#DonnaTalks! Conheça mais sobre vinhos e espumantes rosés, tema do Donna Talks na próxima quarta-feira

Já que a cor do momento é mesmo o rosa não só pelo movimento Outubro Rosa, mas também pela escolha da Pantone pelo Rosa Quartzo como cor do verão , por que não colocá-lo também na taça? Os vinhos rosés podem ser uma grata surpresa a quem pensa que o mundo se divide entre brancos e tintos. Apesar de frutado, refrescante e, ao mesmo tempo, rico em sabores e aromas, o consumo de vinho rosé ainda é tímido cerca de 9% de todo o vinho bebido no mundo. Mas esse número vem crescendo: na França, a preferência cresceu 12% nos últimos quatro anos. Conheça mais sobre essa maravilha que a gente não só indica, como também ama.

Pensando nisso,  nós criamos mais uma edição do nosso projeto Donna Talks Especial Vinhos, que desta vez terá foco total nos rosés. O encontro ocorre na próxima quarta-feira, dia 28, às 19h, na Ecoteca Vinum, na rua Marquês do Herval, 52, em Porto Alegre. Lá, além de aprender com o sommelier Vinícius Santiago os segredos para apreciar os rosés, vamos degustar uma série de vinhos memoráveis – entre eles o Rosé Miraval, assinado pelo casal Brad Pitt e Angelina Jolie, feito na região francesa da Provence. Gostou? Mais informações aqui ou pelo telefone (51) 3218-4931. Garanta já o seu ingresso!

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Espia só algumas coisas que você precisa saber sobre este tipo de bebida!

1. É de uva rosé?

Ao contrário do que muita gente acredita, não se faz vinho rosé com uvas rosés. Normalmente, os vinhos rosados são vinificados com uvas tintas – existem rosés feitos com merlot, malbec, cabernet sauvignon, pinot noir e muitas outras variedades tintas. A diferença é que o mosto, aquele suco que resulta da prensagem das uvas, que vira vinho depois da fermentação, fica menos tempo em contato com as cascas, que é onde está a coloração. O tempo de contato com as cascas também determina a intensidade do rosado – desde o cereja até o salmão, mais clarinho.

2. Sempre versátil

A grande vantagem dos vinhos rosés é a versatilidade. Eles não são tão leves e frutados como os brancos, mas também não tão estruturados como os tintos, o que os posiciona em um confortável caminho do meio. Outra vantagem é que devem ser servidos gelados, em temperatura de seis a oito graus, o que os torna perfeitos para os dias quentes e à beira da piscina. Mas cuidado: não sirva o rosé gelado demais, pois o frio demasiado oculta algumas notas de aroma e sabor. Para não errar, basta colocá-los na geladeira algumas horas antes de servir. A champanheira com gelo e água também é alternativa para mantê-los na temperatura correta.

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3. Combina com tudo

Os rosés também são perfeitos nas harmonizações, pois sua versatilidade abre um enorme leque de combinações gastronômicas possíveis. Acompanham peixes e moluscos, massas com molhos de tomate ou brancos, risotos, sopas e saladas mais leves. Quer algo mais encorpado? O rosé também vai bem com defumados, queijos, pratos com aves diversas, porco e também pizzas.

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4. Onde serve?

A taça ideal para servir o rosé tem tamanho intermediário, não muito grande como as de vinhos tintos, para evitar que a bebida esquente ao permanecer muito tempo no copo. Na dúvida, utilize a mesma em que você serve os brancos.

5. É dele que a gente gosta

O vinho rosé mais popular entre os brasileiros é o espumante – não esqueça que espumante também é vinho, só que com bolinhas. O processo de vinificação é bastante semelhante, com a diferença que, em alguns rosés, o corte inclui uma parte de vinho extraído de uvas chardonnay, cepa muito utilizada para a fabricação dos espumantes.

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