Agências divulgam supostas fotos da iraniana Sakineh em casa

Segundo ONG, mulher condenada a apedrejamento no Irã teria sido libertada

Grande parte das fraturas por estresse repetitivo se deve a um súbito aumento da carga horária dos treinos
Grande parte das fraturas por estresse repetitivo se deve a um súbito aumento da carga horária dos treinos Foto: Diego Redel

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As agências de notícias internacionais France Presse e Associated Press divulgaram na noite desta quinta-feira supostas fotos da iraniana Sakineh Mohammadi-Ashtiani. Ela foi condenada à morte, mas teria sido libertada, segundo anúncio do Comitê Internacional contra Apedrejamento, que tem sede na Alemanha.

As imagens, distribuídas pela TV estatal do Irã, a Press TV, mostrariam Sakineh nos dia 4 e 5 de dezembro na casa dela. As agências alertaram, no entanto, que não conseguiram verificar se a fotos são verídicas, de acordo com o site G1.

Em uma das imagens, ela aparece ao lado do filho, Sajjad Ghaderzadeh. Ele e o advogado Hotan Kian também teriam sido soltos.

A presidente do comitê, Mina Ahadi, disse à France Presse que ainda aguarda a confirmação, mas teria recebido a notícia do Irã de que eles foram libertados:

? Recebemos do Irã a informação de que estão livres.

Sentença

Sakineh foi condenada à morte por dois tribunais diferentes em 2006 por adultério e cumplicidade no assassinato do marido. Em 2007, a pena foi reduzida a 10 anos de cadeia, mas a sentença de apedrejamento foi confirmada por outro tribunal de apelação.

Em julho, o caso se tornou conhecido e causou protestos no Ocidente. O presidente Lula tentou interceder por Sakineh ao conversar com o presidente do Irã, Mahmud Ahmadinejad, para que ela fosse recebida no Brasil. Em novembro, Dilma Rousseff também condenou o apedrejamento.

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