Cirurgiões plásticos usam células-tronco a favor da beleza feminina

Técnica estrangeira ainda não está disponível no Brasil

Atriz Jennifer Aniston batiza o fenômeno dos cabelos de mulheres "camaleoas"
Atriz Jennifer Aniston batiza o fenômeno dos cabelos de mulheres "camaleoas" Foto: Divulgação

Mulheres que sonham com seios fartos buscam as alternativas para tal resultado em cirurgias plásticas. Normalmente, as pacientes recorrem à mamoplastia de aumento, também conhecida como cirurgia da prótese da mama. Entretanto, com o avanço da medicina, o aumento dos seios pode ocorrer com o uso de células-tronco adultas.

A técnica realizada em países como Áustria e Japão retira células-tronco da gordura da própria paciente depois de uma lipoaspiração. Em seguida, elas são separadas em laboratório e misturadas com a outra parte da gordura que foi aspirada.

O material colhido é injetado nas mamas, fazendo com que ganhem volume. As células-tronco se dividem e dão origem às células semelhantes à progenitora. Como o corpo pode absorver uma parte da gordura, às vezes é preciso repetir o procedimento para atingir a um resultado satisfatório.

No Brasil a técnica ainda não está liberada, porém resultados com as células-tronco adultas já são utilizadas em pesquisas e algumas terapias, com grandes avanços.

De acordo com o médico Carlos Alexandre Ayoub, diretor do Centro de Criogênia Brasil, além do aumento dos seios, a técnica pode ajudar em outros procedimentos.

– As células-tronco poderão ser usadas para retirada de rugas, eliminação de cicatrizes, manchas e sinais.

Na Espanha, o método é usado há algum tempo para reconstrução de mamas em pacientes com câncer, e de forma bastante segura, sem risco de rejeição.

As células-tronco são a grande aposta da medicina atual, porque ao se dividirem podem se transformar em qualquer um dos 216 tipos de células que formam o corpo humano.

Enquanto a técnica para adquirir seios “turbinados” a partir de células-tronco não é aprovada, os grandes avanços e descobertas no tratamento de doenças, como por exemplo, diabetes juvenil e lesões na medula, são comemorados.

Fonte: Máxima Asssessoria

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