Outras frutas que seu pet pode consumir

Outras frutas que seu pet pode consumir

As leitoras pediram, e a gente foi atrás da continuação. Depois do sucesso do primeiro post publicado aqui no blog sobre frutas para animais, a especialista em nutrição animal Geruza Silveira Machado separou mais umas frutinhas para fazer a alegria de nossos pets. Mas atenção! Nem todas são benéficas, e moderação continua sendo a chave da boa alimentação. 

Além de laranja, tangerina e mexerica, banana, maçã e coco, saiba mais sobre estas frutinhas a seguir:

Mamão
Fruta com alta palatabilidade, o mamão é fonte de vitamina A e C, cálcio, ferro, potássio e fibras, este último facilitando a digestão, mas evite fornecer em grandes quantidades porque pode causar diarréia no cão. Ofereça sem a casca e sem sementes.

Melancia
Ótima para hidratação dos cães, a melancia contém excelentes níveis de vitaminas A e C, além de bom nível de vitamina B6. Também é ótima fonte de potássio, mineral necessário para o equilíbrio de água encontrada dentro de cada célula. É fonte de fibras e de licopeno, que é um antioxidante, que ajuda a prevenir alguns tipos de câncer. Mas é importante lembrar que as sementes, por não serem digeridas pelo organismo dos animais, podem causar obstruções ou fazer mal, por isso o ideal é servir pedaços sem sementes nem casca.

Foto: Pixabay/Divulgação

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Pera
A pera é uma fruta rica em Vitaminas C, A e do complexo B, além de ser rica em antioxidantes. Ela também é fonte do mineral Boro, cuja principal função é regular os níveis dos outros minerais dentro do corpo, como o cálcio, magnésio e o fósforo. Mas é importante lembrar que é necessário retirar as sementes.

Pêssego
O pêssego contém vitaminas e minerais como: Selênio, Cálcio, Fósforo, Potássio, Magnésio, vitamina C, Ácido Fólico, vitamina A, vitamina E, vitamina K, Tiamina, Niacina. Bastou, não. Ainda é rico em flavonóides e altos níveis de antioxidantes que ajuda a fortalecer o sistema imunológico. Lembrar de oferecer a fruta sem o caroço, pois este pode engasgar e contêm substâncias tóxicas.
Falando em tóxico, seguem aqui frutas que é melhor deixar longe de seu pet.

Abacate
Além de ser muito calórica, e favorecer ainda mais a obesidade de cães, o vilão fica por conta da persina, uma substância que pode causar transtornos gastrointestinais nos cães.

Carambola
Por apresentar quantidades de ácido oxálico insolúvel, pode prejudicar os rins com deposição de cálculos de oxalato de cálcio. Salivação, inapetência, vômitos, diarreia, prostração, fraqueza, tremores, presença de sangue ou cristais na urina e alterações da sede são alguns dos sintomas que podem aparecer nos cães após consumir essa fruta.

Lembre-se que todas as frutas devem ser oferecidas em porções moderadas, sem substituir a alimentação completa e balanceada. Quando forem oferecidas, devem ser ocasionalmente, como petiscos e sempre em pequenas quantidades.

Tenha sempre em mente que qualquer alimento em excesso pode fazer mal, mesmo no caso de frutas com tantos nutrientes e propriedades benéficas aos cães.

Na dúvida ainda? Escreva para: alimentacaoenutricaopet@gmail.com

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Frutas que seu pet pode (e deve) consumir

Frutas que seu pet pode (e deve) consumir

Verãozinho chegando e a alimentação saudável já fazendo parte do cardápio? Laranja picada, banana e maça no café da manhã até o final de veraneio.  E seu pet ali, sentado do seu lado, olhando para cima, com cara de cachorro pidão…

Nessa onda de que alimentos humanos não são  muito saudáveis para os pets – uva é considerada tóxica para o organismo canino – a zootecnista e doutoranda em Nutrição Animal, com ênfase em Cães e Gatos da UFRGS, Geruza Silveira Machado, destacou algumas  frutinhas que podem fazer parte da dieta de seu pet neste verão!

Frutas cítricas como laranja, tangerina e mexerica
Fontes de vitamina C, aquele que possuí efeito antioxidante, a ingestão dessas frutas ajuda a neutralizar os radicais livres. Por ser um agente redutor, a vitamina C facilita a absorção do Ferro que é essencial para homeostasia corporal e também ajuda a fortalecer o sistema imunológico porque aumenta a produção de glóbulos brancos, o que é interessante para prevenir doenças.

Foto: Pixabay, divulgação

Foto: Pixabay/Divulgação

Banana
A fruta rica em potássio também é ótima fonte de energia, principalmente para animais ativos. Ela tem muitas fibras e apresenta uma quantidade significativa de fruto oligossacarídeos, conhecidos como FOS, fibras prebióticas que auxiliam a função intestinal e o sistema imunológico.

Maçã
Além de fibras, a maçã é fonte de pectina(a pectina é uma fibra solúvel, fibra fermentável que melhora a saúde intestinal pois serve como alimento para bactérias benéficas) e também de polifenóis especialmente na casca. Os polifenóis,  depois de absorvidos, são metabolizados e atuam sobre os radicais livres, limitando os efeitos nocivos do estresse oxidativo. A ingestão dos polifenóis da casca da maçã pode suprimir a ativação das células T e evitar o desenvolvimento de infecções intestinais, patologia que pode aparecer quando os animais estão parasitados ou após ingerirem algo estragado, ou, mais raro, após a troca brusca de alimentação. Atenção que alergia alimentar também pode causar colites.

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Foto: Pixabay/ Divulgação

Coco
Contém albumina, aquela que se encontra nos ovos e é bom para a formação dos glóbulos vermelhos. A polpa de Coco também é rica em fibras que favorece a saúde intestinal. Para quem usa o óleo de coco, pode misturá-lo no alimento, forma mais certa de que os animais irão consumir seus componentes – ácido láurico, ácido cáprico e caprílico – que têm efeitos antibacterianos, antivirais e antifúngicos. Seu leve efeito antisséptico permite também o uso tópico podendo até mesmo ser aplicado em feridas.

O coco também é fonte de triglicerídeos de cadeia média (TCM) que não se acumulam sob forma de gordura, mas pelo contrário, são metabolizados de forma fácil e eficiente pelo organismo, gerando energia prontamente, uma fonte alternativa de energia para melhorar a função cerebral dos cães. Sua digestão independe da ação da bile e das enzimas pancreáticas, diminuindo a carga sobre fígado e pâncreas, por isso uma das gorduras mais indicadas para pets com histórico de doenças hepáticas, pancreatite, gastrite, duodenite e colite.

Em gatos, a oferta regular de óleo de coco na dieta ajuda a prevenir e até a eliminar bolas de pelos. Para um animal saudável é possível oferecer uma colher de chá por dia (normal não muito cheia e não muito rasa) podendo fracionar essa quantidade nas alimentações).

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Foto: Pixabay/Divulgação

Cabe salientar que frutas e verduras devem ser ofertadas com moderação para evitar diarreia devido a superalimentação e ou aumento de peso por ingestão de excesso de alimentos, o que pode provocar até mesmo obesidade. A oferta é em forma de petiscos e as porções devem ser proporcionais ao peso do cão.

A informação confundiu? Querendo entender um pouco mais da dieta de seu pet escreva para alimentacaoenutricaopet@gmail.com

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Por que você não deve dormir com seu pet

Por que você não deve dormir com seu pet

Dói, eu sei, mas a verdade tem de ser dita e dormir com o pet, embora nos faça sentir um pedaço do paraíso, pode não ser prudente para algumas pessoas.

Confira algumas das razões que justificam abrir mão do prazer de dormir agarradinho com aquela bola peluda que, para dificultar as coisas, também adora pular para cima de sua cama quando o sono se aproxima. Mas é aquilo: se conselho fosse bom, a gente vendia. Se você é doido por seu pet, esqueça as particularidades que a afastam da cama porque, afinal, o que importa mesmo é ser feliz!

1. Dependência

Você está solteira, mora com a mãe e seu trabalho exige muitas viagens? Hoje pode ser que nada disso seja realidade, mas você pode prever o futuro? Então facilite sua vida e crie um mascote mais independente pelo bem dele e o seu;

2. Higiene

Lembra aquele dia que seu pet rolou a valer na grama do parque? Pois é, e tomou banho depois? Provavelmente não, lamento informá-la mas o risco de você ter levado para sua cama coliformes fecais não é pequeno, e se seu pet dorme no seu travesseiro, aí já viu. Cama pode se tornar um albergue de ácaros, fungos e pulgas.

3. Sono interrompido

Pet na cama pode ser sinônimo de sono “leve”. O medo de rolar em cima do animal, ou o mexe-mexe da troca de lugar impede que você mergulhe a fundo no merecido repouso ficando sempre no limiar do bom sono. Você não percebe, mas está atenta a toda movimentação e ruídos de seu pet, o que pode afetar negativamente a qualidade do sono o que é potencializado naqueles que já têm problemas para dormir ou que sofrem insônia.

4. Desconforto

No inverno pode ser interessante você ter um animal com dois graus a mais de temperatura corpórea, sensação que já não é tão bem vinda assim nos meses de verão. Só que seu pet, acostumado ao mimo, não quer saber em que estação estamos e se for afastado da cama, nos dias quentes de verão, pode se sentir ressentido;

5. Fisiologia

Vocês tem ritmos cardíacos distintos e sensibilidades diferentes ao frio e calor. Enquanto você precisa de um ar condicionado bem em cima de sua cama nos meses quentes, seu pet pode passar a noite toda espirrando por conta disso.
Falando em espirros, atenção para quem sofre de rinite pois pode acordar com o nariz entupido.

6. Acidentes

Não pense que é raro. Tem pet que se fere feio com dono rolando acidentalmente por cima, mas o mais comum é ele, o dono, levar aquela mordida de um animal que acorda assustado e com dor, e por causa disso não distingue, na escuridão da noite, que aquela coisa que estava na sua frente era o rosto do dono;

Foto: Pexels

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Entendeu por que a maioria dos médicos condena a prática? Isso não quer dizer que você não possa compartilhar da cama com seu pet, mas esteja atento à higiene e sinais de alergia.

Ainda não está convencida a deixar o Totó do lado da cama? Então lembre que animais que dormem com seus donos tendem a ser mais possessivos, inseguros e até mesmo ansiosos, e se ele precisar ficar separado de seu dono ou se for necessária sua internação, sua recuperação poderá ser prejudicada se ele sentir sua ausência, sofrimento esse que também é um dos motivos para justificar criar um pet com mais autonomia.

Foto: Pexels

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Você sabia que seu pet pode ter pressão alta? Veja como descobrir

Você sabia que seu pet pode ter pressão alta? Veja como descobrir

Para quem pensa que pressão alta ocorre só em seres humanos, lamento informar que cães e gatos, assim como seus donos, também podem estar sofrendo os efeitos da hipertensão arterial. Embora acometa menos de 5% dos cães, algumas doenças têm efeitos sobre ela e os sinais clínicos, silenciosos e nem sempre específicos, acabam dificultando o diagnóstico que em alguns casos só é descoberto quando o animal está bem doente ou quando se faz necessária uma internação.

Os avanços na tecnologia em medicina veterinária permitem o diagnóstico da hipertensão arterial, esta na maioria dos casos associada a doenças crônicas como diabetes, doenças renais, obesidade e problemas relacionados com tireoide.

Alguns sinais como tosse, fraqueza, confusão mental, respiração acelerada e até ansiedade podem ser de patologia concomitante à hipertensão e vale a pena investigar, ainda mais se seu mascote é um animal idoso.

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E o que acontece se deixar um animal com pressão alta?
O mesmo observado em seres humanos: dentre seus efeitos está o de prejudicar outros órgãos, como o cérebro e o próprio músculo cardíaco, além de edema pulmonar, descolamento de retina e insuficiência renal como exemplos mais comuns.

Muitas clínicas já estão atentas à cardiologia veterinária e em poucos minutos é possível verificar por onde anda a saúde do coração de seu pet, mesmo procedimento que é realizado quando na internação. A questão é que o exame manipula o animal, o que por si só já causa certo estresse, por isso existe a necessidade de se medir mais de uma vez.

As causas e tratamentos são bastante variáveis. Mas, quando diagnosticado, lá vai seu pet tomar remedinho todos os dias, o que evitará maiores danos à saúde dele, preço que se paga pela longevidade de nossos mascotes.

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Frutas para pets: saiba quais não oferecem risco para seu mascote

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Para quem não gosta muito de ver seu cão ou gato comer aquela bolinha dura de ração que, mesmo balanceada e ajudando a promover a saúde dos dentes, uma forma de amenizar a culpa é dar ao animal um petisco de qualidade, o que não deixa de ser uma guloseima para seu pet saborear e pedir bis.

Antes de haver empresas especializadas em nutrição animal, a fruta era bastante recomendada para pets por ser composta por fibras e vitaminas. Porém, tendo em vista nossa ampla variedade frutífera, é necessário estar atento ao consumo daquelas mais calóricas, ainda mais se seu pet tem tendência à obesidade.

O ideal para mascotes são aquelas frutas com bastante água, o que é encontrado na melancia, melão e maçã. Evitar sempre aquelas que podem ser tóxicas para pets, a exemplo de uvas, até mesmo na forma de passas, e o abacate. Frutas cítricas, como abacaxi e laranja, podem ser oferecidas, já que possuem bastante água, mas atenção quanto à sensibilidade que seu pet pode demostrar em função da acidez.

Aquelas que apresentam caroço, por menor que seja, também devem ser evitadas pelo risco de obstrução e até lesões nos intestinos. Também se recomenda que a fruta não seja uma refeição, mas oferecida em forma de guloseima, o “agradinho” que damos ao nosso pet quando queremos vê-los felizes. Geralmente se descobre ser a fruta agradável ao paladar animal quando se oferece um pedaço sem muita pretensão, mas o que segue é ver um pet devorando-a sem rodeios. E é assim que você fica sabendo que seu pet é doido por determinada fruta.

Se ingerida em grande quantidade, frutas alteram o apetite de seu mascote que pode até mesmo perder a vontade de comer ração uma vez que, mole e palatável, uma frutinha é mais saborosa que boa parte das rações industrializadas.

Para animais mais velhinhos, dê preferência às frutas mais macias ou até mesmo cozidas para facilitar a ingestão. Se faltam alguns dentes, o petisco pode ser bem-vindo mas até aqui deve-se ter em mente a moderação. Em excesso, frutas inocentes podem causar diarréias e prostração nos pets e, no caso de frutas tóxicas para o metabolismo deles, alterações renais e intestinais, o que pode levá-los ao veterinário.