Valorizar as raízes, o primeiro passo da autoestima

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Parece um ciclo que a gente vê se repetir em tudo: olhamos a grama do vizinho, achamos que ela é mais verde e depreciamos o que temos. Funciona assim na nossa autoestima e funciona assim na nossa cultura. E essa espiral de achar que o de fora e o do outro é sempre melhor, tira da gente o orgulho e a valorização das conquistas e da história que nos trouxe até o presente.

Mas preservar a autoestima, o patrimônio natural ou construído, material ou imaterial para resgatar culturas e valorizar histórias virou uma grande missão de quem acredita que só nos falta um espelho para enxergar melhor quem somos e, daí, sorrir. Não é uma coisa de orgulho nacional, de se achar a última bolacha do pacote, mas entender que simplesmente podemos ser felizes com o que temos e com as marcas que deixamos nessa trajetória.

Um dos trabalhos mais importantes em todo o Rio Grande do Sul nesse sentido é realizado pelo Grupo da Maya, que une arte, cultura e turismo na missão nobre de recuperar os brios e o orgulho da região dos Pampas. Ao utilizar o melhor da mão de obra local, promover educação voltada às artes, literatura, cultura regional, gastronomia e artesanato, o grupo restaurou casarões antigos para construir uma pousada de luxo, um restaurante de alta gastronomia, um centro cultural comunitário e treinar as crianças da cidade para a música clássica. E ainda promove festivais importantes e dá uma aula de sustentabilidade ao produzir em sua cabanha a maior parte dos alimentos consumidos pelos hóspedes.

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Com isso, ganham os gaúchos que veem sua história contada pela arquitetura e artes preservadas, por abrir um mercado de turismo quase inexistente na região, por qualificar seu povo e criar cultura e entretenimento da melhor qualidade.

E para quem quiser saber mais sobre a Da Maya, só acessar o site. Já para os que gostam de boas histórias contadas em vídeo, vale a pena assistir:

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