Fabrício Carpinejar: o que tira uma mulher do sério?

Desde deixar as tampas dos potes abertas até debochar de tudo, colunista de ZH enumera motivos que enlouquecem a ala feminina

Foto: Bruno Alencastro

? Receber um beijo um pouco mais longo e concluir que ela quer sexo e ir descendo a mão;

? Deixar as tampas abertas dos potes;

:: Veja outras colunas de Fabrício Carpinejar

? Elogiar pelo motivo errado: gostar do vestido que ela usa há três anos ou confundir a camisola de seda com roupa de sair;

? Não desembaraçar as peças antes de pôr na máquina;

? Não expor o que deseja fazer no final de semana;

? Nunca controlar a data de validade dos produtos na geladeira (não somente no supermercado);

? Debochar de tudo, não ter limite para a piada;

? Dizer que ela está ficando parecida com a mãe;

? Responder ok no fim de uma briga.

? Acreditar que as mentiras pequenas não são mentiras;

? Alterar o horário de um encontro e deixá-la esperando;

? Começar conversas paralelas com amigos e não explicar o que está falando;

? Rir do nada e responder que é nada;

? Submetê-la a reverenciar seu churrasco todo domingo.

? Demorar de propósito a retornar um torpedo ou uma ligação e responsabilizar o excesso de trabalho;

? Não trocar as cuecas da gaveta;

? Pedir para ela cozinhar com a justificativa calhorda de que “ninguém faz aquela comida como você”;

? Concordar rápido por preguiça. Dizer o que ela quer ouvir, não dizer porque acredita;

? Achar que declarar eu te amo uma vez ao dia é suficiente;

? Avisar que ela está em TPM fora do período da TPM;

? Esconder meias sujas nos tênis;

? Fugir das respostas objetivas;

? Armar festa com amigos em casa logo depois de uma briga;

? Pedir ajuda para procurar o que perdeu;

? Justificar em vez de assumir a culpa;

? Trocar de canal enlouquecidamente no momento do comercial;

? Disfarçar a falta de vontade na avareza. Aceitar participar de um passeio e reclamar de qualquer coisa, do preço do estacionamento ao preço do cinema;

? Fazer massagem nas costas com uma única mão, com aquela disposição de doente terminal;

? Regredir a dicção na presença da sogra;

? Almoçar na casa da família e sestear enquanto ela tem que entreter os sogros;

? Dirigir trocando música da rádio e com o celular no ouvido e ainda xingar os outros motoristas por distração;

? Nunca pensar duas vezes antes de ter ciúme e cometer injustiças;

? Pegar a lixa preferida de unha dela como material de construção;

? Isolar-se com o videogame para esfriar a cabeça, e jamais regressar ao convívio;

? Passar o telefone com alguém que ela nem tem intimidade;

? Chegar atrasado ao arrependimento. O amor é pontual. E o perdão cansa de esperar.

Leia mais
Comente

Hot no Donna