O Melhor Daqui: De moda a gastronomia, um passeio por lugares imperdíveis de Caxias do Sul

Ateliê de Rafaela Tomazzoni
Ateliê de Rafaela Tomazzoni

Textos: Thamires Tancredi
Fotos: Anselmo Cunha, Especial

Donna segue garimpando o que há de mais legal pelo Estado. Nossa última parada foi em Caxias do Sul, onde conhecemos de perto marcas, lugares e personagens que você precisa ter no seu radar. E não apenas se for visitar a cidade: tem muita coisa bacana para comprar, apreciar e ler mesmo a distância.

O Melhor Daqui
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VÍDEO: 4 passeios imperdíveis em Caxias

Para vestir

Carla Carlin

Com quase três décadas de moda, Carla Carlin sabe como poucos traduzir desejos fashion em peças que jamais perdem a identidade da grife que leva seu nome. São roupas que vestem uma mulher “independente, autêntica e bem-informada”, como explica a estilista.

– Sempre busquei trabalhar com tecidos nobres, confortáveis e que dessem mobilidade – diz Carla, direto da sede que abriga sua concept store e o ateliê integrados. – Gosto de trabalhar com o desejo e o sonho. Moda mexe com os elementos do intangível.

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Na marca Carla Carlin, elegância e atemporalidade andam juntas com uma pitada de sensualidade nada óbvia. Camisas, calças e vestidos são pensadas em modelagens que funcionem bem para todas as idades – e é justamente essa versatilidade que fez a etiqueta da Serra circular tão bem por multimarcas do país inteiro. Para além do estilo, a grife tem dado cada vez mais atenção a práticas sustentáveis, como o resgate de material do estoque e o máximo aproveitamento do tecido no corte.

– Tenho olhado demais para isso. Temos que transformar o resíduo em encantamento, porque só queremos comprar o que nos encanta – diz Carla.

• Rua Os Dezoito do Forte, 169
• (54) 3027-1097
@carlacarlingrife

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Carolina Potrich

Na ponta das agulhas de Carolina Potrich, linhas se entrelaçam para dar vida a peças repletas de história, delicadeza e sensibilidade. Dos vestidos de festa aos acessórios como colares e clutches, tudo é feito à mão em crochê, a partir de materiais nobres como seda e algodão egípcio. Uma verdadeira poesia feita a (muitas) mãos: as de Carol, que pensa o design e a modelagem, e a de suas 15 crocheteiras, que dão forma às ideias da estilista.

– É um trabalho diferente do senso comum. A moda do crochê vai e volta, mas quem gosta, gosta sempre – reflete Carolina. – E quem faz coloca muito amor ali.

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Apesar de ser filha de uma crocheteira de mão cheia, Carolina nem sempre pensou em trabalhar com a técnica. Foi ao final da faculdade de Moda que, em meio a pesquisas, descobriu as muitas possibilidades que o crochê oferece. Hoje, dedica-se a criar peças sob medida que têm a atemporalidade no DNA – e que podem ser vestidas hoje ou daqui a duas décadas com a mesma elegância. Aos poucos, Carolina vem investindo também em um mix de produtos que passa por almofadas, placas de cerâmica com detalhes em crochê e até roupinhas de bebê, que misturam o olhar apurado da estilista com a tradição das linhas. O resultado? Roupas únicas, carregadas de amor e história.

• Rua Doutor Montaury, 2.090, sala 1.208
• (54) 3067-4696
@carolinapotrich

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Rafaela Tomazzoni

Em meio a fios e retalhos, Rafaela cresceu e viu crescer o negócio da família, uma das malharias mais tradicionais de Caxias. Sempre soube reconhecer a importância do tilintar das agulhas, mas nunca fechou os olhos para os avanços da tecnologia. Talvez por isso sua etiqueta própria traduza como poucas a delicadeza do tricô feito à mão com as novidades da vez em tecelagem. Não à toa, sua marca autoral foi uma das convidadas a desfilar na última edição do Donna Week Iguatemi, no final do ano passado.

– Não quis uma marca de moda. Queria uma marca que refletisse os meus gostos – conta. – A ideia é ser atemporal. São peças que fazem diferença na vida da pessoa, trazem uma história e significado.

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A cada coleção, Rafaela escolhe uma musa para inspirar a criação primorosa de suas peças – como a modelo Twiggy e a escritora Virginia Woolf. Nas araras de inverno, casacos, saias e pantalonas que poderiam estar no closet da estilista Diane Von Furstenberg, a inventora do icônico wrap dress (ou vestido envelope). Para quem vai a Caxias, as novidades podem ser conferidas na loja-conceito da grife de knitwear – que prepara a inauguração de seu novo espaço próprio para o segundo semestre.

• Rua Plácido de Castro, 1.063, sala 904
• (54) 3536-6564
@rafaela.tomazzoni_oficial

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Fabiane Montemezzo

Elementos naturais e versatilidade são algumas das características da joalheria de Fabiane Montemezzo. Com apenas um ano e meio de marca, a designer já lançou três coleções, sempre com matérias-primas oriundas da extração natural. Em Platum, por exemplo, Fabiane teve como ponto de partida a madeira de um plátano: com a ajuda do irmão, ela extraiu pedaços da árvore, que caiu naturalmente, para criar suas peças autorais. Para Hortênsia, lançada no início de março – e com vários itens esgotados –, peças esféricas fazem referência ao símbolo da comunicação infinita. O lilás, cor do ano da Pantone, ganha destaque com a ametista. A novidade da vez são as peças confeccionadas em prata pura. Outro detalhe bacana: Fabiane sempre cria semijoias que possam ser usadas de formas diferentes.

– Gosto também que as peças das minhas coleções conversem uma com a outra – explica. – Na Hortênsia, por exemplo, há peças que podem ser usadas de três formas diferentes.

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Para o inverno, Fabiane planeja uma collab especial: vai utilizar descartes de couro para uma coleção “mais lúdica, inspirada em como somos por dentro, sem formas definidas”. Em breve, os novos acessórios poderão ser vistos no ateliê da marca, um espaço colaborativo com história para contar: é a casa do avô de Fabiane, que fez questão de incentivar (e abrigar) a paixão da neta.

• Rua Attilío Bassanesi, 2.276
• (54) 3029-2524
@fabianemontemezzo.oficial

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Ana Dotto

Desde pequena, Ana Dotto sempre ouviu que tinha jeito para a moda. A mãe, artesã por hobby, enxergava o potencial na guria que bordava desde pequena. Quando se aproximava sua festa de 15 anos, Ana, nascida no interior de Santa Maria, fez questão de desenhar o próprio vestido. Entre uma prova e outra, veio a certeza: era no mundo de tules, bordados e linhas que ela iria se encontrar. Ainda na faculdade, apaixonou-se pelo verdadeiro ritual que é criar um vestido de noiva. Da primeira conversa aos ajustes finais, o processo que envolve uma criação sob medida virou a matriz da grife, especializada em moda festa.

– Noiva é diferente de madrinha ou de formanda, porque elas chegam com uma ideia fixa na cabeça. E existe todo aquele clima do casamento, e você entra no meio da expectativa dela, que é a parte mais difícil – conta Ana. – (A melhor parte do processo é) quando chega ao fim, e ela diz que só poderia ser aquele vestido.

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Com apenas 25 anos, Ana Dotto vê seu nome estampado na etiqueta do vestido de algumas das mais belas noivas de Caxias e região. E virou especialista em entender os desejos de cada uma delas para o grande dia: da romântica à contemporânea, todas se encontram nas criações assinadas por Ana, que preza por um estilo mais clássico e atemporal. Há também a opção de escolher um dos vestidos da coleção ready to wear, lançados ao longo do ano, que permitem ajustes ao corpo de quem compra e também modificações em bordados e aplicações. Tudo para que cada noiva vista exatamente o que sempre sonhou.

• Rua Coronel Flôres, 810, loja 2
• (54) 3027-1080
@anadottoatelier

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Para curtir a cidade

Carême Café

Há seis meses, Caxias abriga um pedacinho da França. Na região da Estação Férrea fica o Carême Café e Pâtisserie, casa especializada nas éclairs, uma das mais tradicionais sobremesas francesas. Sob o comando do chef Gustavo Ferreira, delícias como a éclair de caramelo salgado, com queijo mascarpone, têm conquistado o paladar dos caxienses:

– A éclair é um doce com vários sabores, feito com massa neutra. As pessoas confundem com bomba de chocolate, e não tem nada a ver – esclarece o chef pâtissier, que se especializou na escola de gastronomia do Hotel Ritz, em Paris. – Quando você morde, a éclair precisa ter um creme firme, que não explode na boca. A ideia é que tenhamos um novo sabor todo mês.

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O charme do Carême também fica por conta do décor vintage. Todos os móveis do café, como as cadeiras vitorianas, são de um antiquário – e estão à venda, com preços no cardápio. Até as lindas louças são antigas, e costumam ser trocadas com frequência – a cada ida ao Carême, você provavelmente tomará café em xícaras diferentes. Aliás, a dica do chef é provar o café da casa, o Quintas de Guimarães, que vem do serrado mineiro. Além das éclairs, o cardápio ainda inclui bruschettas e baguetes – feitas artesanalmente com pão francês, como não poderia deixar de ser.

• Rua Coronel Flôres, 750, sala 1
• (54) 3419-2964
@caremecafe

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Barlavento

Para quem quer relaxar, esquecer as preocupações da cidade grande ou simplesmente provar um suco de morango com sabor único, não há lugar melhor do que o Barlavento. É lá que Mauricio Fedrizzi, agricultor e empresário, cultiva seus morangos hidropônicos desde 1998, com um detalhe especial: as frutas crescem ao som de rock e blues. Alguns anos mais tarde, começou a transformar o excedente da produção em geleias. Com a demanda – e para ajudar as pagar as contas depois de uma safra difícil -, o cardápio aumentou. Vieram as taças de sorvete com calda de frutas, as sopas, as massas e os doces especiais, que tornaram o Barlavento não apenas um recanto natural em meio à metrópole, mas também uma parada imperdível para quem aprecia comida de verdade.

– Brinco que virei bodegueiro sem querer – diverte-se o proprietário.

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Quando você entra no restaurante Barlavento, a sensação é de um passeio pelas praias do Uruguai. Nas paredes e no teto, mastros, velas e outros elementos que remetem aos esportes náuticos, paixão de Maurício. A novidade é a hospedaria Rio do Vento, construída a partir do material de dois casarões históricos da região das Missões, datados de 1871 e 1951: viraram um charmoso sobrado de dois andares, com seis quartos rústicos prontos para receber hóspedes. Mais uma “loucura” de Maurício, que deixou a direção de uma empresa para se dedicar aos morangos hidropônicos. E não tem dúvidas de que fez a melhor escolha:

– Todo mundo me chamou de louco! O resto foram loucuras consequentes – ri.

• Estrada RSC 453, km 154, S/n – Travessão Cremona – Rota do Sol
• (54) 99908-5500 ou (54) 99908-0675
• riodovento.com.br/barlavento

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Mississippi Delta Blues Bar

Se Caxias do Sul está hoje no mapa do blues, é graças à paixão de uma dupla que sempre viveu de música: Toyo Bagoso e Rodrigo Parisotto. Depois de viajar ao delta do Mississipi, berço do blues, Toyo teve o estalo: por que não investir em uma casa de shows para os amantes do gênero em Caxias? A proposta parecia ousada, mas deu certo. Tanto que, para além dos shows com música ao vivo em cinco dias da semana no bar, a dupla ainda promove o Mississipi Delta Blues Festival, que já trouxe à Serra nomes como James Cotton, Magic Slim e Phil Guy. Conquistou de vez os caxienses, que garantem seus ingressos com meses de antecedência, antes mesmo do line-up ser divulgado – neste ano, por exemplo, o festival está previsto para novembro e os convites já estão no segundo lote.

– A preocupação de trazer músicos e shows bons é muito nossa – garante Toyo. – Temos uma preocupação em garimpar talentos, mas também de trazer músicos das antigas que estão parados, mas são talentos incomparáveis.

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Entrar no Mississipi é quase como se você desembarcasse em um dos tradicionais bares americanos que ajudaram a consolidar o estilo. O tour musical & gastronômico inclui o cardápio, com os tradicionais croquetes apimentados e drinks como o SouthSide, que leva vodka, suco de cranberry e limão – degustado pelos sócios em um bar de mesmo nome em Chicago. Dica nossa: não deixe de provar o filé com molho a base de Jack Daniels, um dos pratos mais pedidos da casa.

• Rua Coronel Flôres, 810
• (54) 3028-6149
• msdelta.com.br

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Fabbrica

É em um prédio histórico da cidade, que já abrigou a sede da Vinícola Luiz Michelon nos idos dos anos 1920, que hoje funciona um dos lugares preferidos dos caxienses. O espaço foi revitalizado para dar lugar à Fabbrica, complexo gastronômico e cultural que vem agitando a noite com uma proposta bacana e inovadora: compartilhar clientes e multiplicar experiências. Quem chega ao local pode se acomodar nas mesinhas que ficam na área externa e conhecer o cardápio de três estabelecimentos instalados ali. No Salvador Tap Room, é possível escolher sua preferida dentre as 10 torneiras com diferentes estilos de cerveja artesanal – a mais pedida da casa é a Kombat Lager -, e harmonizar com a pizza compartilhada ou o sanduíche de carne de panela. Para quem ama comida japonesa, a sugestão é provar um dos combinados do Soulshi, que oferece diversas opções de combos e petiscos, além do poke havaiano. Os drinks da casa também fazem sucesso: o gerente Nelson Aguiar Mello indica a gin tônica com harmonização de pepino, pétalas de rosa e limão siciliano. A ala gourmet se completa com a Becco Enopizzeria, que traz a tradicional pizza napolitana, feita com farinha e molho italianos. Entre os sabores-destaque estão a pizza de filé com gorgonzola e cebola caramelizada e a de alcachofras com alho negro.

– É o point do momento. O pessoal gosta de ficar lá fora, ao ar livre. É legal termos os estabelecimentos juntos, porque se o cliente quer beber uma cerveja que não temos vai no Salvador, ou escolhe um drink no sushi. É uma proposta diferente e o público está adorando – conta Gerusa Santos, gerente do Becco.

Além da gastronomia, a Fabbrica também conta com o espaço para eventos Basílico. Na área aberta, rolam também feirinhas e eventos de moda da cidade, como a Mercado Chic.

Rua Nelsom Dimas de Oliveira, 11

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Para conhecer já

Marina Rombaldi

Pincéis e tintas sempre estiveram entre os brinquedos preferidos de Marina Rombaldi quando criança. Aos seis anos, ganhou um kit de tintas a óleo do pai – que fazia questão de incentivá-la a criar uma relação com a arte. Na hora de escolher o curso superior, não deu outra: marcou o X na faculdade de Artes Visuais da UCS, onde deve se graduar no final do ano. Mesmo antes da formatura, o trabalho de Marina – que assina suas obras assim mesmo, apenas com o primeiro nome – já chama a atenção nas ruas de Caxias. A artista descobriu nos lambes, aqueles pôsteres colados em muros, uma forma de tornar sua arte mais próxima das pessoas.

– Foi aí que meu trabalho foi para fora de fato, que teve resposta – conta. – É um trabalho mais democrático, de leitura fácil, Tem gente que não entra em galerias de arte, e na rua está ali, mesmo que você não tenha a intenção de olhar.

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Talvez o trabalho de Marina encontre ainda mais receptividade por fazer leituras da figura humana. Ela cria rostos de personas, que não necessariamente retratam alguém – mas também poderiam ser qualquer um de nós. As personas que Marina pinta já foram vistas na ala das artes do festival Mississipi Delta Blues e, mais recentemente, no projeto Arte SA, que rolou na Fabbrica. Ela também realiza trabalhos sob encomenda em espaços privados. Mas é nas ruas que Marina pretende continuar pincelando suas várias facetas.

behance.net/marinacrombaldi
• @marinarr

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Natalia Borges Polesso

Em 2016, o nome de uma guria de Bento Gonçalves surgiu nas páginas de jornais por vencer ninguém menos do que Luis Fernando Verissimo e Rubem Fonseca na disputa pelo prêmio Jabuti, categoria Contos e Crônicas. Desde então, Natalia Borges Polesso ganhou notoriedade também como mais uma voz (necessária) pela visibilidade lésbica – tema que abordou justamente no livro de contos Amora (Não Editora), que lhe rendeu a honraria mais tradicional da literatura no país.

– Comecei a ser chamada para eventos, debates, leituras  LGBTQI+. Acho importante e muito bonito tudo isso – conta a escritora. – Foi muito legal ver que há movimento por todos os cantos e que é um movimento pensante e ativo. Precisamos mais do que nunca falar de diversidade.

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Foto: Mateus Bruxel

Morando em Caxias desde a faculdade, Natalia prepara-se para lançar seu primeiro romance – além de Amora, o primeiro livro de Natalia, Recortes para Álbum de Fotografias Sem Gente (2013), vencedor do Açorianos, também tratava-se de uma coletânea de contos. Enquanto isso, fica a dica: vale conhecer também a poesia de Natalia, reunida em Coração à Corda, de 2015.

 

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Dicas da Embaixadora

Perguntamos a algumas caxienses quem seria a persona local que deveria representar (e apresentar!) a cidade para Donna, e a resposta foi unânime: Daniela Conte. Apaixonada por moda, assim como nós, Dani Conte dá seus pitacos sobre tendências no site que leva seu nome, além de compartilhar dicas e looks no Instagram @daniconteoficial. É produtora de moda e stylist, com formação em Fashion Marketing no Moda Lab do IED, em Milão. E faz questão de estar sempre atenta às novidades de Caxias, seja na gastronomia ou na moda.

Qual a melhor parte de morar em Caxias do Sul para você, Dani?
“A melhor parte de morar em Caxias é acompanhar a evolução do comportamento do caxiense, participando dessa explosão criativa que tem acontecido aqui. Ah, e ficar perto da família, claro!”

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Gabriela Basso

“Caxias tem design de extrema qualidade em todos os segmentos. Na moda, sou apaixonada pela alfaiataria da Gabriela Basso (no alto a loja, no detalhe, a estilista). Antes de conhecer a Gabi, era mais difícil encontrar peças que me representassem. Eu vivia enlouquecendo as costureiras. A alfaiataria da Gabi é feita pra mim. Ela cria coisas que eu nem sabia que queria muito usar.”

• Avenida Júlio de Castilhos, 1481, sala 92
• (54) 3039-2170
@s2gb

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Estúdio JH

“Eu tenho uma relação de longuíssima data com o Jefferson Hoffmann, que é a alma do Estúdio. Mas esta fase no novo endereço tem muito a ver comigo e é a melhor, desde que ele veio para Caxias. O espaço está menor do que era e os serviços são maravilhosos. É um ambiente do qual não dá vontade de sair. Com a mudança de endereço, veio a inserção de uma linha de produtos de beleza orgânicos, que eu adorei. E também a possibilidade de comprar produtos a granel: você leva o pote e escolhe a quantidade que quer levar para casa. Além de dar uma aliviada no descarte de embalagens, essa prática é amiga do bolso porque os produtos ficam mais baratos. Sem falar que dá para experimentar várias linhas antes de decidir em qual investir.”

• Rua dos Farrapos, 52
• (54) 3214-8554
@estudiojh

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Tanara Mallmann

“Ela tem um ateliê de cerâmica e também dá aulas. O trabalho é lindo, e eu, que adoro compor mesas de café da manhã com misturas inusitadas, amo muito a obra dela porque me dá liberdade e deixa a mesa aconchegante por conta das peças feitas à mão. Sem contar que a visita ao ateliê é uma delícia.”

• Rua do Guia Lopes, 912
• (51) 99122-5741
@tanamallmann

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Sweez Café

O chef patissier Ariel Lettieri é premiado na Europa, foi chef patissier executivo da rede Sofitel no Brasil. Agora, temos acesso a ele sem precisar visitar o Lenôtre Paris por exemplo, um dos tantos lugares sofisticados onde ele trabalhou. Além da confeitaria da casa, minha dica são os crepes típicos da região da Bretanha, preparados com a mesma excelência de todos os serviços do café – bebida na qual eles também são especializados.

• Rua Coronel Flôres, 749
•  (54) 3021-3243
•  @sweezcaxiasdosul

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