6 dicas para transportar grandes bagagens para casa

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Lembro da minha primeira viagem para a Bahia, quando o guia do ônibus alertou: “gente, não compre um berimbau. Não compre. Depois, vocês não vão saber usar e ainda terão um problemão para levar de volta para casa no avião”. Ok, não comprei um berimbau. Mas já tive vontade de comprar um chapéu tailandês, por exemplo, um Buda gigante, em Bali, e um quadro, lindo, lindo, que vi em Portugal – a minha cara – mas que só o frete já custava o dobro do valor da obra.

Foto: Unsplash

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Quando fui a Murano – já contei a experiência em outro post por aqui -, comprei. Pô, não teve como aguentar. Comprei carnavalescos de Veneza e uma dupla de cavalos que dão orgulho de ostentar na estante. Mas foi função. Eita, que foi. Pensa enrolar isto em plástico-bolha, socar dentro da mala e orar para Deus para cultivar nossos euros em forma de vidro? É adrenalina pura.

Por isso, fiquei contente da vida ao visitar a Cristais de Gramado, em Gramado, óbvio, e perceber que eles operam com opção de frete e translado com taxas bem amigas e em prazos ótimos. É uma solução de compra sem adrenalina e a garantia de que a peça chegará 100% para brilhar na prateleira, né? Ainda mais quando se trata de cristal. E, no mais, dá para lotar a mala com outros souvenirs.

Foto: Unsplash

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De qualquer forma, resolvi separar algumas dicas bacanas aqui para quem gosta de ousar nas compras ao redor do mundo e depois quebra a cabeça para entender a melhor maneira de despachar. Vamos lá?

  • Não coloque as compras nas laterais da mala. Acomode no centro, proteja com as roupas (o ideal é até enrolar as peças com roupas usadas) e com os sapatos para evitar deslocamento e possível quebra.
  • Se você se conhece e sabe que não resiste a uma comprinha, passe em um supermercado e garanta plástico-bolha, papel pardo e fita adesiva e já leve na mala.
  • Antes de ter a Monstra, minha mochila companheira de volta ao mundo, era fã número 1 das malas rígidas. E sei que, para quem gosta de comprar artigos delicados, esta é a melhor opção e a mais segura – mas, atenção, tem que preencher bem o espaço para que as compras não se movimentem lá por dentro e corram o risco de quebrar.
Fernanda Pandolfi e a Monstra

Fernanda Pandolfi e a Monstra

  • Se o propósito for mesmo uma viagem de compras, coloque duas caixas de sapato vazias dentro da mala para já reservar o espaço do que voltará a mais com você e não correr o risco de lotar a bagagem já na ida.
  • Não seja aquela pessoa que paga mico e tem que refazer a mala na fila do check-in. Confira os quilos permitidos pela companhia aérea (lembrando que varia de voos nacionais e internacionais), pese a mala antes de sair do hotel e redistribua o conteúdo caso necessário.
  • E uma diquinha extra: coloque uma sacola vazia no fundo da sua mala. Na volta, ela pode retornar carregada e ser a sua bagagem extra. E faça os cálculos, dependendo, vale mais a pena comprar uma mala a mais do que pagar o excesso de bagagem, viu?

Have a nice trip!

*Conteúdo em formato branded content para Blogueiros Viajantes e Cristais de Gramado.