Moda: Feminino além do óbvio

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“Vestir-se é um ato social”. Moda é muito mais do que simples “tendências do momento” e o disse-me-disse sobre o que está – ou não – em alta. E, vamos combinar? Nada mais em alta na sociedade atual do que o empoderamento da mulher.

Com o passar do tempo, a sociedade mudou, os valores se repaginaram e as mulheres mais ainda. E a moda, claro, não ficou para trás. Ela também precisou se adaptar e representar a mulher como um todo. É fato: as discussões sobre o papel da mulher na sociedade mexeram com o mercado fashion como um todo e passaram até a direcionar e pautar produções de moda.

Essa tendência não é de hoje. A Chanel já fez um desfile-passeata, tomou uma posição de vanguarda antes de qualquer outra marca, e provocou a imprensa mundial sobre o feminismo em um ambiente onde o que importa (será?) é a beleza e a magreza.

Desfile/passeata da Chanel

Desfile/passeata da Chanel

A grife francesa Céline não deixou por menos: causou burburinho ao lançar uma campanha publicitária usando a escritora Joan Didion, 80 anos, como garota propaganda. A Givenchy também seguiu a mesma linha e fez bonito. Contratou Julia Roberts, 47 anos, sem maquiagem e com cabelo ao natural, para ilustrar uma das campanhas da marca.

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Lena Dunham, de Girls, que representa uma geração inteira de adolescentes apaixonadas pela cômica série americana, não está dentro dos conhecidos estereótipos de beleza e foi convidada para ser capa da Vogue. Pode? Pode muito!

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O filho do ator Will Smith, Jaden Smith, foi escolhido para figurar na campanha feminina da Louis Vuitton no último verão. Aos 17 anos, Jaden é conhecido por seu estilo próprio e por usar roupas de mulher em algumas ocasiões, fazendo um mix bem diferente nas suas produções. É a prova que a moda não tem sexo, idade nem preconceitos.

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Na passarela também teve gente surpreendida na última semana de moda: no desfile da Rick Owens, modelos carregaram outras usando os próprios corpos. Polêmico? Feminista? Pode ser, mas a grife não se preocupou e bombou nas redes sociais. O estilista explicou a ideia: “Trata-se de mulheres carregando mulheres, mulheres se tornando mulheres e mulheres apoiando mulheres”.

Viu como a moda não tem regras?

Por aqui, não é diferente. A marca gaúcha Tok, tão conhecida pela maioria de nós, acaba de lançar um novo posicionamento: o feminino além do óbvio. Hoje, a Tok é marca que enxerga a mulher além da roupa, e transcende a estética para representar, de verdade, o que é feminino.

Inúmeras temáticas interessam às mulheres: beleza, gastronomia, política, mercado de trabalho, viagens, celebridades… Para a Tok, qualquer assunto pode ser considerado feminino (desde que as mulheres tenham interesse nele). Por isso, a visão sobre o que é feminino foi ampliada – e as verdades da consumidora foram pensadas além da roupa e da estética.

Confira a nova coleção da TOK, que fez bonito nesse novo posicionamento:

Só uma marca que tem a essência feminina no seu DNA pode dar uma verdadeira resposta para os desejos de demandas de mulheres de todas as idades, regiões, estilos e valores. Afinal, nós não somos iguais e precisamos usar a moda em benefício do nosso corpo, estilo e dia a dia. Facilidade que a gente tanto precisa, sabe?

Moda é mais que beleza. É mais que o poder de comprar. É mais do que ter no closet aquela peça desejada no mundo inteiro. A moda precisa conversar com você, e é isso que a Tok vai oferecer daqui pra frente.

@euquerotok | facebook.com/euquerotok | #euquerotok | #tokvamosalem

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