Projeto Verão: o que você precisa saber sobre fotodepilação

Se a mulher tem alguma inimiga no mundo da beleza, ela se chama depilação. E para escapar do método convencional da cera quente e ficar mais tempo sem pelos, muita gente recorre a outros métodos, como a fotodepilação. Você já ouviu falar?

A fotodepilação, também chamada de luz pulsada, é constantemente confundida com a depilação a laser, mas elas têm diferenças. A fotodepilação funciona assim:  é aplicada uma luz policromática (luz branca) em pequenos disparos, que se espalha em várias direções. A luz absorvida é convertida em energia térmica, que enfraquece progressivamente os folículos pilosos e inibe o crescimento do pelo.

– Ela é menos agressiva do que a depilação a laser, pois é possível graduar a intensidade do espectro da luz. Desta forma, o risco de queimaduras e pigmentação é muito menor. Sem contar que a depilação a laser pode ser muito dolorosa e a luz pulsada é bem tolerada pelas pacientes – explica Julia Gomes, diretora do Shantique Centro Estético, em Porto Alegre.

Geralmente, com a luz pulsada são necessárias mais sessões de aplicação, mas em comparação é um tratamento mais barato que o laser. O ideal é fazer cerca de 10 sessões com intervalos, para que o tratamento seja realmente efetivo e a eliminação do pêlo seja completa.

– O investimento vale muito a pena para quem não suporta a dor da cera e do laser. Além disso, quem sofre com pelos encravados também melhora bastante. Vale ressaltar que os pelos podem voltar a crescer, mas em menos quantidade e com menos força – esclarece Júlia Gomes.

Fique atenta sobre as aplicações no verão: não é indicada a aplicação quando a pessoa irá tomar banho de sol. Para realizar a sessão, você precisa ficar 15 dias longe da exposição solar antes e depois de cada sessão.

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