Vídeo: tudo o que você precisa saber para viajar pela Ásia

Foto: Pexels, reprodução
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Férias na Ásia? Esse vídeo vai te ajudar a viajar tranquila e com tudo organizado! Confira: 

Antes de tudo, é importante saber que a Ásia é o maior continente do mundo (em tamanho e população) e por isso é um dos que mais apresenta diversidade cultural. Então, cada costume e burocracia muda muito de um lugar para o outro. As dicas a seguir são focadas em viagens para o Sudeste Asiático e o Extremo Oriente, onde ficam as cidades mais visitadas do continente.

De maneira geral, você também precisa saber que há muitos medicamentos que têm o uso proibido na Ásia. Então, se você usa medicação controlada, leve a embalagem e a receita e pesquise sobre. Caso você viaje para algum país onde o medicamento é proibido, é necessário ter o Certificado Yakkan. Pesquise a necessidade conforme o seu destino.

Extremo Oriente

O Extremo Oriente da Ásia é formado por China, Japão, Coreia do Sul, Coreia do Norte, Taiwan, Hong Kong, Mongólia e Macau.

Taiwan | Foto: Pexels, reprodução

Taiwan | Foto: Pexels, reprodução

Burocracia

Visto: brasileiros precisam do documento para visitar o Japão, a China, a Coreia do Norte e Taiwan. Todos os documentos precisam ser obtidos junto das embaixadas dos países. Os outros país permitem visitas de até 90 dias sem o documento.

É importante destacarmos a China, um dos países mais rigorosos na permissão de entrada de turistas. Lá existem vários tipos de vistos e, se você vai para visitar algum familiar, é necessário que essa pessoa faça uma carta-convite, que deve ser apresentada na imigração do aeroporto. Confira toda a burocracia e documentação necessárias para cada visto aqui. A orientação do Itamaraty para brasileiros em viagem à China pode ser vista aqui.

Vacinação contra febre amarela: a certificação internacional de vacinação contra a febre amarela é exigida para entrar na China e na Coreia do Norte. A vacina deve ser feita 10 dias antes da viagem.

Curiosidades e dicas de sobrevivência

Idioma: procure ter um conhecimento mínimo de inglês. Provavelmente, essa será a sua língua de comunicação e, às vezes, nem isso será suficiente.

Regimes socialistas: China e Coreia do Norte são países mais difíceis de visitar, porque são mais “fechados” aos estrangeiros. Eles têm, respectivamente, regimes ditatorial e totalitário, é por isso que há muita regras específicas para esses dois países, onde o governo controla praticamente tudo.

Na Coreia do Norte, considerada um dos países “mais isolados do planeta”, algo que chama a atenção é a proibição de viajar completamente sozinho pelo país. Também é proibido passear sozinho pelas ruas. O ideal é viajar acompanhado de alguém, ou se inserir em alguma excursão, sempre acompanhado de guias. Mais informações sobre o país estão aqui.

Internet e telefone: a China tem a maior comunidade virtual do mundo – algo em torno de 650 milhões de usuários ativos. Mas, como já se sabe, o acesso à rede não é fácil. Muitos sites são bloqueados pelo governo, inclusive o Google e todos os seus serviços. Em 2015, o país anunciou novas regras para a utilização de internet. Agora, as companhias telefônicas precisam indicar os nomes dos usuários para quem o serviço foi vendido, e estes precisam assinar um “termo de compromisso” onde se comprometem a não falar mal do governo. As medidas não valem para Hong Kong e Macau, que são territórios autônomos.

Já na Coreia do Norte, a situação é ainda mais rígida. O país é tão fechado que é difícil, até mesmo, encontrar informações corretas sobre o uso da internet e da telefonia. Informações recentes apontam que a internet fixa é limitada a cerca de sete mil pessoas, no país, incluindo autoridades e diplomatas. Isso corresponde a 0,03% da população. Nem o acesso ao celular é completamente livre. Há apenas uma companhia telefônica no país e os coreanos não têm acesso à internet 3G no celular – mas os turistas podem solicitar. Estrangeiros e jornalistas também podem solicitar o acesso à rede Wi-Fi nos quartos de hotéis.

Para informações de câmbios e moeda, curiosidades sobre estas regiões e dicas de sobrevivência, acesse o Spice up the Road aqui.

Sudeste Asiático

O Sudeste Asiático é formado por 10 países: Brunei, Camboja, Filipinas, Indonésia, Laos, Myanmar, Malásia, Singapura, Tailândia e Vietnã.

Burocracia

Existem dois tipos de vistos na viagem para o Sudeste Asiático, que variam conforme cada país: os vistos antecipados e os vistos feitos na entrada dos aeroportos. Myanmar, Vietnã e Brunei exigem vistos antecipados dos turistas brasileiros, que deve ser solicitado junto às embaixadas.

Foto: Myanmar Travel, divulgação

Foto: Myanmar Travel, divulgação

Laos (com permanência máxima de 30 dias), Camboja (30 dias), Singapura (14 ou 30 dias) e Indonésia (30 dias) exigem um visto que é feito na própria chegada nos aeroportos, sem nenhuma burocracia extra. Só é necessário pagar uma taxa, que varia conforme o local.

O visto para turistas brasileiros não é exigido para entrar na Tailândia (com permanência máxima de 90 dias), nas Filipinas (59 dias) e na Malásia (90 dias).

Vacinação contra febre amarela: em todos os países do Sudeste Asiático, é exigido o certificado internacional de vacinação contra a febre amarela, que deve ser tomada pelo menos 10 dias antes de você ingressar no país.

Dicas de sobrevivência e curiosidades

Religião: em todos os países do Sudeste Asiático o budismo é a principal região. Fique atento nas visitas a templos, porque não é permitida a entrada com ombros e joelhos à mostra e alguns locais exigem ainda que as pernas estejam cobertas inteiramente, tanto para homens quanto para mulheres.

Golpes: fique atento, é bastante comum taxistas não ligarem o medidor ou você pagar por um passeio que não existe, por exemplo. Além disso, alguns motoristas tentam te convencer a ir para o destino por um caminho diferente, para você passar por determinado ponto. Cuidado, porque isso vai se refletir no preço final!

Pechinche: ao mesmo tempo em que essa região da Ásia é comum pelos golpes, ela também é conhecida pela facilidade de pechinchar e negociar preços. Nunca compre um produto pelo o preço que lhe oferecem, porque é muito fácil entrar em um acordo para baixar o valor.

Deslocamento e trânsito: para se deslocar de um país para o outro, o ideal é procurar as passagens de avião – além de serem a maneira mais rápida, há tarifas com preços muito bons!

O trânsito, na maioria das cidades, é caótico. Prepare-se para andar em meio a feirantes, carros, tuk-tuks, motos e pedestres, ainda mais na Tailândia e no Vietnã.

Foto: Flickr, Creative Commons

Foto: Flickr, Creative Commons

Para saber sobre as moedas locais, câmbio e mais curiosidades destas regiões, acesse o Spice up the Road aqui.

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