Chapéu de caubói vira mania nas praias

Moda é importada da Califórnia e de Punta

Zilá Castellarin curte o sol com o rosto protegido pelo chapéu
Zilá Castellarin curte o sol com o rosto protegido pelo chapéu Foto: Daniel Marenco

Nascida na Califórnia e importada via Punta del Este, uma moda está disseminada na areia das praias do Sul nesta temporada.

O chapéu de caubói se tornou acessório praiano das mulheres para se proteger do sol em grande estilo. A passagem pelo país da cantora americana Madonna, que inclui o artigo em seu guarda-roupa, também contribuiu para popularizar a proteção à moda country entre veranistas como Fernanda Baggio, 35 anos, e Zilá Castellarin, 26 anos.

– A Madonna lançou a moda há alguns anos, mas ainda usa. No ano passado, vi muita gente usando lá em Punta. Aqui no Rio Grande do Sul estavam começando a usar, mas agora virou moda mesmo – afirma Zilá, que veraneia em Atlântida (RS).

Atlântida é o principal ponto do Rio Grande do Sul de difusão dos chapéus. Nas proximidades da plataforma marítima, onde costumam se reunir algumas das veranistas mais estilosas do Litoral Norte, deixam os bonés e outros tipos de chapéu em desvantagem.

O acessório tomou as cabeças mesmo de quem não tem na cantora Madonna uma referência de vestuário, como a veterinária de Porto Alegre Luciane Borowsky, 34 anos.

– É ótimo para usar na praia e dá até para usar de noite – avalia.

Algumas veranistas importam os seus chapéus diretamente da Califórnia (EUA). É de lá que vieram as duas peças que as amigas Magda Walper e Liliane Ferreira, ambas de 45 anos, resolveram estrear juntas. Liliane ganhou o seu de presente da filha em uma viagem por Santa Barbara e fez uma pequena adaptação na lembrança:

– Cortei as abas com estilete, porque estavam um pouco grandes demais para o meu gosto.

Magda comprou o seu em Los Angeles e o trouxe na bagagem para usar em Atlântida. Mesmo em Torres, no extremo do Litoral Norte, a moda alcança adeptas.

– Moro em Roma, mas antes de vir para a praia passei em Porto Alegre e comprei o chapéu – diz a psicóloga Juliana Seger Sanvicente, 29 anos, que deverá levar a lembrança do verão de 2009 para a Europa ao final das férias.

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