Cresce participação feminina em parlamentos da América Latina

Presença das mulheres chegou a 18% em 2008, contra 8% em 1990

A governadora gaúcha Yeda Crusius e a ministra-chefe da Casa Civil Dilma Roussef são exemplos de mulheres na política brasileira
A governadora gaúcha Yeda Crusius e a ministra-chefe da Casa Civil Dilma Roussef são exemplos de mulheres na política brasileira Foto: Antonio Paz, Palácio Piratini

A proporção de mulheres nos Parlamentos da América Latina passou de 8% em 1990 a 18% em 2008, segundo a Comissão Econômica para a América Latina e o Caribe (Cepal).

A participação feminina nos gabinetes ministeriais durante os três últimos períodos presidenciais aumentou de 13% para 27% no final de 2006, de acordo com dados divulgados por ocasião do Dia Internacional da Mulher, comemorado neste domingo.

Por outro lado, a proporção de mulheres prefeitas na região permaneceu estável, ao passar de 5% em 1998 até 6,8% em 2008, de acordo com o organismo da ONU, que realizou uma pesquisa com as mais de 400 líderes da região.

Os resultados indicam que 69% dos homens e 92% das mulheres consideram que devem ser adotadas medidas legais como instrumentos para alcançar a paridade política, e, para isso, as leis de cotas são aprovadas por 65% dos homens e 88% das mulheres.

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