Brasil integrará conselho executivo da ONU-Mulheres

Entidade tem como missão promover a igualdade de gênero

A capa do livro da polêmica
A capa do livro da polêmica Foto: Reprodução

Brasil, Angola, Cabo Verde e Timor-Leste estão entre os paises lusófonos no Conselho Executivo da ONU-Mulheres, a nova instituição da organização que desde janeiro substituirá quatro agências que cuidam da agenda feminina nas Nações Unidas.
  
Os quatro países estão ao lado de mais 37 nações com mandatos de dois e três anos na nova instituição que entrará em vigor no dia 1º de janeiro de 2011 e é liderada pela ex-presidente do Chile, Michelle Bachelet.
  
A ONU-Mulheres tem como missão promover a igualdade de gênero e a autonomia feminina em todo o mundo.
  
A eleição foi realizada com base no critério regional alocando dez vagas para a África e dez para a Ásia. América Latina e Caribe, e a Europa do Leste dividiram outras dez posições.
  
A Europa Ocidental obteve seis vagas e outras seis foram para países contribuintes, entre eles a Arábia Saudita, a Noruega e a Grã-Bretanha. A participação do Irã foi rejeitada pela Assembleia da ONU.
  
A nova agência terá um orçamento de US$ 500 milhões, equivalentes a R$ 825 milhões. A quantia é o dobro do que é atualmente destinado a quatro agências que até o final do ano cuidam da agenda feminina nas Nações Unidas.

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