Donna 25 anos: 5 clássicos da cultura pop de 1993, o ano de lançamento da revista Donna

Foto: Reprodução
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O ano de lançamento de Donna marcou também a estreia de um dos meus filmes favoritos, de uma das minhas séries do coração e do disco que embalou a última turnê da banda Legião Urbana. Foi também o ano da morte de um ícone do cinema (e da moda) e do reconhecimento de uma grande escritora. Com vocês, meus clássicos e minhas recordações de 1993.

A Época da Inocência (foto acima)

Sabe aqueles romances que emocionam e deixam cenas impressas na memória? É o caso deste filme de Martin Scorsese, com Daniel Day-Lewis e Michelle Pfeifer, que chegou aos cinemas em 1993. Na Nova York do fim do século 19, o advogado Newland Archer flana tranquilamente pela alta sociedade. Até conhecer a prima de sua noiva, a recém-separada condessa Olenska, e viver um amor que desafia as convenções da época. Mas vá além do filme: o livro que lhe deu origem, de Edith Wharton, é um clássico, vencedor do prêmio Pulitzer.

Toni Morrison

Foto: Timothy Greenfield Sanders/Divulgação

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Em 1993, esta escritora americana tornou-se a primeira negra a ganhar o Nobel de Literatura. Dos seus livros, meu preferido é o romance de estreia, O Olho Mais Azul, que conta a história de Pecola, uma menina negra e pobre, com uma família desestruturada, que enfrenta todo tipo de preconceito. E toda noite reza para ter olhos azuis. É um olhar sensível sobre questões de raça e preconceito, tema recorrente da autora.

 

Arquivo X

Foto: Reprodução

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Sim, também tenho meu lado nerd. E foi despertado com esta série clássica dos anos 1990, com direito a revival em uma 11ª e última temporada neste ano. Da música de abertura à frase “A Verdade Está Lá Fora”, Arquivo X fez de Fox Mulder (David Duchovny) e Dana Scully (Gillian Anderson) ícones da cultura pop.

O descobrimento do Brasil

Foto: Divulgação

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Um disco com canções belas e melancólicas como só Renato Russo sabia fazer – sem deixar de lado uma pontinha de esperança. Estão lá neste sexto álbum da Legião Urbana canções como Giz (amo!), Os Barcos, Perfeição e Só por Hoje. Este disco também marcou a última turnê da banda – e eu estava entre os milhares de fãs que cantaram com eles, no ano seguinte, no Gigantinho lotado.

Audrey Hepburn 

Foto: Divulgação

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Em 20 de janeiro de 1993, perdemos a atriz que se tornou um símbolo de elegância e estilo. Do legado de Audrey, difícil não destacar seu filme mais icônico: Bonequinha de Luxo (1961). Na pele de Holly Golightly, ela nos diverte e emociona: impossível esquecer a cena em que a personagem canta Moon River. Vale programa duplo – ler o clássico de Truman Capote e (re)ver o filme de Blake Edwards.

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