Os 40 anos de carreira de Solaine Piccoli, a estilista dos sonhos

Com 70 anos recém-completados e 40 de carreira, a estilista é personagem fundamental no grande dia da vida de milhares de mulheres

Palavras da noiva. O coração bate mais rápido quando a Rua Padre Chagas encontra a Dinarte Ribeiro e, do nível da calçada, o olhar sobe e encontra o vestido branco solitário na vitrine. Subir os dois lances de escada em direção à casa que abriga a grife tem algo de simbólico. Como se fosse uma prazerosa escalada até um sonho: a escolha da peça mais importante do dia mais importante da vida da noiva.

O coração acelerado da vez é o de Martha Gehling, a advogada de 29 anos pedida em casamento no último Dia dos Namorados. Sorridente e ansiosa, ela aguarda ao lado da mãe, Grace, e da irmã, Fernanda, em um sofá rosa na antessala da casa. Minutos depois, de vestido liso preto, cabelo repicado e olhar esperto, atrás de uma armação estilosa, aparece Solaine Piccoli em pessoa.

Feito um casal no altar, Solaine é a união de duas personalidades distintas, mas que se completam e vivem felizes para sempre dentro de uma mesma pessoa. A primeira faceta é a consagrada e antenadíssima estilista de vestidos de noiva. Aquela que, em 70 anos de vida – completados no dia 10 – e mais de quatro décadas de carreira, vestiu mais de 5 mil noivas em três ateliês: Porto Alegre, São Paulo e, desde o ano passado, Viena, na Áustria.

Já a segunda Solaine é uma gentil, quase maternal, costureira de Gravataí. Do tipo que abraça as clientes, convida a família da noiva para se acomodar nas cadeiras almofadadas, oferece um café e pergunta o que a noiva tem em mente para vestir na grande noite.

A resposta, todavia, é o de menos. Enquanto a noiva tagarela, fala de suas preferências, mostra revistas e referências na tela do celular, Solaine presta mais atenção no vocabulário, no estilo de se vestir, na assertividade ou na relutância… Em poucos minutos, se descortina mentalmente o vestido perfeito para a personalidade da cliente, aquele que nem a noiva sabe ainda que deseja.

Antes de falar suas preferências, a noiva Martha revela ser fã de Solaine desde a adolescência, quando a loja ainda oferecia vestidos para aluguel. Foi um deles que ela usou para debutar, em 2001. Solaine se recorda sem grande dificuldade. Cita não apenas a cor e o modelo escolhido pela então adolescente, mas o da mãe da debutante, que também alugara o vestido na loja. A memória deixa as duas de queixo caído.

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Solaine posa ao lado de 4 das mais de 5 mil criações | Foto: Mateus Bruxel

Sobre o aluguel de vestidos, cabe um parêntese. Há quatro anos, a grife decidiu abandonar o negócio, ainda que ele nunca tenha deixado de ser economicamente interessante. A decisão, explica a estilista, foi para evitar uma cena recorrente:

– No dia seguinte ao casamento, as noivas vinham aqui entregar o vestido às lágrimas, como se estivessem se despedindo do filho. A grande maioria se arrependia de não ter colocado a compra do vestido no orçamento. Algumas chegavam prontas para comprar a peça de aluguel a todo custo (risos). Além disso, nós começamos a alugar vestidos de noiva quando isso só era feito nos Estados Unidos, hoje uma série de lojas na cidade oferecem o serviço. Não é mais novidade.

Solaine cita o caso recente de um cliente da serra gaúcha, o empresário Clacir Rasador, que por 17 anos assistiu à mulher, Susana, chorar de arrependimento por não ter comprado o Solaine Piccoli escolhido para as suas bodas. Para o aniversário de 50 anos da amada, a surpresa do marido foi procurar a estilista e desafiá-la a fazer uma reprodução idêntica da peça, baseada nas fotos da época. A cena do marido deparando com o vestido da mulher renascido e exposto no manequim da loja ficou marcada como uma das mais emocionantes da história do ateliê.

O aluguel também impediria um dos grandes baratos de desenhar um vestido, conforme reparou Fabrício Carpinejar: personalizar, mesmo que em um pequeno detalhe, cada uma das peças. Em novembro, o escritor se casou com a advogada mineira Beatriz Nogueira Reys Silva. Nas palavras dele, ela vestia um Solaine Piccoli “estonteante com o busto cravejado de pedras, com o véu deposto, arrastando a longa cauda de ondas. Uma sereia cantando em silêncio”:

– O mais bacana do trabalho da Solaine é que ela conta uma história em cada vestido. No meu caso, lógico, a do poeta e sua musa. Aposto que ela tem um condão disfarçado na armação dos óculos – brinca Carpinejar, que chegou a escrever uma crônica em homenagem à estilista, encantado com a sua capacidade de “moldar o vestido perfeitamente no corpo e no sonho da noiva”.

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Solaine com as filhas Gabriela (à esquerda), Julia (ao centro) e Camila | Foto: Mateus Bruxel

5 mil vestidos e uma grande história

No caso do poeta, o toque final de Solaine surpreendeu a própria noiva. Beatriz foi para a igreja sem perceber que o seu véu continha um verso do futuro marido bordado em letras douradas: “Só tem uma maneira de te amar: por toda a vida”. Esse detalhe para que cada noiva se sinta especial também é destacado pela jornalista Gabrieli Chanas. Entre 2008 e 2014, Gabi assinou o blog Noiva.com, que falava sobre as aventuras e desventuras de organizar uma festa.

– Prometi às leitoras solteiras que levaria os nomes de cada uma delas na barra do vestido. Problema é que isso resultou em uma fita de 20 metros. Eu não fazia ideia de como carregaria aquilo. Um dia, depois de comentar a história em uma das provas de vestido, Solaine me disse: “Vira o forro”. Ela havia feito um bolsinho para a fita.

O modelo usado por Gabi, com mais de 20 camadas de tule e uma versão de festa com um laço de seda preta na cintura, se tornou um campeão de popularidade da estilista. O vestido original foi leiloado depois, e o valor doado para o Instituto da Mama do RS.

– A Solaine teria talento e fama o suficiente para ser uma dessas estilistas que sequer aparece. Para lançar uma coleção uma vez por ano, vender em série e adeus. Mas a pegada dela é justamente tornar a escolha do vestido particular e especial. São pequenas coisas. Desde a primeira prova, por exemplo, ela mesma pega o teu cabelo e faz um coque. Para a primeira impressão do vestido já ser com cara de noiva – conta Gabi.

É por esse momento que Martha passa agora. Ela e Solaine se recolhem loja adentro em busca de alguns modelos prontos que a estilista usa como referência. Do lado de fora se ouvem apenas os cochichos. Enquanto isso, a mãe e irmã aguardam na sala em que assistirão à primeira prova. Além do sofá para os familiares, há um espelho que cobre toda a parede e um pequeno pedestal. No canto oposto, protegido por um vidro, fica um vestido simples, com florzinhas bordadas que lembram vagamente o estilo boho dos anos 1970. Trata-se do primeiro vestido de noiva confeccionado por Solaine.

– Foi de uma professora minha em Gravataí. Faz 45 anos. Ela me disse: “Ué, tu não faz vestido de festa pra ti e pras tuas irmãs? Então, é tu que vai fazer o meu de casamento.” Cada dia mais me convenço de que todas nós aprendemos a costurar porque não tinha outro jeito de aprender que não fosse fazendo – divaga Solaine.

A estilista e as filhas no ateliê

A estilista e as filhas no ateliê | Foto: Mateus Bruxel

Para dar o efeito ondulado na barra do vestido, que ela não fazia ideia de como fazer, por exemplo, ela se socorreu de um pequeno arame costurado na barra e moldado posteriormente. Fato é que na semana seguinte já chegara a segunda encomenda de vestido de noiva, e nunca mais parou.

Costurar era um destino quase inescapável entre as mulheres da família: das quatro irmãs, as quatro se tornaram costureiras, assim como a mãe e a avó. Em 1972, ela se lembra de ter ido a Porto Alegre com a mãe para comprar presentes, cada qual em uma loja.

– No dia seguinte, havia dois caminhões de entrega em frente à nossa casa, um do Renner e um da Mesbla. Havíamos comprado a mesma coisa uma para a outra. Adivinha o quê? Uma máquina de costura.

Das quatro irmãs, três se casaram, e as três tiveram os vestidos confeccionados em família. O de Solaine, repare a ousadia, era lilás. Hoje, a relíquia existe apenas em foto, pois as três filhas meninas da estilista brincaram com a peça até consumi-la. Já o primeiro vestido de Solaine retornou à autora em um gesto de gratidão: quando Solaine entregou o vestido de formatura à filha de sua primeira noiva, recebeu de volta a sua primeira criação como presente.

Como ainda não havia formação em moda no Estado, Solaine passou pela arquitetura e pela artes, curso universitário que pagou em Caxias do Sul vendendo crochê. O grande salto da carreira viria em 1993, quando ela e a irmã circulavam por Porto Alegre para irem ao médico e depararam com uma sala comercial para alugar na Avenida Independência entre a Santo Antônio e a General João Telles. Ainda no consultório, pediu o telefone emprestado e ligou para a imobiliária.

Leia também: Os 5 estilos de vestidos de noiva que mais bombam na atualidade

Além de ser chamada de louca pela família, Solaine teve de vender o carro – um Santana Quantum – e tinha de viajar diariamente de Gravataí a Porto Alegre de ônibus carregando os vestidos para aluguel, novidade na época. O rápido crescimento na Capital Solaine atribui àquela que hoje é uma amiga querida, a especialista em etiqueta Celia Ribeiro:

– Soube que ela realizava palestras. Acertei um cachê, comprei 30 exemplares do livro dela e convidei clientes. Apareceram, lembro bem, 42 mulheres. O bate-papo era para durar 40 minutos, mas Celia saiu dali depois de duas horas e não me cobrou nada.

Na semana seguinte, por dica da jornalista, Zero Hora realizou uma reportagem na loja sobre a novidade de alugar vestidos. A repercussão foi imediata, recorda Solaine:

– Calculo que aquela reportagem encurtou em 10 anos a nossa previsão de crescimento.

Celia agradece, mas salienta:

– Talvez tenha ajudado a dar visibilidade, mas ela cresceu rápido pelo enorme talento que tem. Isso ficou claro para mim quando promovemos uma exposição sobre casamentos no Museu Julio de Castilhos, e Solaine desenhou um maravilhoso vestido negro, como era tradição (dos imigrantes de descendência pomerana) na região sul do Estado.

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Solaine Piccoli em seu ateliê em Porto Alegre | Foto: Mateus Bruxel

Na loja da Independência, Solaine também inventou a tarde da noiva, para preparativos de beleza antes da festa. A iniciativa a aproximou de fotógrafos renomados, como Éverton Rosa, parceiro das futuras empreitadas na Europa. Em 2013, Solaine Piccoli fotografou sua coleção em Viena junto à grife de headpieces Niely Hoestsch, o que despertou a curiosidade das noivas do outro lado do Atlântico. Após três anos atendendo encomendas pontuais de fora do país, a capital austríaca passou a sediar a primeira loja da marca no Exterior. A colecão 2017 foi fotografada em Portugal e será lançada em fevereiro.

Para a Dinarte Ribeiro, Solaine migrou em 1997, antecipando a mudança de perfil do bairro, nas adjacências da Padre Chagas, de recanto residencial para uma Oscar Freire gaúcha. É ali que agora Martha escolhe o seu vestido enquanto a mãe, Grace, conversa com Donna. Conta que o seu casamento foi um dos que não passou batido pela influência das bodas da Princesa Diana, em 1981. A moda para noivas, recorda Solaine, demorou quase uma década para se livrar das mangas bufantes e caudas enormes. Dos anos 1920 em diante, sempre houve elementos de retorno ao passado nos vestidos. A exceção é a década de 1980: “Esta, a Lady Di arruinou para sempre”.

Grace dá gargalhas com o papo até que perde a fala. Martha – com um coque improvisado por Solaine – surge estonteante, e a mãe cai no choro, emocionada. Em frente ao espelho, a noiva rodopia.

– Nós sabemos que elas gostam quando fazem dancinhas. E é impressionante como quase sempre acabam escolhendo o primeiro vestido que a mãe pede que provem – conta a filha mais nova de Solaine, Julia.

A estilista dá dicas sobre a escolha do vestido, buquê, sapato e mais! Confira o vídeo: 

Dois ateliês para quatro mulheres

A geração seguinte da marca Solaine Piccoli faz jus às anteriores. A filha mais velha, Gabriela, é formada em artes visuais e toma conta da loja de São Paulo, inaugurada há nove anos na Oscar Freire. A filha do meio, Camila, até tentou a sorte na radiologia, mas também acabou na moda. A mais nova, Julia, é formada em moda, pós-graduada em Portugal e professora na Feevale, em Novo Hamburgo. O único a dispensar as agulhas e linhas é o filho homem, Thiago.

Em São Paulo, conta Gabriela, a marca funciona de forma quase oposta. Enquanto as porto-alegrenses optam pelo tratamento personalizado e, vez por outra, ousam nos modelos, a clientela paulista já entra na loja apontando o vestido escolhido no Instagram da grife.

– E são modelos tão tradicionais que eu quase me irrito. Não posso nem pirar um pouquinho – brinca.

Tanto a assertividade quanto a preferência pelos modelos mais convencionais, Gabriela atribuiu à grande parte das noivas serem de outras regiões do país – Norte e Centro-Oeste, principalmente – em incursão a São Paulo para as compras do casamento. Outra curiosidade é que a loja paulistana se tornou a preferida de noivas da área da saúde: segundo Gabriela, mais de 85% das clientes são médicas ou dentistas. O motivo, especula, é o fato de serem profissões de mulheres práticas, com pouco tempo e bom poder aquisitivo. Além de, claro, estarem sempre de olho no vestido das amigas e colegas de profissão.

Enquanto isso, em Porto Alegre, Martha faz as suas escolhas. Não estragaremos a surpresa aqui revelando o modelo, mas a noiva acabou optando mesmo por um vestido com base no primeiro que provou. A saia e os bordados, todavia, vieram dos dois vestidos provados na sequência. Começa então, uma das partes mais divertidas, quando Solaine senta-se à mesa, puxa uma folha de papel A3 e, à mão livre, desenha um croqui do modelo vislumbrado por Martha. Debaixo da assinatura, escreve a data:

– Meu deus, em quatro dias eu faço 70 anos!

– Com esse talento todo, eu nem me importaria – diz a mãe da noiva.

Martha se casará em 28 de outubro. É este, ao lado de novembro, o verdadeiro mês das noivas. Quando Solaine ultrapassa a marca de 50 vestidos entregues ao mês. Um trabalho e tanto para a equipe de 12 estilistas e costureiras, incluindo a própria Solaine e a filha Camila.

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As filhas e a mãe estilista | Foto: Mateus Bruxel

A parte final é o orçamento. Solaine rabisca duas opções, a segunda 20% mais cara do que a primeira, se baseando em diferentes matérias-primas para o modelo escolhido. Vira então o papel e mostra para as clientes, que se debruçam sobre ele como se observassem a um bebê no bercinho, antes de chegarem a um veredito. Após um rápido movimento de cabeças entre mãe e filhas, o orçamento é aprovado. A conta é recolhida por Solaine, dobrada, posta em um envelope e entregue às clientes. O setor financeiro entrará em contato com a família para acertar as condições de pagamento.

O valor alcança com facilidade a casa dos cinco dígitos, mas não inflaciona tanto quanto poderia, afirma Solaine. Ela me confidenciaria depois:

– Pela satisfação delas na prova dos modelos, eu tenho certeza de que, se cobrasse 30% a mais por esse vestido, elas comprariam igual. Mas seria uma desonestidade minha ajustar o preço ao contentamento da cliente. E faço vestidos mais acessíveis, também, se o desejo da noiva é um modelo mais simples. É uma pena que algumas meninas deixem de fazer comigo porque presumem que é caro e depois acabam se decepcionando com outras opções do mercado. Mas paciência.

Por fim, mãe e filhas se despedem. A própria Solaine as acompanha até a porta. Discretamente, caminha até a vitrine observa o trio descendo as escadas por alguns segundos.

– Olha ali. Saíram se abraçando – diz a estilista.

Missão cumprida. Mais um sonho está prestes a ser costurado.

Carinho materno, por Patrícia Pontalti

Conheci Solaine numa dessas enrascadas em que a gente se mete quando trabalha em uma revista e inventa gincanas para si mesmo. Foi lá por 2000. Era editora de moda de Donna e tinha criado um editorial de noivas para fotografar em um prazo apertadíssimo. Precisava de vestidos que saíssem do convencional, que pareciam existir apenas na minha imaginação, já que não encontrava nada que de fato traduzisse meu desejo pelo novo da época. Ansiosa que sou, já estava sem dormir, até que alguém indicou Solaine. Questionei: Mas ela não é muito clássica?. E a pessoa respondeu: Ela é você.

Marquei uma hora na disputada agenda de Solaine e fui recebida com carinho materno: ganhei café, chá, biscoitinhos e um papo maravilhoso de moda e, melhor, de vida. Solaine mostrou o primeiro vestido que fez, um modelo lindo e romântico, orgulhosamente exposto em uma vitrine, mas que poderia já fazer parte do tal editorial. Eu propus isso para ela – e ela apenas riu.

Em uma conversa sem pressa que em nada remetia à correria profissional dessa estilista disputada, ela foi me decifrando sem eu mesma me dar conta. Nem precisei falar o que eu procurava para fotografar. Depois de uma hora de um tête-a-tête, entrei em uma sala forrada de vestidos do teto ao chão. Por lá, no seu habitat, Solaine mexia habilmente nas araras brancas, resgatando peças aqui e acolá, falando com ela mesma, enquanto montava e desmontava novos vestidos: “Esta saia com este top, neste eu tiro esta parte, neste aqui coloco volume, neste eu tiro”. Nem 10 minutos e voilà: estavam ali os vestidos que habitavam minha mente, frescos, diferentes, construídos com uma precisão singular. E eu sequer tinha explicado a proposta.

Por que contei tudo isso? Ora: resume a essência de Solaine, dona de uma sensibilidade que interpreta sonhos, que transforma os desejos no vestido mais lindo que alguém já usou. E não importa se você é romântica, minimalista, sensual ou clássica: Solaine tem um dom, cada vez mais raro em tempos de e-commerce, de ver além da silhueta, da euforia, da ansiedade. Embora novos nomes de muito talento tenham surgido no mercado, o de Solaine é sinônimo de excelência e de um carinho que só vai sentir quem sentar com esta mulher e ouvir um pouco de sua história e de sua sabedoria – e fizer um vestido com ela, como eu mesma já fiz.

Ter um vestido de noiva Solaine Piccoli, não importa se a gente é tradicional ou moderninha, é muito mais do que vestir uma roupa, é vestir a sensação de ser a mulher mais importante do universo naquele momento. E não é o que todas nós desejamos? Pois é o que Solaine faz pela gente – e ainda tem café e bolinho.

 

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