União de mulheres no movimento #EleNão repercute fora do país

Fotos: Reprodução
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A união entre mulheres representada nas redes sociais pel a hashtag #EleNão, contra a eleição do candidato do PSL à Presidência da República, Jair Bolsonaro, ganhou repercussão internacional. O movimento reúne postagens de anônimas e famosas que se manifestam contrárias às ideias do presidenciável.

Um artigo publicado na versão online do jornal New York Times com o título #NotHim: Brazilian Women Take Aim at Presidential Candidate citou a mobilização das artistas, que estão propondo uma espécie de desafio, convocando umas às outras a irem às ruas e participar de um ato nacional que está sendo organizado contra Bolsonaro.

O texto destacou o vídeo publicado pela cantora Anitta – visto por 3,5 milhões de pessoas em 24 horas.

“Além de se posicionar com hashtag, a gente pode fazer durante a nossa vida, nos nossos dias, a nossa luta contra o preconceito, o racismo, o machismo, a homofobia, a nossa luta pelas minorias”, disse Anitta no vídeo.

A carioca foi provocada no domingo, 23, pela cantora Daniela Mercury.

A partir daí, outras famosas seguiram a corrente. Monica Iozzi, Maria Casadevall, Rafa BritesLetícia Sabatella, Leticia ColinSophie CharlotteNathalia Dill, Tainá Müller, Camila Pitanga e Maria Gadú são algumas das participantes do movimento.

Veja as manifestações:

 

O movimento surgiu no grupo de Facebook Mulheres Unidas contra Bolsonaro, mas se espalhou pelo Instagram e Twitter.

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