Brasileiros estão entre os que mais se preocupam com os cabelos

Pesquisa traz dados sobre os rituais diários de beleza e sobre a preocupação com a saúde dos fios

Foto: Vani Boza

Os consumidores brasileiros são vaidosos e seguem uma rotina quase que diária no cuidado com os cabelos. Uma pesquisa da P&G revelou que eles estão atentos aos benefícios e riscos dos tratamentos de beleza, buscando opções cada vez mais saudáveis.

? O mercado brasileiro de cosméticos é o terceiro maior do mundo e as projeções de crescimento para os próximos anos são animadoras para o país ? afirma Juliana Azevedo, diretora de marketing da P&G.

A pesquisa mostrou que o tipo de cabelo das brasileiras é diversificado, reflexo da mistura de raças, mas há predominância do cacheado (36%) fator importante que justifica a busca por produtos voltados a estilização e tratamento dos fios como creme para pentear e leave-in. Os números também apontam que 35% dos cabelos pesquisados são secos, 25% normais, 22% oleosos e 17% mistos.

No país da escova progressiva, a percepção do nível do dano ocasionado aos cabelos ainda varia: 28% consideram que o seu cabelo não é danificado, 41% afirmaram que o cabelo é levemente danificado, 19% moderadamente danificado, e 12% muito danificado. Entre os agentes causadores dos danos, as entrevistadas citaram os tratamentos químicos, pentear e escovar os cabelos e os acessórios de cabelos. Em contrapartida, os benefícios que elas mais desejam são hidratação 17%, força 11% e reparação 8%.

A preocupação em seguir uma rotina de cuidados com os cabelos está presente na vida de 75% das mulheres entrevistadas e o secador é item mais comum do que a chapinha no cuidado com os cabelos. Sobre tratamentos químicos 58% afirmaram que já realizaram algum processo de alisamento pelo menos uma vez na vida. Com relação à coloração, entre as mulheres que realizam algum desses procedimentos, 80% usam coloração permanente.

Entre os homens entrevistados, a maioria alegou ter cabelos normais. Eles costumam lavar os cabelos com mais frequência do que as mulheres (em média 6 vezes).

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