Marrocos: dicas de Fez, Deserto do Saara e Marrakech

Como a gente já havia alertado no post anterior, Marrocos deu muito pana para a manga e, por isso, estamos dividindo o conteúdo em duas partes. Depois de desbravar o norte (espia aqui), começamos a descer pelo país para a parte mais popular e turística. Confere aí as principais dicas:

Fernanda Pandolfi marrocos

Fez

Há quem diga que se trata do maior labirinto do mundo. A medina de Fez é feita de 9 mil ruas todas encruzilhadas e cheias de lojinhas, mercadinhos e restaurantes escondidos. A dica é ir cedo da manhã para evitar a muvuca e, se estiver a fim  de compras, investir nos couros, nas cerâmicas e nas pratarias. Lembrando sempre de barganhar, é claro. Um bom restaurante para almoço é o Café Clock. Fica escondido entre as ruelas, é bom estar com o Maps.me ou Google Maps a postos. Outro horário bacana a ser apreciado é o do pôr do sol. Saia da medina e suba no alto da cidade para assistir às cores do céu.

Fernanda Pandolfi no marrocos

Veja nosso vídeo da segunda parte da viagem:

Deserto de Merzouga

Não há quem vá ao Marrocos e não tenha curiosidade de visitar o Deserto de Saara. Uma boa entrada é por Merzouga, cidade bérbere, da legítima cultura local, que tem diversos acampamentos para se passar a noite. A experiência é única. Vale chegar ao final de tarde, fazer um passeio de camelo e dormir sob as estrelas do deserto. No dia seguinte, acorde antes do sol, suba a duna mais alta que encontrar, e assista à chegada do dia. É uma bagagem para a vida.

deserto do saara

Marrakech

Chegamos à capital turística do Marrocos. Aqui, são necessários, pelo menos, três dias inteiros para poder aproveitar tanto a parte moderna como a antiga da cidade. Bater o ponto no souq, tomar uma laranjada ou um suco de romã, assistir à cobra subir (risos) e, óbvio, fazer umas comprinhas são partes obrigatórias da experiência. Além disso, não dá para deixar de fora os atrativos turísticos, como a mesquita e a Menara e o Jardim Majorelle, antiga casa do estilista Yves Saint Laurent e do companheiro, Pierre Bergé. Falando nisso, em outubro de 2017, foi inaugurado o museu que homenageia o designer e suas criações. Outra parada obrigatória. Se tiver tempo de sobra, não deixe de fazer uma aula de gastronomia na La Maison Arabe e marcar um hammam, o banho árabe, em algum spa bacana. Dos restaurantes que eu indicaria, anote aí o Bô Zin, o Le Jardin (com direito à visita à loja da grife Norya Ayron) e o Nomad.

Marrocos

Enjoy it!

*A jornalista viajou a convite da Agência Diário de Bordo.