Trocador para bebês em banheiros masculinos: mães opinam a respeito

Foto: Pexels
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Virou lei em São Paulo. Publicado em 28 de julho, o decreto 58.342/18 determina que shoppings e grandes centros comerciais da capital paulista devem dispor de fraldário em espaços de livre acesso para ambos os sexos. Se isso não for possível, é exigida a instalação de trocador para bebês tanto nos banheiros femininos quanto nos masculinos.

A norma vale para estabelecimentos públicos, com grande circulação de pessoas. Os locais têm seis meses para se adaptarem. Se descumprirem a regra, poderão ser penalizados em R$ 10 mil. Em caso de reincidência, a multa será 20% maior.

Foto: Pixabay

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A medida pode servir de exemplos para outras cidades. Em Porto Alegre, não existe lei, mas os principais shoppings têm espaços separados do banheiro para homens e mulheres trocarem seus bebês.

Donna colheu opiniões a respeito do assunto no Grupo de Mães no Facebook. A maioria concorda que os pais devem ter um local para mudar a fralda dos filhos, porém, algumas discordam que isso seja feito dentro do sanitário masculino, e preferem um espaço em comum, como o banheiro família.

Confira alguns relatos:

“Devia ser lei federal”, afirmou uma das participantes. “E os pais de gêmeos? Aqui não tem revezamento? Precisamos muito agilizar isso em todo o país!”, completou outra.

“Meu marido sempre usou fraldário e nunca teve problemas. Mas às vezes ele não gostava de entrar por ter mulheres amamentando, e por respeito a elas, ele pedia para eu ir”, contou uma leitora.

“O banheiro familiar é ótimo. Porém, nem todos os lugares têm. Nesse caso, deve ter fraldário em ambos os banheiros, sim. Até porque, além dos pais que dividem tarefas com a esposa, tem os que criam filhos sozinhos”, disse uma usuária.

“Em um restaurante que só tinha fraldário no banheiro feminino, fiz meu marido entrar mesmo assim e trocar nosso filho. Eu estava com o braço machucado! É um absurdo isso. No mínimo tinha que ser um espaço separado, em que ambos pudessem entrar”, apontou outra.

“Tenho observado um crescente de fraldários sem restrição de gênero, onde pai ou mãe podem trocar o bebê. Acho que logo, logo, essa tendência vira regra, porque é o caminho mais natural, uma vez que já é tão evidente que os papais cada vez mais prestam os mesmos cuidados que as mamães”, opinou mais uma.

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