“Hannah Gadsby: Nanette”: 5 alfinetadas que a comediante da vez dá em seu novo show na Netflix

Foto: Reprodução/Netflix
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Como ela mesma se descreve, a comediante Hannah Gadsby é o estereótipo de uma lésbica. O cabelo curtinho, roupas masculinas e um humor ácido caracterizam a humorista, que já foi até mesmo criticada pela própria comunidade LGBT+. Na última semana, Hannah virou assunto novamente ao estrear seu último show, Nanette, na Netflix.

Desde que o stand-up entrou na plataforma de streaming, as piadas que alfinetam homens e fazem críticas ao machismo viralizaram nas redes sociais. Chamou a atenção dos fãs também a revelação de que Hannah deve abandonar a comédia. E por que, hein? A comediante explicou que a decisão veio por se deve ao fato de ter utilizado o humor até hoje para falar sobre sua sexualidade, e não sobre o sofrimento desde que se assumiu lésbica.

Separamos as cinco melhores alfinetadas que Hannah propôs em Nanette questionando temas como estereótipos, sexualidade e outras questões ligadas às mulheres.

Disparidade salarial

“Não queria ser homem branco hétero. Nem que me pagassem. Se bem que o salário seria muito melhor”.

Assédio

“Aos homens na sala que se sentiram perseguidos por mim a noite toda: acertaram. Foi isso mesmo que eu fiz. Mas isso é teatro, rapazes. Dei a vocês uma hora, um gostinho. Do que vivi a vida toda”.

Representatividade

“Se você entrar em uma galeria com pinturas antigas, há várias provas de que as mulheres existem há muito tempo. Desde antes das roupas. Mas não essa lésbica masculina e fora do eixo aqui (aponta para si mesma)

Cor de menina e cor de menino

“(As pessoas “normais” dizem que) Um homem de vestido (é) estranho para caramba!  Não é. Sabe o que é estranho? Uma faixa rosa em um bebê careca!”.

Homem pode tudo

“Adoro que me confundam com homem, pois, por um momento, a vida fica muito mais fácil”.

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