Artigo: Como diferenciar sonhos e metas e utilizá-los positivamente?

Diferenciação é importante para direcionar melhor o que se quer realizar na vida

Novos papais precisam descobrir que compartilhar tarefas pode ser crucial para estreitar o vínculo com o recém-nascido
Novos papais precisam descobrir que compartilhar tarefas pode ser crucial para estreitar o vínculo com o recém-nascido Foto: Novo Conceito, Divulgação

Existe uma grande diferença entre sonhos e metas e é importante termos essa consciência para direcionarmos melhor o que nos propomos a realizar na vida. Sonhos tendem a ser fora de foco e não específicos, mas podem ser transformados em metas. Para isso, devemos levar em consideração alguns fatores essenciais para a sua construção. A elaboração de uma meta é um planejamento estratégico.

É importante definirmos metas a longo prazo. Quando pessoas como Walt Disney, Albert Einstein e Benjamim Franklin, grandes visionários, foram modelados e estudados, foi observado que eles tinham metas a longo prazo bem elaboradas, sabiam exatamente para onde estavam indo e qual era a contribuição para o sistema maior.

Ao estipularmos uma meta a longo prazo, temos uma direção a seguir, sabemos onde queremos chegar e isso fica dentro de nós, nos estimulando e lembrando. Mesmo se algo acontecer, fica mais fácil realinhar a meta rapidamente, pois sabemos aonde queremos ir.

Para definirmos essas metas, precisamos ter como base as necessidades humanas: desenvolvimento pessoal, saúde, lazer, finanças, relacionamentos, espiritualidade, ambiente e carreira. Com base nisso, podemos estabelecer o que queremos em cada uma dessas áreas e, assim, definir metas menores e de médio prazo para serem a base das metas de longo prazo.

Pessoas que não estabelecem metas em suas vidas não sabem para onde querem ir e ficam à mercê de qualquer coisa que aconteça no ambiente. Essa falta de direção as expõe a inúmeros problemas como tristeza, depressão, desânimo, desmotivação, entre outros. Qual o motivo disso? Quando não temos metas a longo prazo, não sabemos para onde queremos ir, então, nossa mente, responsável por nossos pensamentos, não tem pensamentos fortalecedores que estão conectados a sensações e emoções agradáveis. No momento que algo acontece, a mente não tem como acessar esse programa para um rápido alinhamento e ficamos a mercê do tempo para reverter o processo. A mente que estabelece o foco em dor e dificuldades libera substâncias nocivas para o corpo e, assim, doenças psicossomáticas se manifestam dificultando ainda mais a recuperação.

A programação neurolinguística (PNL) modelou a estrutura da genialidade de grandes visionários e a estratégia que utilizaram para conseguir realizar seus feitos. Através desse estudo, uma metodologia foi desenvolvida para fazermos mais perguntas para nós mesmos e para conseguirmos criar um filme muito vívido do que queremos em nossa mente e o que precisamos fazer para conseguir nos aproximar da meta.

Através de uma metodologia, conseguimos pensar em alguns fatores que não pensaríamos sozinhos. Esta simples atitude expande o repertório de estratégias, técnicas e atitudes.

*Mike Martins é especialista em PNL e Diretor Executivo do  Instituto de Desenvolvimento Pessoal e Profissional (IDEP)

Leia mais
Vídeos recomendados
Comente

Hot no Donna