#MeuCorpoDeVerão: 5 leitoras compartilham sua trajetória de aceitação

#MeuCorpoDeVerão
:: 10 mandamentos para deixar os padrões de lado e celebrar a beleza de ser você mesma

:: Um Plus a Mais: O dia em que larguei a canga e usei biquíni sem medo

 

“Sempre fui gorda – e uma gorda saudável! Pratiquei Pilates, caminhada e patinação, com os exames todos em dia. Resta que as gordas sejam empoderadas e aceitem seus corpos. Para ir à praia, basta ter um corpo, não importa qual. Mas a sociedade ainda discrimina, sim, o corpo gordo. Todo padrão estético é contra essa realidade.”

Renata Finkler, professora, 30 anos

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“Na maior parte da minha vida, usei biquíni, mas, em alguns momentos, usava maiô pois ouvia “Só pode usar biquíni que tem corpo para isso, mulher fora de forma, nem pensar”. Isso me fez muito mal, pois, além da luta contra esses padrões, tive que lutar contra um câncer de mama e ser submetida a uma mastectomia unilateral. Eu pensava: “Como vou ficar com uma mama diferente da outra? Como vou me desnudar?”. E mais uma vez percebi que a sociedade e seus padrões são tóxicos. A luta e a aceitação deveriam começar por mim. Por isso, visto biquíni com grande satisfação e respeito pela mulher que me tornei. O dia em que for vestir um maiô é porque quero estar com ele, não para me esconder. Meu corpo de verão me leva a lugares maravilhosos e me instiga a lutar por um mundo com menos preconceito.”

Anelise de Almeida Gajardo, pedagoga e professora, 45 anos

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“Tenho 45 anos e alguns quilos a mais depois de duas gestações maravilhosas de duas filhas lindas que são meu tudo. Com certeza, queria estar uns 20 quilos mais magra, mas, enquanto esse sonho não se concretiza, não é isso que vai me tirar a alegria de viver e de aproveitar a vida ao lado das pessoas mais importantes pra mim: minha família! E com o maior orgulho das minhas gordurices, das minhas celulites, dos meus culotes, das minhas rugas: são marcas de anos de muitas alegrias e tristezas, mas com certeza, da felicidade de estar viva e poder amar e ser amada!”

Jeanine de Paula Pedroso, analista de sistemas, 45 anos

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“Sou mãe de uma bebê de quase 10 meses, e meu corpo não é o mesmo. Neste verão, estou usando os mesmos biquínis que usava, ando pra cá e pra lá na praia com flacidez na barriga, estrias e celulite. A sensação?! É a melhor. Me sinto livre, empoderada. Não quero mais viver essa ditadura de corpo perfeito e não desejo que minha filha cresça vivendo essa escravidão. Por isso, também passei a me aceitar como estou. Serei exemplo pra ela!”

Moni Gasparini, dona de casa e estudante de Ciências Sociais, 26 anos

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“Tenho dobras e furinhos. Mas não tenho neuras. Eu me aceito como sou e vivo muito bem. E meus amigos e amigas são todos da opinião: o que somos ninguém pode ser. Saber aceitar a si mesmo é saber envelhecer também. Sem essa de ficar neurótica.”

Isoldi Roloff, artista plástica e cuidadora profissional de idosas, 51 anos

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