Brincar é uma poderosa atividade para manter a saúde dos pets

Hábito controla a obesidade e o estresse do seu animal de estimação

Atriz acha que as mulheres devem dar mais atenção aos maridos
Atriz acha que as mulheres devem dar mais atenção aos maridos Foto: Divulgação, Imagem Filme

Seja para gastar energia ou para divertir, as brincadeiras estabelecem uma relação de confiança e afetividade entre o dono e o animal de estimação e evitam problemas como estresse e obesidade, dois dos principais males que atigem os pets das grandes cidades

Cães são animais muito sociáveis. Gostam de brincar e de ter a companhia de outros bichos para não se sentirem sozinhos. Ainda que o espaço seja restrito, principalmente aos pets que vivem em apartamentos, a brincadeira é indispensável para uma vida saudável.

Ainda filhotes, é pela brincadeira que o animal de estimação percebe o mundo, desenvolve confiança com o dono e aprende regras e limites para a convivência. Além do equilíbrio, o pet desenvolve a atenção e pode adaptar-se mais facilmente à rotina da casa, quando a brincadeira faz parte de seu dia-a-dia.

Com a domesticação dos animais e o abandono da vida em bando, cães e gatos passaram a ficar muito mais tempo sozinhos. Os donos de animais de estimação, pela rotina atribulada, também já não dispõem de muito tempo para dedicar aos seus amiguinhos fiéis.

Dessa falta de atenção e da prática de brincar podem surgir problemas comportamentais, como o de roer rodapés, fazer xixi em lugares inadequados, além da obesidade.

As brincadeiras ou os exercícios periódicos não podem ser considerados apenas uma diversão para cães e gatos. Durante a prática de exercícios, nota-se uma melhor qualidade no convívio entre pets e seus donos, maior gasto de energia e o fortalecimento da musculatura, prevenindo o estresse, a obesidade e até mesmo problemas articulares na fase senil.

O estresse pode ser observado por pequenas alterações no comportamento do animal, como a recusa do chamado do dono ou até mesmo de um petisco. A obesidade, por sua vez, pode ser verificada pelo teste de apalpação das costelas. Nesses casos, o ideal é procurar o médico veterinário para um diagnóstico preciso e um tratamento adequado.

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