Tecnologia na infância: veja dicas para cuidar o uso entre as crianças

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Se tem um assunto que gera certa polêmica nas rodinhas de mães é a tal da tecnologia. Enquanto umas preferem manter os filhos o mais longe possível de celulares e tablets, outras se utilizam dos equipamentos para distrair os pequenos enquanto toma um banho, almoça ou mesmo responde um e-mail de trabalho.

Mas levando conta que nossos filhos já nasceram nessa era digital e que é quase impossível que eles não tenham tido contato em algum momento com esses aparelhos eletrônicos, o que podemos sim, é controlar esse uso seguindo algumas recomendações importantes. Veja as dicas da pediatra e neonatologista Carolina Menna Barreto:

Estabeleça regras

É importante criar limites para a utilização das tecnologias, liberando o que as crianças podem ou não assistir. Além disso, organize bem os horários para todas as atividades: convívio familiar, escola, descanso e tempo nos eletrônicos.

Busque alternativas

Sempre que possível, crie atividades que façam as crianças perderem o interesse nos tablets e afins.

Crie confiança

Mostre ao seu filho que você está do lado dele. Ter confiança nos pais deixa as “portas abertas” para que as crianças se sintam acolhidas para trazer problemas que possam surgir com o uso da internet. Além disso, sempre que possível, converse com seus filhos sobre o que eles estão assistindo, com quem estão conversando ou o que estão acessando.

Oriente

Oriente bem as crianças quanto ao compartilhamento de dados pessoais como senhas, endereço ou fotos pessoais.

Seja cuidadosa

Previna-se! Utilize sempre sistemas de segurança para proteger seus filhos.

Seja exemplo

E acima de tudo tenha bom senso e dê o exemplo. Não vai adiantar impor regras quanto ao uso moderado das crianças se você for o primeiro a ficar pendurado no aparelho.

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TEMPO DE USO POR IDADE

Até os dois anos
Crianças dessa idade não devem utilizar nenhum tipo de tecnologia. Os pais devem incentivar que essas crianças brinquem, preferencialmente ao ar livre o maior tempo possível.

De três a cinco anos
É aconselhável uma hora diária de uso do equipamento, mas sempre com a supervisão de um adulto.

De seis a dez anos
Também é recomendada uma hora diária. Evite que a criança já possua o seu próprio aparelho, mantendo os da casa em locais em que apenas os pais tenham acesso.

A partir dos dez anos
Pode-se permitir até duas horas diárias de uso, já que os aparelhos também poderão servir como pesquisa nos trabalhos de escola, por exemplo.

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