Deixe de besteira! Os 10 erros que pessoas inteligentes mais cometem no trabalho

Foto: Pexels, divulgação
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Você sabe quais as 10 bobagens mais comuns que pessoas cometem?

Você é bom em inventar desculpas? A maioria de nós é craque em achar um jeito de não fazer aquilo que nos propusemos. E tratando justamente desse assunto, um professor da Universidade de Waterloo teve mais de 6 milhões de visualizações no TED Talks. Larry Smith explica no vídeo porque você vai falhar em ter uma carreira brilhante a razão:

“Vão falhar porque vocês não vão fazer o que encontraram, porque vocês vão ter inventado qualquer desculpa para não agir. Do tipo: sim eu buscaria uma carreira brilhante, mas eu quero ser uma excelente esposa e não quero sacrificar isso pela realização profissional”.

A justificativa apontada pelo canadense é uma entre várias as desculpas que atrasam planos de carreira e de vida. Evitar comportamentos de boicote requer vigilância, já que reconhecer essas atitudes é o primeiro passo para colocar as reações de sabotagem sob controle e conseguir avançar na carreira.

Mais do que isso, para dar um próximo passo na vida profissional é preciso entender alguns padrões de pensamentos que induzem a grande maioria das pessoas a fazer bobagem. Focados em trazer respostas sobre os comportamentos repetitivos que as pessoas tem, o renomado especialista em terapia cognitiva, Arthur Freeman, e a jornalista, Rose DeWolf, estudaram o tema que deu origem ao livro “As 10 Bobagens mais Comuns que Pessoas Inteligentes Cometem e Técnicas Eficazes para Modificá-las”.

A coluna separou os 10 comportamentos, você acha que se encaixa em algum deles? Certamente, sim! Então, fique de olho para quando essas “bobagens” se manifestarem e lide com elas para que não atrasem seus planos e conquistas de 2018.

As 10 bobagens mais comuns que pessoas inteligentes cometem:

1. Catastrofismo

Há uma história infantil (Chicken Little) em que uma noz cai da árvore e acerta o galinho na cabeça, que, assustado, imediatamente acha que o céu está vindo abaixo. Do mesmo modo, há pessoas que chegam a todo tipo de conclusão catastrófica sem pensar duas vezes – o que pode ser paralisante.

2. Telepatia

Uma das nossas ilusões mais ternamente acalentadas é a de que sabemos o que se passa na cabeça alheia. “Não preciso nem dizer, ele sabe” é uma crença recorrente – e causa freqüente de decepções, quando percebemos que o outro não só não sabe como nem sequer imagina que a gente acha que ele devia saber.

3. Mania de perseguição

É levar tudo para o lado pessoal. Para alguns, parece que tudo é pessoal. Eles assumem a responsabilidade pelos maus humores alheios e até pelo mau tempo – e, por conseguinte, tendem a sentir-se irritados ou culpados a maior parte do tempo.

4. Acreditar em tudo que os bajuladores dizem

O problema envolve, entre outras coisas, acreditar que o êxito em determinada área implica automaticamente sucesso em todas as demais, sem necessidade do mesmo esforço que levou ao primeiro.

5. Levar as críticas muito a sério (ou inventá-las)

Esse erro é o oposto de se acreditar nos bajuladores, mas pode ser igualmente problemático aceitar sem questionar toda e qualquer crítica, vinda de quem quer que seja, a respeito do que for – ou, ainda, partir do princípio de que o estão criticando –, sem se dar ao trabalho de averiguar se o crítico em questão é qualificado para colocar-se nessa posição ou se a crítica efetivamente existiu.

6. Perfeccionismo

Trata-se do desejo de ser perfeito em tudo. Parece muito admirável, e ninguém poderia negar a propriedade de estabelecermos padrões elevados para nós mesmos. Entretanto, o perfeccionismo vira uma idiotice quando os padrões assim definidos são tão altos que se tornam inalcançáveis para qualquer um, ou quando o desejo de ser 100% perfeito leva a 0 realização.

7. Mania de comparação

Comparar e contrapor constituem maneiras respeitáveis de analisar diferenças, mas é muito contraproducente focar toda a nossa atenção comparando-nos negativamente com os outros ou aceitar cegamente qualquer comparação negativa que façam de nós em relação a terceiros – o que tende a ser desanimador e, em geral, é impreciso.

8. Pensamento condicional

“E se…?”. Preocupações, preocupações e mais preocupações. Trata-se de preocupar-se com aquilo que não existe ou é altamente improvável, como se não bastassem as nossas preocupações concretas, relacionadas a ameaças à saúde e à felicidade – e, com relação a estas, inquietar-se a ponto de diminuir a capacidade de lidar com elas, em vez de ampliar seus recursos.

9. Devia ser assim...

Quem costuma usar o devia constrói celas para si mesmo; fica tão obcecado pelo que devia fazer, ou pelo que devia ter feito, que não consegue pensar no que pode fazer, ou naquilo que poderia vir a fazer no futuro.

10. “Sim, mas…”

“Sim, mas…”. O viciado em “Sim, mas…” consegue encontrar algo de negativo que se sobrepõe a todo e qualquer aspecto positivo, ou elabora racionalizações improváveis para justificar uma óbvia negativa – e, com isso, vira um estorvo para si mesmo e para os demais.

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