ele for ver o mar.

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Foto: Pexels, reprodução

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Apesar da areia poder carregar agentes patógenos para cães, seus grãos, em contato com o corpo de alguns deles, pode causar alergia, em especial àqueles com pele rosácea. Sendo assim, animais sensíveis podem se coçar e então entra em cena outro vilão para a pele dos cães: suas unhas. Animal que se coça com frequência acaba promovendo pequenas feridas que se contaminam com as unhas dos animais, aumentando a área afetada que não raro também é consequência da sarna.

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Foto: Pexels, reprodução

Tratamento preventivo para ácaros e pulgas, tanto tópico quanto oral, nunca deve ser negligenciado quando a família permanece na casa de veraneio. Os produtos pulicidas, se esquecidos na cidade, podem ser encontrados em lojas especializadas também no litoral. Eles não impedem o contato do seu pet com o parasita, mas dificultam o início de um novo ciclo, o que acontece em caso de suspensão do tratamento, daí a importância de combater a primeira pulga e o primeiro sinal de coceira em seu pet no verão. Dessa forma, está o proprietário estancando o problema ainda na praia e contribuindo para que o pet volte para a cidade sem aborrecimentos.

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Cachorros e fogos de artifício: dicas para deixar seu pet tranquilo neste fim de ano

Cachorros e fogos de artifício: dicas para deixar seu pet tranquilo neste fim de ano

Se você ainda não passou as festas de final de ano com seu mascote, atenção! Seu cão corre o risco de passar por um teste de fogo nas noites de Natal e Révéillon se você mora em área urbana. Talvez uma noite com fortes trovoadas ou a transmissão ao vivo de final de campeonato de futebol brasileiro já tenham mostrado a sensibilidade de seu cão para sons agudos. Isso mesmo: os barulhos que nem sempre agradam a nós, seres humanos, às vezes perturbam de maneira ainda maior cães de grande porte cujas orelhas funcionam como uma antena parabólica. Não é coisa de filme: eles se assustam mesmo.

Filhotinhos com poucas semanas de vida e cães de porte menor e com orelhas pendulares – como pequinês, coocker e poodle – não se incomodam tanto quanto seus companheiros de grande porte e de orelhas em pé.

Não é raro proprietários voltarem para suas casas e encontrarem seus cães escondidos debaixo dos móveis, e feridos com certa gravidade, na tentativa de fugir do barulho dos fogos nas noites de festa, ocasiões em que também se relatam fugas de cães, isso mais comum na praia, local desconhecido e sem a segurança – portões, cercas – que na cidade já provaram sua eficiência.

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O problema às vezes é justamente esse: casa de estranhos. Seu pet não encontra o conhecido refúgio e acaba exposto ao que considera um perigo. Nesse caso, deixar seu pet na casa de amigos pode ser pior se eles não estiverem atentos e presentes na hora dos ruídos.

Se você ao longo do ano não teve oportunidade de perceber como se porta seu pet em noites comemorativas, cuidado! Não é recomendável deixá-lo sozinho, ainda mais se ele for de grande porte e se seus vizinhos são adeptos a contribuir com a noite dos rojões. Para quem já sabe que seu cão é sensível ao barulho, seguem abaixo algumas dicas que podem trazer mais conforto para seu pet e mais tranquilidade a você nas festas do mês de dezembro.

# Lembre que rojões já começam a dar o seu alô algumas horas antes da meia-noite, o que para seu pet pode ser o início de uma verdadeira perseguição aos seus ouvidos. Esteja atento ao comportamento de seu animal já no final da tarde.

# Deixe-o se esconder em lugar onde se sinta seguro. Nesse local, vidros fechados ajudam a abafar o som e dê preferência às persianas baixadas.

# Não o deixe no escuro e permita saber que você está pela casa.

# Mimá-lo não é uma alternativa saudável. A longo prazo, o cão pode se tornar extremamente dependente de seu colo.

# Tratá-lo com voz firme e segura ajuda a compreender que os ruídos, embora ensurdecedores, não vão capturá-lo. Um proprietário tranquilo no momento dos fogos é uma boa forma de transmitir serenidade ao seu pet.

# Verifique se seu cão pode acidentalmente se bater na madeira de móveis quando debaixo deles procurar abrigo. Uma simples cadeira ou uma cama inofensiva podem se revelar armas perigosas para um pet em pânico.

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Se você vai sair de casa…

– Certifique-se de que o refúgio eleito por seu cão está desobstruído e faça uma boa análise dos riscos de ferimentos e fuga. Alguns cães já se tranquilizam apenas pelo fato de estarem escondidos.

– Alguns têm certo sucesso quando deixam outra fonte sonora ligada na casa, como rádio ou televisão.

– Jamais o deixe no escuro.

– Não o deixe em ambientes que ele possa derrubar objetos sobre si mesmo, como armários e escadas.

– Cuidados com edredons nos quartos e o cesto de roupas (se o local eleito é a área de serviço). Ele pode roer, se enrolar e até se asfixiar se entrar em pânico.

– Se for cão de pátio de casa, atenção redobrada para piscinas e cuidado ao voltar para casa. O mascote pode estar solto na garagem, fugir dela quando você abrir o portão e até mesmo ser atropelado pelo seu carro.

– Pondere se não vale a pena seu cão passar a noite em um hotel fazenda. Se for hotel na cidade, saiba dos donos do estabelecimento qual o procedimento adotado nas noites de celebração coletiva.

Cabe salientar que o treinamento de dessensibilização consiste em fazer com que seu cão perca o medo do barulho que fere seus ouvidos, o que não quer dizer que ele não ficará incomodado. Mas se você já sabe que seu mascote é daqueles que se debate, uiva e cava o chão quando exposto a ruídos, o uso de sedativos deverá pode ser previamente avaliado por um médico veterinário.

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