Moda da joalheria é traduzir gostos pessoais em aneis, brincos e pingentes

Maior feira de joias, a Feninjer mostrou as novidades do segmento

Os profissionais dos salões de beleza reclamaram de tosse e os clientes ficavam com olhos vermelhos
Os profissionais dos salões de beleza reclamaram de tosse e os clientes ficavam com olhos vermelhos Foto: Glaicon Covre

Confessar seus segredos, revelar algumas intimidades e contar um pouco sobre a vida está na moda, pelo menos na área de joalheria. Nos estandes da maior feira de joias, a Feninjer, realizada em São Paulo, peças com este apelo predominaram.

A ideia dos adesivos que estampam os carros e contam um pouco sobre a formação familiar evoluiu para a joalheria. Vale demonstrar o número de filhos, agregados e animais de estimação em pingentes de pulseiras, correntes e até em aneis. Quem gosta de cavalos, gatos, faz balé ou pratica ioga, por exemplo, também pode exibir suas paixões.

Usar peças exclusivas é outra forma de demonstrar quem a pessoa é, ou seu poder aquisitivo. O hit são as joias em ouro negro e as trançadas com agulhas de crochê. Com um preço diferenciado, são endereçadas àqueles clientes que já passaram pela chamada joalheria de acesso, que não se contentam em ter peças em ouro tradicional.

Outra aposta é a religiosidade. Crucifixos, orações e anjinhos permeiam coleções voltadas a todos os públicos. De um pingente básico, com o Pai-Nosso, a aneis poderosos, com pedras nobres e preços exorbitantes. Mais do que nunca, a moda é mostrar seus valores e segredos.

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