Uma das líderes espirituais mais pop do país, Monja Coen dá dicas de como tornar a vida mais leve

Foto: Gil Silva, divulgação
Foto: Gil Silva, divulgação

Por Maria Rita Horn

A fala mansa e inteligente seduz o ouvinte. Ainda mais quando, entre uma resposta e outra, ela surpreende nossa ideia preconcebida de uma monja e solta uma gargalhada ao fim das próprias tiradas bem-humoradas. É também o seu passado que surpreende e tem gerado curiosidade: aquela que no registro civil se chama Cláudia Dias Batista de Souza casou-se aos 14 anos sob muitos protestos da mãe , teve uma filha aos 17 e esteve presa na Suécia, na década de 1970, por vender ácido. Ao tocar nesse assunto, vemos que a paulistana conhecida nacionalmente como Monja Coen Roshi também pode ficar um pouco brava. Não quer mais abordar detalhes específicos de antes da vida monástica por acreditar que muitos passaram a se interessar somente por essa fase que ela considera de procura por um sentido.

Se tudo é uma questão de sabermos voltar ao estágio natural da mente tranquila, como a Monja Coen gosta de ensinar, percebemos que a fala mansa retoma seu rumo ao contar como é uma leitora voraz desde criança ou ao falar da influência da mãe pedagoga e poeta e de como isso tudo a tornou uma adolescente questionadora, principalmente das tradições cristãs. Hoje, aos 70 anos, ela é uma das líderes espirituais mais requisitadas do país. Os ingressos de suas palestras se esgotam com antecedência, e vídeos dela no YouTube têm milhares de visualizações. A primeira mulher e a primeira monja de ascendência não japonesa a assumir a Presidência da Federação das Seitas Budistas do Brasil, em 1997, encontrou o zen-budismo na década de 1980, quando morava em Los Angeles, nos Estados Unidos. Ná época, era casada com Paul Weiss, um americano que conheceu em um show do Alice Cooper – ele era iluminador da banda. O rock, aliás, acompanhou a jovem desde cedo. Ainda que hoje não tenha muito tempo para ouvir música, diz que gosta de Pink Floyd e Yes e fala muito bem do som da guitarra do primo Sérgio Dias, um dos fundadores dos Mutantes:

– Serginho tem uma guitarra que é linda. Ela canta, chora. Vai até o espaço e volta, né? Esse é o tipo de música que eu gosto.

Foto: Gil Silva, divulgação

Foto: Gil Silva, divulgação

Neste final de semana, a Monja Coen está em Porto Alegre para dois eventos (veja quadro abaixo), um deles para lançar seu mais recente livro: O Sofrimento é Opcional – Como o Zen Budismo Pode Ajudar a Lidar com a Depressão. Por mais que esteja reticente em falar do que viveu antes de se tornar monja, ela não hesita em compartilhar que já sofreu de depressão e até teve tendências suicidas para mostrar o quanto o zen-budismo pode ajudar na busca por uma vida mais serena. Na entrevista a seguir, ela relembra sua trajetória, conta como superou momentos de dor e as escolhas que fez para si mesma. E faz questão de dizer: “Não sou santa”. Mas é justamente essa profunda humanidade sem cerimônia que faz com que tantos de nós queiramos ouvir o que ela tem a dizer.

Monja Coen em Poa

Neste sábado, a Monja Coen está em Porto Alegre para uma palestra na Amrigs, quando será apresentado o documentário sobre os 20 anos do Via Zen, comunidade zen budista do Estado orientada por ela. Ingressos esgotados. Já no domingo, às 15h, ela lança o livro O Sofrimento é Opcional – Como o Zen Budismo Pode Ajudar a Lidar com a Depressão (Bella Editora, 112 páginas, R$ 45), em um bate-papo seguido de sessão de autógrafos, na Livraria Cultura do shopping Bourbon Country.

“Temos que começar a apontar as coisas boas”

Foto: Gil Silva, divulgação

Foto: Gil Silva, divulgação

Antes de se tornar monja, a senhora teve uma juventude de fatos marcantes. Acredita que era uma pessoa difícil ou rebelde?

Não. Sabe, não gosto muito de falar daquilo que aconteceu antes de me tornar monja. E vou dizer por quê. Quando a gente faz voto monástico, é como se tudo aquilo que você fez antes fosse uma vida passada. Tem tido muita gente, todos querendo saber do meu passado, e escrevem muitas bobagens, preocupados se fui presa ou não, se usava LSD ou não. São coisas que não existem mais para mim. Se você me perguntar o que acho de LSD, vou dizer: “Olha, foi usado para cura de alcoolismo por um professor de Berkeley, da universidade, e, depois, isso passou a ser usado por muitas pessoas como processo de descoberta de vida, de sentido, de deidade. Mas hoje em dia eu recomendo que ninguém tome”. Acho que você pode acessar os estados da pureza da consciência por meio de práticas meditativas, ioga, preces, estudos filosóficos. E que não deve e não precisa usar nenhuma droga. Tive experiências no passado? Tive. Mas não entro mais em detalhes. Se você mencionar que eu tive uma juventude, uma adolescência, uma infância de procuras, questionamentos, isso é verdade: “Deus existe? Onde está? Tem sentido a vida? Por que morremos? O que é morte?”. Essas questões existenciais estão comigo desde que me entendo por gente. Nessa minha procura, passei por várias experiências, até que encontrei o zen (budismo).

Quando a senhora entrou para o zen-budismo?

A metade da minha vida é ligada ao zen. Quando entro na adolescência, começo a questionar minha mãe: “O que é amor? O que é ódio?”. “Por que eu te amo, minha mãe, mas eu fico com uma raiva de você, às vezes?”. Aí, começo a perceber como esses opostos vivem em nós. Com 13 anos, disse: “Não vou mais à missa, porque não entendo o que significa a religião cristã”. Existe Deus? Onde está? Aí vou ler Nietzsche e os filósofos que me interessavam na época, vou atrás de textos bem interessantes, como o Bhagavad-gita. São livros em que eu vou começar a procurar: “Onde é que tem sentido aqui?”. Eu me afastei das tradições cristãs, porque achei que não tinham coerência. E aí vou procurar em outras filosofias, o que me fez chegar ao zen.

Que idade a senhora tinha?

Ah, uns 28 anos. Cheguei a um livro sobre ondas mentais alfa, que é um estado muito bom para a mente humana, escrito por uma repórter. Nele, ela entrevista um monge zen e pergunta: “Dizem que o mesmo estado alfa conseguido em clínicas, por eletrodos, através de estímulos neurais, é obtido pela meditação. O que o senhor acha do uso de eletrodos?”. Ele diz assim: “Se a ciência diz que é possível, é porque é. Mas por que vocês querem entrar pela janela?”. Essa foi a frase da grande transformação da minha vida.

Foi nesse período que a senhora começou a meditar?

De forma sistemática, né? Eu meditava um pouquinho aqui, um pouquinho ali, não sabia direito o que estava fazendo. Quando ele fala “por que entrar pela janela?”, eu quero saber: “Então, cadê a porta?”. Como esse monge era zen, fui procurar na lista telefônica pela letra Z e tinha o Zen Center de Los Angeles. Estava morando lá nessa época, casada com um norte-americano e trabalhando no Banco do Brasil. Procurei o Zen Center, cheguei lá e falei “Nossa, é isso”. Fui me entrosando cada vez mais e disse a meu professor que queria ser monja. “Mas você nem budista é, minha filha, você veio de uma família cristã”, ele me disse. Respondi: “Eu aprendo”. Enquanto isso, minha mãe no Brasil dizendo: “Minha filha, se você quer ser religiosa, venha ser católica”. E eu tive de convencê-la, porque Buda disse que uma pessoa só pode se tornar monge se seus pais abençoarem. Então, quando ela me abençoou, fiquei muito contente, fui falar com meu professor. Ele falou assim: “Está na hora de marcarmos a sua ordenação”. Fui ordenada em 14 de janeiro (de 1983) e, em outubro, pedi para ir ao Japão para ficar em um mosteiro feminino por sete anos. Depois, mais cinco no Japão, trabalhando em alguns centros, ajudando, aprimorando em trabalhar já como religiosa, como professora.

Foto: Gil Silva, divulgação

Foto: Gil Silva, divulgação

Nesse momento, você ainda era casada?

Não. Antes de me tornar monja, me separei do americano. Fomos por caminhos diferentes. Ele foi continuar sua vida, e eu fui morar na comunidade. Muitos anos mais tarde, quando já estava fazendo a minha pós-graduação como professora no Japão, em um mosteiro de treinamento, encontrei meu outro marido, um monge japonês, com o qual me casei, e ele que quis muito vir para o Brasil, achava importante trazer os ensinamentos (os dois atuaram por seis anos na sede administrativa da América do Sul, no bairro Liberdade, na capital paulista).

Seu mais recente livro é sobre depressão. Já teve a doença?

Sim. Todos nós passamos por depressão. Não é um livro que escolhi fazer, a editora me pediu.

Sabendo que já tinha ficado deprimida alguma vez?

É, eles perguntaram. Eu falei “Claro, quem não ficou?”. Aí comecei a estudar um pouco a depressão, comprei vários livros, fiz uma pesquisa sobre isso, conversei com minha filha, que é psicóloga. O que acontece? Depressão todo mundo tem. Em níveis diferentes. Tem aquela pequena depressão, que dá vontade de fazer nada, “O mundo está feio, triste, não está indo na direção que eu queria, as pessoas não são honestas, não são corretas, tô cansada disso”. Até pensamentos suicidas podem passar pela cabeça. Tudo isso pode acontecer e aconteceu comigo.

No livro, você diz que é possível optar por não sofrer. Como?

A dor e a insatisfação existem, mas, em cima disso, colocar mais dificuldades é uma escolha nossa. Não é dizer que não existem dor, tristeza e insatisfações. Elas existem, mas não é necessário ficar pondo mais peso em cima daquilo que está machucando. Somos nós próprios quem colocamos.

Mas o que se pode fazer para não colocar esse peso?

Por meio da plena atenção. Você percebe o que está fazendo e começa a dar mais leveza. É sabedoria que nos liberta. A prática da meditação nos faz acessar um nível de sabedoria. E, através de um nível de compreensão do que está acontecendo, existe mais leveza. Não é que a dor vai parar, mas não precisa pôr mais peso em cima.

Foto: Gil Silva, divulgação

Foto: Gil Silva, divulgação

Você diz que o oposto da depressão não é a alegria? O que seria?

É um estado de tranquilidade. O nosso estado natural, da nossa mente verdadeira, é neutro. Não é alegre nem triste, nem feliz nem infeliz. Quando a gente cai nesses casos extremos, ou de muita tristeza ou de muita alegria, estamos em estados alterados de consciência. O estado natural é de tranquilidade e de estar pronto para o que venha, perceber que dor existe, que há tristezas na vida, que temos lutos não apenas por pessoas que morrem, mas também por sonhos que temos. É perceber que a vida é um processo constante de transformação. Como diz o pescoço do Neymar, “Tudo passa” (risos, em referência à tatuagem do jogador do Paris Saint-Germain).

Entre oito práticas citadas no livro, a senhora cita a da “fala correta”. O que alguém que tem um conhecido em depressão deve evitar falar ou reforçar?

Temos de começar a apontar coisas boas. Estamos em uma era em que divulgamos muito e falamos muito daquilo que não é benéfico. Apontamos muitos erros e falhas: de políticos, da sociedade, da própria natureza. Estamos criando um sistema de medo e desesperança. Somos bombardeados o tempo todo por notícias prejudiciais. Achei bonito agora, nessa história dos EUA, que os canais de TV americanos começaram a divulgar tanta solidariedade no meio das enchentes, das dificuldades por causa do furacão. É importante ressaltar isso, que tem pessoas boas, que fazem o bem, sem esperar nada em troca.

No livro, a senhora conta também que se curou de tendências suicidas. Como isso aconteceu?

Era muito jovem, trabalhava no Jornal da Tarde (jornal de São Paulo, que deixou de circular em 2012). A vida de repórter, você sabe, está sempre em contato com dor, morte, abusos. Estávamos em um regime militar, opressor, via amigos meus sendo presos e outras pessoas sendo torturadas e mortas. Nesse período, tive um companheiro que era alcoolista. Conviver com uma pessoa que bebe muito, mas que é extremamente inteligente e sensível, é uma coisa que vai levando você para baixo. Um dia, falei: “Cansei, não quero mais viver”. Tomei vários comprimidos de antibióticos, que não matam, né, mas dormi. Quando acordei, estava no hospital. Meu psiquiatra estava do meu lado e muito bravo. Fui para uma clínica, mas não queria ficar lá. Depois de um breve tempo, ele me tirou, a gente conversou muito. É importante você ter pessoas em quem confiar. E tinha minha filha. O amor dela e a ajuda desse terapeuta fizeram eu sair desse processo.

Muitos acabam entrando em depressão em um fim de relacionamento. A senhora, que foi casada algumas vezes, passou a encarar isso de forma diferente depois de entrar para o zen-budismo?

Mudou muito! Estava em um relacionamento quando entrei no zen. Conforme mergulhei nisso, o relacionamento deixou de fazer sentido, tanto para mim quanto para meu companheiro. E nos tornamos grandes amigos. Depois, me casei com um monge japonês, também me separei e ficamos amigos. O que digo para as pessoas é: “Você se casa por amor e você pode se separar por amor e com amor”. Para se separar de alguém, não precisa ter ódio da pessoa nem culpá-la por um relacionamento que vocês dois, juntos, não conseguiram realizar. Deixaram perder o amor, escapar de suas mãos um tesouro precioso. Não é culpa de um nem de outro, foram os dois juntos. Derramou o leite, e o que aprendi com isso? Que, em um próximo relacionamento, é preciso ser mais cuidadoso.

00c8c102

Foto: Gil Silva, divulgação

Tem uma parte no livro que me chamou a atenção. Você diz: “Hoje não bebo, não fumo, não mantenho relações sexuais, não roubo…”. Do jeito que foi colocado, parece que o sexo é algo prejudicial.

Não considero prejudicial de jeito nenhum. Mas chegou um momento em minha vida em que não tenho atração sexual. Porque acho que atração sexual é uma coisa de épocas da vida. Ando tão ocupada com outras coisas que não tenho tempo de ficar pensando em sexo. No mosteiro feminino, no Japão, nossa sexualidade era algo que não deveria ser estimulado. Você está lá e não namora, não casa. Então, em vários momentos da vida, não tive relações sexuais. Assim como neste momento. Não é uma coisa que eu tenha de fazer um sacrifício… Beber é a mesma coisa. Um dia, tomei tanto vinho aí no Rio Grande do Sul (risos) que jurei que não beberia mais. Aquilo que estou fazendo não é porque tenho qualidades acima das outras pessoas. É porque, neste momento, não é foco da minha atenção. Não é assim “sou santa” – minha irmã diria “santa do pau oco” (risos). São os momentos da nossa vida.

Li que a senhora defende também a prática de atividade física para ajudar no tratamento da depressão.

Corri várias provas, depois tive um acidente na rua, mas não em prova (risos). Quebrei o quinto metatarso. Tive outros problemas de debilidade física, de viajar muito, dar muita palestra, e precisei parar. Como ganhei muitos quilos ficando doente, agora tenho feito caminhada esportiva. Não consigo fazer todos os dias, mas a proposta é tentar, diariamente, 40 minutos de caminhada. Também faço ioga e treinamento funcional duas vezes por semana. Por quê? Porque você volta renovado. Faz produzir serotonina, endorfina, que nos dão alegria, estímulo vital. Nosso corpo e nossa mente não estão separados. Se fico só parada, sentada ou dormindo, vou entrar em um torpor mental. Para isso não acontecer, tenho de me movimentar. Nossa vida é movimento.

A senhora teve uma filha bem nova, deve ter sido avó nova. Hoje é bisavó. Como é a monja bisa?

Uma delícia! Ele (o menino se chama Mahao) já chega de manhã cedo e vem “Bi-bi”. Tem três anos, agora fala. Muito brincalhão, muito alegre, muito bonitinho. Gosto muito de criança e conviver com bisnetinho, então, é uma loucura. Você vai reconhecendo traços de família e, ao mesmo tempo, percebendo, junto com ele, esta descoberta do mundo. Esse olhar que está vendo pela primeira vez a vida, o planeta, o que existe. É de uma riqueza incomensurável.

Foto: Gil Silva, divulgação

Foto: Gil Silva, divulgação

Apenas respire

A respiração consciente para manter a tranquilidade em tempos tão turbulentos Confira as dicas do zen budismo para o ambiente de trabalho,

Para se manter tranquilo em tempos tão difíceis, de tantas notícias de corrupção e violência, o segredo, diz monja Coen, é saber que o estado natural da mente é quando ela está tranquila e que podemos aprender a sempre acessá-la:

– Quando vêm as coisas, é preciso responder a elas e voltar para a tranquilidade. Muitas pessoas não voltam para esse estado. Entram em excitação e continuam. Aí vai piorando, vai ficando nervoso. A chave de ouro que sempre entrego onde vou é a respiração consciente.

Para isso, sente-se de maneira que a coluna seja mantida ereta, a cervical reta e o queixo paralelo ao chão.

– A inspiração é passiva, o ar apenas entra. Ao inspirar, perceba que toda caixa torácica se expande em todas as direções. Aí tem uma pequena pausa. Ao expirar, a expiração é bem devagar pela boca. Deixa sair fazendo até um som. Sai pela glote, abre e faz um sonzinho. Deixa esse ar sair o máximo possível. Você percebe que, ao finalzinho, tem uma contração no baixo abdômen. Se você fizer isso umas três vezes, você já recuperou seu eixo de equilíbrio. É uma joinha isso – explica.

A indicação, segundo alguns grupos budistas, é fazer isso de hora em hora. E você pode fazer isso caminhando, sentada. São coisas que não precisa de muita técnica para poder encontrar de novo esse eixo, ressalta.

Zen no trabalho

Por onde vai no país, Monja Coen ocupa espaços que vão ficando cada vez menores. Para a palestra que vai dar em Porto Alegre neste sábado, na Amrigs, o lote extra de ingressos estava esgotado pelo menos 10 dias antes. Em agosto, em Salvador (BA), lotou um auditório para 600 pessoas.

A reunião deste sábado é para o lançamento de documentário que trata dos 20 anos do Via Zen, comunidade zen-budista do Estado que é orientada pela monja, mas uma infinidade de outras palestras costumam ser requisitadas por empresas.

No mês passado, foi convidada pela Google para a abertura do YouTube Space, um espaço high tech na zona portuária do Rio de Janeiro.

– Pediram para falar com eles. Não porque eu tenha um canal, mas porque, através dele, ganhei muita popularidade, que é no sentido de “vamos ficar bem?”, “vamos viver de boa com o mundo?”.

Como o zen-budismo ensina o ambiente corporativo a “viver de boa”? Monja Coen diz que, principalmente, tenta levar o aprendizado da respiração consciente:

– Quando estiver com estresse, ansiedade, respire. Se você vai de uma sala a outra, em reunião, em vez de ir pensando 10 mil coisas, caminhe em plena atenção, prestando atenção em seus passos, e respirando conscientemente. A cabeça muito atribulada pode não ter boa oxigenação.

Leia mais
Vídeos recomendados
Comente

Hot no Donna