Top 10! Saiba os maiores vilões do final de ano para as leitoras de Donna

Foto: Reprodução
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Nas últimas duas semanas, Donna promoveu uma enquete nas suas redes sociais para eleger os 10 vilões mais odiados do final de ano. Spoiler: as famigeradas uvas-passas apareceram, mas não venceram a eleição. Há coisas ainda mais odiadas pelas nossas leitoras do que as frutinhas do panetone. Conheça os piores, do menos para o mais votado.

10 – Apresentações escolares

O décimo vilão mais odiado pelas leitoras não é dos mais politicamente corretos. São as apresentações de final de ano. Mas quem é mãe (ou dinda), entende. Elas são uma fofura nos cinco minutos em que o filho se apresenta, mas uma maratona de horas e horas para assistir a todos os outros alunos de todas as outras séries em uma época em que o tempo é precioso e o trânsito horrível. Fora toda a produção: o custo (não raro, exorbitante) da fantasia, o grupo de mães do WhatsApp explodindo de mensagens, os ensaios em casa… E depois ainda tem a apresentação da dança, da patinação, da catequese… Socorro!

09 – Tentações x dieta

Bem-intencionadíssimas, lá por setembro (ou novembro, porque né? Sempre tem as atrasadinhas), novas frequentadoras lotam as academias jurando que neste, ano, sim, levarão a sério o projeto verão. Mas como se manter fiel à maldita dieta com três convescotes de final de ano por semana? Sem contar os colegas que levam guloseimas como lembrancinhas e, ao final de tudo isso, as ceias! Pior é que a preocupação com a balança se justifica. Uma pesquisa apontou que o corpo humano leva até cinco meses para conseguir perder o peso adquirido ao longo das festas de final de ano. Beijo, biquíni branco!

08 – Ceia à meia-noite

Pelo visto, não são poucas as famílias que mantêm a tradição de cear à meia-noite. E também não são poucas as leitoras que odeiam isso, dado que é o oitavo vilão mais lembrado da lista. A origem dessa tradição vem de que toda a celebração de Natal – incluindo a Missa do Galo e, lógico, a comilança – ocorrer na transição entre os dias 24 e 25, quando Jesus Cristo teria nascido em Belém. Cristianismo à parte, as contraindicações práticas são diversas: sono, barrigas roncando, comida (ainda mais) fria, digestão pesada, crianças impacientes…

07 – O dilema do Ano-Novo

O sétimo mais lembrado da lista foi uma sugestão das próprias leitoras. Para muitas das leitoras, o principal vilão do final de ano é o dilema entre aproveitar o réveillon com os amigos ou com os familiares. Cabe aqui o parênteses de que ter esse dilema já é um privilégio e que ele provavelmente dure por tempo limitado. Considerando que quando se é adolescente você faz o que os pais mandam e que, anos depois, você se torna aqueles mesmos pais, aproveite esse período de escolhas e negocie com sabedoria. Uma dica é aquela regrinha: se o Natal foi um festão em família, o Réveillon não precisa ser um bis.

06 – Amigos secretos

O principal problema dos amigos secretos, sexto vilão mais lembrado, certamente é o plural. Todos os amigos secretos se acham os únicos do universo, com regras específicas, necessidade de encontro para revelação, tempo para comprar o presente e custos que, mesmo simbólicos, se somam e pesam no bolso nas contas de final de ano. Ainda tem o problema dos presentes: levante a mão quem nunca recebeu um agrado nada a ver com você, quem recebeu como sugestão um presente fora da faixa de preço estipulada ou quem recebeu a sugestão depois de já ter comprado outra coisa. Haja amizade!

05 – Parentes inconvenientes

A família é um dos alicerces do Natal, mas como muitos dos parentes a gente não escolhe e não sabe como lidar, não é à toa que eles inauguram o top 5 dessa lista. Diversos problemas podem vir da convivência súbita por uma noite com parentes distantes, como o conflito de opiniões, as perguntas inconvenientes sobre a vida pessoal ou as diferentes noções de etiqueta. Se você não quer estragar a festa com discussões sobre política, se irritando com atrasos ou coisa do tipo, a boa notícia é que Donna já abordou esse tema no Natal do ano passado e elaborou um guia para evitar saias justas familiares. Pelo visto, segue valendo.

04 – Enfim, a uva-passa

Do salpicão ao arroz à grega, do panetone à farofa… Parece que as famigeradas uvas-passas se tornam tão onipresentes no final de ano quanto o Papai Noel ou álbum de Natal da Simone. Por mais que os memes afirmem o contrário, lembre-se que há pessoas que gostam das frutinhas murchas e controle o seu ódio. Além do mais, é um alimento bastante saudável: entre os seus benefícios está fortalecer o sistema imunológico, proteção contra doenças cardiovasculares e até como estimulante sexual (se consumido com frequência). Pense nisso antes de separar elas no canto do prato ou trocar o panetone pelo chocotone.

03 – Impostos e impostos

Inauguram o pódio dessa lista as siglas que fazem o seu 13° salário se tornar no máximo um 12,5°. Em dezembro, se apresentam os boletos do IPVA e do IPTU. E não são os únicos: há também as rematrículas escolares e as contribuições para conselhos de determinadas profissões. A dica dos educadores financeiros é aproveitar a primeira parcela do 13°, em geral depositada até o final de novembro, para pagar esses tributos com os descontos por pagamento antecipado. Mas sabemos bem que, a essa altura, pode ser que você tenha se empolgado com as compras e aí já era. Fica para 2018.

02 – Compromissos sociais

Essa deve ser ao mesmo tempo a melhor parte e, de acordo com nossas leitoras, o segundo maior vilão do final de ano. É ótimo festejar o ano que passou com o grupo de amigos, com os colegas de trabalho, com a escola dos filhos… Mas, convenhamos, haja calendário para tantos compromissos sociais. A consequência é que muitas chegam à ceia de Natal já esgotadas. Agora falta pouco, mas ainda vale consultar as dicas coletadas pro Donna para não surtar em dezembro, como não descuidar das horas de descanso e não se culpar por não dar conta de tudo. Como essa lista mesmo prova, você não está sozinha.

01 – Filas, filas e mais filas

A maior vilã do final de ano, segundo as leitoras de Donna, está em todos os lugares: na estrada para o litoral, nos terminais bancários, nos restaurantes, no estacionamento do shopping, nos caixas das lojas… A fila! Nos empatando a vida, nos aborrencendo e nos tomando o bem mais precioso neste período: o tempo. Um dos motivos é que, em muitas ocasiões, se trata de um problema inevitável. Mas aqui e acolá, você pode amenizar o problema escolhendo melhor horários ou modalidades de compras. As compras por internet, por exemplo, cresceram 7,4% no Brasil em 2017 e tendem a dobrar em volume até 2021.

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