Do cabelo aos sapatos! Aposte em muita cor para compor um estilo nada convencional | Ana Clara Garmendia

Elas aparecem de todos os lados por uma Paris cheia de gente vestida “não importa como”. Foi o verão do “de qualquer jeito”. O ano da crise, mas elas vieram para dar uma balançada nessa realidade. Elas têm estilo, vestem roupas coloridas ou dão toques coloridos nos looks e parecem (veja bem, parecem!) não ligar para nada. A hora é delas: as bad girls.

Elas são as moças que não ligam para regras no vestir e misturam muito e trazem um sopro de graça para a moda. Como funciona essa parada? Não é ser desleixada. De jeito nenhum. A cabeça pode ser tatuada tatuada e o cabelo pode ser zerado, colorido, curto, descabelado, longo, puxado. A forte conexão é a cor. Elas aparecem como faróis. A ideia é dar uma quebrada em tudo. O vestido é arrumado? O casaco vai amarrado na cintura e o sapato é um coturno.

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Essas mulheres combinam seda com couro. São mulheres e e garotas nada convencionais contudo na arte de inventar maneiras de serem diferentes. Não tem regra, mas tem uma harmonia que é se deixar levar pela originalidade. É isso. O resto é ficar livre de regras, mas mesmo assim estar com o look correto, feliz e confortável. Não rola o sapatinho que aperta o pé. Não rola a sandália que não te deixa caminhar. Rola o conforto de te fazer ser única com um prazer no andar. Quer coerência nessas moças? Não há. E é aí que se tornam únicas e as garotas da vez.

Como elas são? Confere algumas das minhas favoritas, fotografadas por mim aqui em Paris.

No domínio

1

Listras, flores, mochila e cabelos coloridos. Tudo meio jogado, mas muito bem pensado. O comprimento mais longo e justo é tendência consolidada.

Na ousadia

2

Uma cabeça toda tatuada e linda é pura ousadia. O resto é uma ode ao amor pela diferença e pelas cores. Se liga no verde e no rosa, duas das fortes candidatas ao título de vencedoras de 2016. Sim, estamos no futuro.

Nada será como antes

3

Olhar esse look e achar bom é um exercício e tanto. A verdade é que tanto os mantôs e os tênis são uma febre por onde eu passo. E as não convencionais são uma das molas propulsoras desse movimento.

Na total

4

Ela é o que o movimento bad-girl representa. Muita mistura e um ar de “não estou nem aí”.

O som? Juliette Lewis. A cara da garota não convencional:

cabelo pode ser zerado, a c

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