Dolce & Gabanna se defende de acusações de que nova coleção seria racista

Grife apresentou imagens de escravas africanas nas roupas e gerou polêmica na Semana de Moda de Milão

Foto: Antonio Calanni

O desfile da grife francesa Dolce & Gabanna na Semana de Moda de Milão está causando controvérsia no mundo fashion. Os estilistas Domenico Dolce e Stefano Gabbana usaram imagens de escravas africanas em acessórios e na estampa de bolsas, vestidos e blusas. Apesar da marca garantir que se trata de homenagem, já há quem faça ameaças de boicotar a coleção.

A Dolce & Gabanna diz que as imagens representam mulheres fortes, de garra, e que sua representação é considerada arte em todo o mundo, sendo materializada em quadros e outros objetos de decoração.

Os grupos que apontam o dedo para as criações da marca dizem que o uso das africanas nas roupas de grife tornou-as figuras subalternas e depreciadas. A crítica recai principalmente sobre os vestidos feitos com tecido semelhante ao de sacos de feijão, usados pelas escravas e na passarela estampados com a imagem delas.

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