Célia Ribeiro: É tempo de fondue

Colunista dá dicas para saborear a comida do inverno sem gafes

Foto: Divulgação

Sua origem está na Suíça, onde os aldeões para evitar perdas colocavam as sobras de queijo num panelão, acrescentando vinho. O perfume do creme de queijo os inebriava tanto que eles mergulhavam com o garfo pedaços de pão para provar a preparação.  Estava criada a fondue de queijo que, com o passar do tempo tornou-se a celebração que hoje se conhece. A palavra francesa fondue (fundida) é feminina e assim passou para o português no Aurelião. 

Misturam-se queijos ralados, ementhal e gruyère (200g de cada um), meia xícara de vinho branco seco e uma colherinha de kirsch. O segredo é aquecer a mistura, em fogo baixo, numa panela, mexendo suavemente para depois vertê-la na panela de fondue, na qual foi passado um dente de alho ou cebola. Existem deliciosas fondues  industrializadas a facilitar o preparo. Os cubos de pão dormido (400g) são passados de leve no forno e colocados na mesa numa cestinha com guardanapo, ao lado da panela de fondue.  

A fondue Bourguignonne é preparada com cubos de carne crua fritos no azeite na própria panela sobre o réchaud. Em seis tigelas são apresentados molhos picantes, nata batida e farofa, com colherinhas. Devido à fritura sobre o réchaud na mesa, ela é menos saboreada e é servida com garfo, faquinha, mais o garfo especial. 

Quanto a montagem do lugar na mesa, são colocados quatro pratinhos e quatro garfos de sobremesa, mais os garfos alongados para fondue e quatro cálices para o vinho branco ou o tinto para a fondue de carne. Com o garfo especial é mergulhado o pão na fondue de queijo – e fritado o cubo de carne. Ele é levado ao pratinho individual e o pão ou a carne passado para o garfo menor. Não se leva à boca o garfo de fondue, por questões de higiene, pois ela retorna à panela para uma nova porção. 

Exposição de artes plásticas

Uma exposição de artes plásticas, que seja bem apreciada, pode se tornar cansativa. Em muitos museus europeus e americanos há um ou dois bancos para até quatro pessoas descansarem. O nosso MARGS já usou os seus bancos em algumas exposições, para os espectadores descansarem em meio ao ambiente tão rico em formas e cores. Pena que eles não estão sendo usados na interessante mostra Medicina e Arte, bem como no primeiro andar, onde há uma coleção particular que inclui obras de Iberê e um pequeno tríptico de Waingartner, que conta a história de um colar de pérolas. 

Em vôo noturno
“Durante uma viagem, sentado entre dois passageiros, senti forte dor nas pernas e a  necessidade de caminhar. Não tive coragem, porém, de pedir ao senhor junto ao corredor que me deixasse passar. Nestes casos deve-se  chamar o comissário de bordo?” IRINEU

_ A primeira ação é tocar no braço do vizinho de poltrona e pedir licença, ao mesmo tempo em que faz menção de levantar. Isto é normal em vôos noturnos, mas caso não dê resultado chama-se o comissário. Agradecer ao sair para o corredor e ao retornar ao assento é de boa educação. 

Amostras grátis 
“Trabalho em uma boutique de produtos de beleza que, frequentemente oferece  amostras de cosméticos. Algumas clientes recebem um kit com três miniaturas do trio limpeza, tônico e hidratante.  Recentemente uma senhora  perguntou por que ela só recebeu uma amostrinha. Respondi que aquele kit era o último. Agi corretamente?” MIRIAM 

_ É complicado fazer uma discriminação como esta, mas você agiu certo. O que se usa é limitar o número de brindes, se a cliente pede mais. Você deve ter um critério para dar os kits. Geralmente é para reconhecidas formadoras de opinião ou grandes clientes da loja. Se existe sacola, coloque discretamente dentro dela o kit. Melhor é mandar levar na residência da cliente o kit, quem sabe no seu aniversário

CORREÇÃO: A direção dos ponteiros do relógio é da direita para a esquerda  e não ao contrário como foi escrito na coluna anterior. CR

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