O que prega o Manual de Estilo da Esquire, guia definitivo da moda masculina

Camisa, calça, sapato e até cuidados pessoais: prestigiada revista americana lança livro com dicas só para homens

Foto: Jefferson Botega

“Nada importava até a manhã em que fiquei na frente do meu armário e pensei sobre o que eu ia usar.”

O autor da frase é David Granger, editor-chefe da renomada revista norte-americana Esquire, na carta de apresentação do Manual de Estilo da revista, publicado pela primeira vez no Brasil este ano. David conta que decidiu vestir-se melhor quando era repórter esportivo. Chegou à conclusão de que era desprezado pelos atletas não por criticá-los, mas por “vestir-se como o capeta”.

Importar-se com isso é o primeiro passo. Para os demais, há publicações como esse guia.

Como leitura, o manual da Esquire é interessantíssimo. Diferentemente de publicações focadas apenas em dicas práticas, o livro dedica um bom espaço a cânones do estilo: atores, políticos, esportistas e até criminosos que se destacaram pelo estilo elegante, mas com toques de originalidade. Fora uma e outra piada que só faz sentido nos Estados Unidos, o manual consegue ser divertido sem ser afetado. Esquemático sem ser enfadonho. Vaidoso sem ser metrossexual.

Agora, se o guia funciona na prática ou não, são outros quinhentos. Então, Donna foi além de uma mera resenha crítica. Nossa equipe convocou este repórter – que jamais havia comprado um sapato de bico fino – a tentar aplicar na vida real o que a Esquire recomenda em seus oito capítulos. Além de compartilhar com os leitores o diário de compras pelo BarraShoppingSul, em Porto Alegre, o desafio era montar dois trajes: um formal, outro descontraído.

O resultado foi hipoteticamente caro (as roupas foram devolvidas ao final), mas um bocado divertido. Diferentemente do que foi feito aqui, vestir-se bem é um processo que se faz passo a passo, peça a peça. É quando as roupas, voltando a citar o editor da Esquire, deixam de ser uniformes e passam a ser opções. Se, ao fim da reportagem, os leitores se sentirem um pouco mais desafiados quando voltarem a abrir o guarda-roupa, o objetivo foi alcançado. Agora, às compras.

A versatilidade é azul (marinho)

“Um homem fica melhor num terno do que em qualquer outra coisa do seu guarda-roupa. Se não acredita, pergunte à mulher mais próxima.”

A máxima é uma das primeiras do livro.

– Gabi, um homem fica melhor num terno do que em qualquer outra coisa do seu guarda-roupa?

– Aham – respondeu sem nem olhar para o lado a colega da revista Donna, Gabrieli Chanas.

Comecei, assim, a respeitar o tal Manual de Estilo da Esquire. E ele é especialmente útil para roupas que você desconhece por completo. Eu, por exemplo, jamais comprei um terno, traje a que o guia dedica o primeiro dos seus oito capítulos. Me contentava em alternar um paletó preto e um grafite com a mesma calça social preta, engambelando os parentes com as variações de camisa e gravata em sucessivas formaturas e casamentos.

:: Vídeo: o terno em um minuto

Pois se você não tem nenhum, a indicação de cor para o seu primeiro e (até aqui) único terno – aquele para usar a vida inteira e, precisando, no próprio velório – não é nem o cinza e nem o preto, é o azul-marinho. Gerente da Brooksfield, Ricardo Semblano não poderia concordar mais:

– O azul-marinho é o coringa. Ele funciona tanto no traje completo quanto com um jeans ou com uma calça clara. Tanto para trabalho quanto para lazer. Se é dia, ele abre, se é noite, fecha. E, fugindo do terno preto, não corre o risco de parecer o segurança – avalia, alinhadíssimo em um terno grafite.

Confesso a Ricardo que o traje não é meu forte, mas ele já sabia. Está habituado a julgar os clientes no minuto em que entram na loja. Observando o tipo físico e trocando meia dúzia de palavras, já veste o sujeito mentalmente. Arrisca até o poder aquisitivo da pinta. É uma experiência que traz desde a década de 1970.

– Tu, por exemplo, tens um tipo físico difícil para terno. Não és muito alto, os ombros não são muito largos e estás em forma. Homens mais baixos tendem a ser mais esturricados. Arrisco que um slim de dois botões é praticamente a única alternativa pra ti – avalia.

Segundo a Esquire, o mais importante, para o meu tipo físico, é formar um V que alongue a silhueta, evitando “cortar a pouca verticalidade que se tem.” E tomar cuidado com os ombros, para não parecer que o terno é que está me vestindo. Sujeitos mais magricelos, podem usar o terno jaquetão, de seis botões, que abraça o dorso e dá sensação de profundidade. Já homens mais altos e largos costumam vestir bem o terno de três botões, mas ele já é uma raridade na Brooksfield.

– Isso vem e vai. Cresceu muito a procura pelos slim e quase só tenho dois botões. É 80% da loja. Hoje em dia, três botões são os que eu coloco em oferta.

Preço é um ponto delicado. O modelo que visto, um italiano Marzoto 130 (o número se refere à lã), Ricardo me comunica que sai por cerca de R$ 2 mil. Pergunto o que ele me recomendaria se, por um acaso, eu não tivesse esse dinheiro.

– Nesse caso, temos o lado direito da loja, o dos ternos nacionais.

É um choque de realidade. O plano B (ou C, de classe C), é um modelo grafite, nacional, de R$ 1,3 mil. Pergunto de quanto a quanto pode ir um terno.

– Vendemos de R$ 699… Ou melhor, não põe isso porque é muito raramente e só em ofertas. O preço é de R$ 999 a R$ 4 mil, valor dos modelos italianos mais caros.

Ricardo salienta que um terno de lã bem conservado é um investimento para a vida. Bastam cuidados simples como guardá-lo sempre em cabides, deixá-lo “descansar” por um dia após o uso e escová-lo.

– Às vezes, na estrada, vejo gente dirigindo de terno. É um terror para as mangas, marca tudo. Tenho vontade de mandar parar o carro – comenta.

O meu modelo azul-marinho, no fim das contas, não custa R$ 2 mil, mas R$ 1.799. Uma pechincha.

3 regras sobre o terno

Mangas de paletó são cortadas para que 1,5 cm dos punhos da camisa apareçam quando o seus braços estiverem ao lado do corpo. Isso não faz suas mangas parecerem mais curtas, faz seus braços parecerem mais longos.

Não há como alterar ombros. Se o paletó não encaixa ali, ele nunca se encaixará.

Não pendure seu paletó nas costas de cadeiras, em pilares de cama, em cabides de arame ou em pele nua (a não ser que seja de uma mulher).

Vencendo um preconceito

O segundo capítulo do guia é dedicado a camisas e suéteres. Decidi, nesta parte, enfrentar um dos meus maiores preconceitos: a camisa polo. Antes mesmo do termo “coxinha” existir, era assim que eu me sentia com aquela camiseta de golinha e três botõezinhos.

Pois lendo o guia, que dedica algumas páginas à cânones do estilo, descobri que a camisa tem uma história tão bacana que talvez valesse a pena dar uma nova chance, aos 30 anos, para o modelo. Para quem não sabe (eu não sabia), a polo foi “inventada” pelo tenista francês René Lacoste no US Open de 1926, quando o pessoal jogava de gravata e camisa de colarinho duro.

:: Vídeo: a camisa em um minuto

Graças ao narigão e à tenacidade em quadra, Lacoste recebeu o apelido de Le Crocodile, e ele logo passou a bordar um crocodilo no peito. Em 1933, as camisas polo como o clássico jacarezinho começaram a ser comercializadas. A polo, quem diria, era justamente o contrário do coxinha. Nasceu da transgressão.

Ao adentrar na loja da Lacoste, que ostenta um pôster de René na parede, ainda imaginava que comprar uma polo era só escolher uma cor e um tamanho.

– Não, há diversos tipos de corte. E cada cliente veste a polo de um jeito. Tem cara fortão aqui que pega a número 2 para parecer musculoso e comportado ao mesmo tempo. Tenho um cliente gordo que pega as listradas na horizontal de propósito, para crescer com ele – explica o proprietário da loja e fã do modelo, Luciano Dossin.

Escolhi uma superslim tamanho 3. Ou seja, é silhuetado, mas de um tamanho não tão colado ao corpo. No peito, o número 27 lembra o primeiro Roland Garros vencido por René. Escolhesse um modelo clássico, liso, teria uma paleta de 60 cores (!) como opções a cada nova coleção.

Também arrematei uma camisa social para vestir com o terno. Nesse caso, o jacarezinho é menor e prateado. Ainda na Lacoste, conversamos sobre suéteres. Segundo a Esquire, desde que Albert Einstein difundiu a vestimenta, o suéter é associado a inteligência. No cinema, basta vestir um personagem com ele para que ele pareça mais culto à audiência. Eis um capítulo cheio de história.

O suéter só não pode ser usado sobre os ombros com as mangas amarradas sobre o peito, como o velho Tio da Sukita. Nesses casos, o guia é claro: “As pessoas vão achar que você é um otário, e há uma boa chance de que elas estejam certas”.

3 regras sobre camisas e suéteres

Quando o colarinho de uma camisa social branca amarelar, está na hora de comprar outra camisa branca.

Sempre coloque pra dentro da calça camisas polo e sociais que caiam abaixo do seu quadril.

Nunca coloque pra dentro da calça: suéteres e golas rolês. Tudo mais é negociável.

Sujinho, mas tá na moda

Como o objetivo desta reportagem era compor dois trajes, e um deles é um terno, não foi preciso se preocupar com uma calça social. Embora o capítulo dedicado a calças apresente uma e outra dica valiosa – calça social justa, só se você for magro como o Mick Jagger, por exemplo -, é nesta parte do livro que fica claro tratar-se de um guia americano traduzido para o Brasil.

Isso explica uma longa explanação sobre a calça cáqui, uma tradição que nasceu dos trajes militares e é marca registrada do americano médio, mas ignorada por aqui. Usaremos o guia para outro clássico americano com uma história bacana, o jeans.

A ideia, dos séculos 17 ao 19, era tê-lo como uma calça indestrutível, talhada para o trabalho pesado, e popular entre mineradores. Foi vestindo um que Ronald Regan emplacou a imagem de homem do povo. Hoje, equilibra-se entre o casual e o rebelde, traje de quem se recusa a usar calças sociais para trabalhar.

Escolhemos para a reportagem o jeans da John John, loja recém inaugurada em Porto Alegre com a assinatura do estilista João Foltran.

– O desafio era fazer um jeans brasileiro com uma pegada italiana – explica o gerente Thiago Soares Hespanhol.

Quem já comprou no Exterior percebe que o corte do jeans brasileiro é diferente do resto do mundo: em geral, justo nas coxas e afunilado na canela. Um bom jeans, segundo a Esquire, tem ainda quatro itens: rebites de cobre nos bolsos, um quinto bolso (justo e seguro para o dinheiro da cerveja), fecho de botão e sujeira. Isso mesmo, segundo a Esquire: “sujeira acrescenta mistério ao seu jeans”.

– Por isso esses desgastes e essa imitação de manchinhas de graxa aqui. É tudo feito a mão – explica Thiago, se referindo ao modelo da John John escolhido para a reportagem.

Bom saber. Dá pra perder a vergonha daquelas manchas de erva-mate típicas de quem faz o chimarrão no trabalho. Por fim, o guia é enfático e Thiago concorda: jeans é azul. Preto ou branco, só se você for o Joey Ramone ou o George Michael, respectivamente.

3 regras para calças

As calças de flanela cinza são os blazers azul-marinho das calças.

Sua cintura é a medida do seu quadril, não suba e nem abaixe o jeans.

Antes de lavar a sua bermuda jeans, dê-lhe um tratamento prévio jogando-a fora.

A triste hora de tirar o tênis

“Oxfords pretos são a pedra fundamental da coleção de sapatos de um homem adulto.”

Pois bem, desrespeitando a Esquire, eu não tinha no meu armário a pedra fundamental da coleção de um homem adulto. No quesito sapato, portanto, tive pouco espaço para divagação para combinar com o terno. Fui lá e peguei um par dos tais oxfords sem pestanejar. Mais clássico impossível: preto, com cadarços e ponta fina – que são basicamente as características que definem um sapato oxford.

Se na parte da escolha do modelo ideal o guia é objetivo, é interessante as divagações que o livro faz sobre usar ou não sapatos. Depois de trocar as camisetas pelas camisas, aposentar o tênis no trabalho é a próximo passo. “Seu trabalho pode até permitir que você use tênis para trabalhar, mas perdoar se você o fizer é outra coisa”. E vai além: “Se você se preocupa com uma boa aparência, e quiser ser levado a sério, tem de escolher a hora certa – e usar aqueles calçados com a ponta reforçada quando fizer a diferença.”

Mas há um intermediário para quem, como eu, não quer passar direto do All Star para o mocassim: as botas.

– É um calçado mais respeitável e mais resistente do que o tênis, e mais confortável do que o sapato – explica o gerente da Timberland, Yuri Angulo.

:: Vídeo: a bota em um minuto

Como o jeans, a bota é outro elemento que migrou do trabalho braçal para o dia a dia urbano. Há desde modelos clássicos como a bota chelsea – de cano curto e sem cadarços, a preferida dos Beatles – até a chukka, uma botina discreta, mas já com aquele solado de pneu de trator.

Para compor o traje casual dessa reportagem, Yuri recomendou um par da yellow boot, a bota cor de gema que fez a Timberland famosa. Desenvolvida para ser impermeável e manter aquecidos os pés dos lenhadores de Massachusetts, a yellow boot virou ícone, e caiu no gosto principalmente de rappers americanos.

Uma curiosidade: embora a única diferença seja a numeração, o modelo masculino custa R$ 459, R$ 160 a mais que a mesmíssima bota, mas feminina. Alguma vantagem elas têm.

3 regras sobre sapatos

Sempre compre seus sapatos depois das 14h, quando seus pés já incharam para o tamanho máximo.

Ninguém com quem você trabalha deve jamais ver os dedos dos seus pés ou os seus mamilos. Vista-se de acordo.

Ao vestir terno, siga o conselho de David Bowie e use sapatos grandes: “não há nada pior do que sapatinhos italianos delicados no final das suas pernas.”

Fotos: Adriana Franciosi / Zero Hora

Como assim, sobretudo?

Em outubro, há um natural desânimo dos vendedores em conversar sobre casacos e sobretudos. As araras das lojas estão vazias deles para o verão. O que mais se encontra são blazers azul-marinho, já que, dizem, as coleções de verão explorarão o “estilo navy”, aquela coisa de calças claras e sapatos sem meia. É uma pena, pois o manual da Esquire dedica todo um capítulo a sobretudos, anoraques (aqueles felpudos no pescoço), jaquetas aviador, de couro e afins. Dá saudade do inverno.

– Na verdade, o consumidor gaúcho já não se interessa tanto por esse tipo de roupa nem quando faz frio. O nosso inverno parece estar cada vez mais curto, não vale a pena investir em uma peça pesada. A busca tem sido por versatilidade – relata Fábio Carpes Vieira, da Noir, Le Lis.

:: Vídeo: o casaco em um minuto

A peça escolhida para a reportagem é um casaco leve que repele a água. A maior virtude dele é a praticidade: pesa um nada e, dobrado na mala, fica menor do que uma camiseta. É aquela jaqueta ideal para quando o ar-condicionado do avião desregula ou, não fosse tão cara, para ir comprar pão doce quando chove na praia.

Ainda assim, é valiosa a parte do guia sobre cuidados com os casacos pesados. Não custa, por exemplo, tirar o sobretudo do armário uma vez por ano, no verão, e pendurá-lo na porta do banheiro enquanto você toma banho. O vapor quente ajudará a conservá-lo.

3 regras sobre casacos

Evite uma peça com o exterior cheio de zíperes e infinitos fechos de velcro.

Guarde o sobretudo em um saco longo de tecido respirável, não de plástico.

Lã respira. Seu sobretudo durará mais se o seu armário não lembrar uma estação de trem de Tóquio.

A rainha dos acessórios

A melhor definição desta reportagem não é retirada do manual da Esquire, é a de Agostinho Schmidt, da VR Menswear:

– A gravata é a joia do homem.

É por meio da gravata que o sujeito mostra a que veio. Se quer impor respeito em uma reunião de negócios, se quer camuflar-se no terno do dia a dia ou chamar a atenção em uma festa. É uma pequena arte encontrar a combinação ideal com a camisa, bem como o modelo mais apropriado para cada ocasião. Ricardo Semblano, da Brookslfield, relata ter impedido que metade dos convidados para o casamento da filha de Dilma Rousseff vestisse gravata vermelha.

:: Vídeo: a gravata em um minuto

A Esquire dá dicas simples: quanto mais larga a gravata, mais sério o homem quer levado. Se a camisa não é lisa, a estampa da gravata não deve chamar mais atenção que o fundo. Em cores, tudo é tentativa e erro. Em caso de dúvida, questione alguém mais bem apessoado.

O limite da vaidade

É precisamente neste item que se desenha uma linha entre vaidade e metrossexualidade. Felizmente, a Esquire não a cruza. Não que cuidados pessoais não sejam necessários. São, e muito. De acordo com o guia, de nada adianta usar um terno italiano e um sapato de US$ 600 e cara de quem saiu de um voo noturno. Mesmo assim, a publicação é conservadora em diversos aspectos.

“Cabelo limpo, simples e curto, com alguns centímetros a mais ou a menos, tem sido o corte da vez para a maioria dos homens desde o desaparecimento das perucas no século 18”. Outra recomendação é ficar longe de penteados com nomes: mullets, moicano ou rastafári, por exemplo. “Mas curto não significa que qualquer um segurando um par de tesouras afiadas dá conta do recado. Encontre um bom barbeiro ou cabeleireiro e seja fiel a ele ou a ela (desculpe, mas namoradas e mães não cabem aqui).”

– Concordo, claro que concordo. Eu tenho clientes do Interior que agendam cortes de cabelo comigo sempre que vêm a Porto Alegre. Mas não adianta cortar uma vez a cada semestre com o mesmo profissional. O corte masculino exige manutenção mensal – declara o cabeleireiro masculino do Hugo Beauty, Gilberto Silveira.

Por fim, respeitei o parecer do guia sobre um tema espinhoso: depilação masculina. Salvo nariz e orelha, em que remover excessos se justifica, em outras regiões do corpo não há necessidade. Salvo se os pelos se tornarem invasivos através das roupas. Nesse caso, apara-se. Mas é fato que há muito mais gente se depilando do que admitindo isso aos quatro ventos. No Hugo Beauty, a procura é grande, e a tabela de preços apresenta um “a combinar” para depilação de peitos e costas.

– Aqui no salão tem gente que tem pouco, gente que tem muito, e tem o Oscar (o nome foi trocado) – diverte-se a depiladora Márcia Maria Correa, referindo-se a um cliente que, segundo ela, faz o Tony Ramos ter pesadelos.

Enquanto conta que cobra R$ 80 para brincar de Tiazinha com as costas de Oscar, Márcia espicha o olho para a gola da minha camisa. É quando me despeço e encerro essa reportagem.

3 regras sobre cuidados pessoais

Não morda, roa ou mastigue suas unhas. É o que nos separa dos animais.

Confiança (e um bom corte) é mais atraente do que qualquer tratamento para calvície.

Se você apostar em uma barba desgrenhada, sempre ajuda um bom corte de cabelo e um grande terno. E é melhor que cheire bem.

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