Confira cinco bares e restaurantes extintos que marcaram época na Capital

Alasca, Dona Maria, Birra & Pasta e o Tivoli são exemplos de locais que não sobreviveram ao tempo

Dores atingem especialmente as crianças e jovens com idades entre os 3 e 15 anos
Dores atingem especialmente as crianças e jovens com idades entre os 3 e 15 anos Foto: SXC

Todo mundo tem um restaurante ou lanchonete favorito que já fechou. E eles doem. O golpe mais recente veio para os fãs do Joe’s, a lancheria de estilo norte-americano que apresentou o milk shake aos gaúchos e foi o ponto de encontro da juventude nos anos 1960. Mas a lista de perdas é infindável: o Alasca, o Dona Maria, o Birra & Pasta, o Tivoli, o Treviso, o Bar João, o Mapa da Cidade.

O Caderno de Gastronomia de Zero Hora desta sexta-feira resgata nesta edição cinco desses bares e restaurantes que marcaram época mas não sobreviveram ao tempo, símbolos da vida de Porto Alegre e de seus habitantes em cada uma das décadas desde os anos 60.

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A busca poderia ter ido ainda mais longe. Na primeira metade do século 20, quando ainda resistia o hábito das refeições em casa, não eram restaurantes e lanchonetes, mas confeitarias que cumpriam o papel de centro da vida social (na foto, um bloco carnavalesco na Confeitaria Rocco nos anos 1930).

Em 1950, quando a cidade chegou aos 394 mil habitantes, o chique eram as confeitarias de inspiração alemã, ao longo do eixo da Rua da Praia. A jornalista Celia Ribeiro recorda esse tempo:

— Porto Alegre era um ambiente europeu. As confeitarias buscavam inspiração nas da Alemanha e da França. Eram o lugar das mulheres elegantes, que iam ao chá da tarde usando chapéus. As confeitarias eram o ponto de encontro.

Leia a reportagem completa na edição de Zero Hora desta sexta-feira.

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