Em Comer, Rezar, Amar, que estreia hoje, protagonista procura por novas experiências em 3 países

Adaptado de best-seller, filme conta história verdadeira de escritora americana

Durante sua estada na Itália, Elizabeth (Julia Roberts) não resiste ao pecado da gula
Durante sua estada na Itália, Elizabeth (Julia Roberts) não resiste ao pecado da gula Foto: Divulgação

Chega aos cinemas hoje a adaptação do livro de memórias Comer, Rezar, Amar, de Elizabeth Gilbert. A obra ficou 180 semanas na lista de mais vendidas do jornal americano The New York Times, com mais de 4 milhões de exemplares comprados.

No filme, que leva o mesmo nome, quem interpreta a escritora, que atravessa o mundo na tentativa de sanar suas crises existenciais, é Julia Roberts, em um papel que parece ter sido feito sob medida. Ela atua acompanhada de um elenco estrelado.

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Data-limite para participação: 8 de outubro de 2010.

O longa começa no momento em que o casamento de Elizabeth está a ponto de terminar.Insatisfeita com seu imaturo marido (Billy Crudup), ela pede o divórcio. Sem ter onde morar, e confusa quanto ao que fazer, Liz se envolve com David (James Franco), mas é questão de tempo para que o romance caia na rotina.

Liz parte em uma jornada rumo a novas experiências e, principalmente, ao autoconhecimento. Sua primeira escala é em Roma e Nápoles, na Itália, onde não viverá nenhum affair, mas fará bons amigos e aprenderá a se divertir. O sentimento de culpa por comer bem fica para traz em meio a massas e pizzas.

De lá, ela parte para a Índia, onde “se interna” num retiro espiritual hinduísta. Com a ajuda do guru Richard (vivido pelo ótimo Richard Jenkins), ela irá enfrentar – e, eventualmente, sanar – suas feridas sentimentais mais profundas. Processo fundamental para a etapa seguinte, que é ir para Bali (Indonésia), conhecer seu próximo grande amor, na pele do galã espanhol Javier Bardem, queinterpreta um brasileiro naturalizado australiano que está curando as mágoas de um divórcio.

No desempenho do personagem, Bardem fala um portunhol tacanho, mas sua presença serve de pretexto para que o papa da bossa nova, João Gilberto, e sua filha, Bebel, marquem presença no filme.

Além da fotografia deslumbrante, vale ficar atento à trilha sonora, com músicas de Neil Young, Pearl Jam e Sly & the Family Stone. O filme peca pelo excesso de questões existenciais que aborda e pelo argumento raso com que a protagonista supera suas frustrações. Mas Julia Roberts convence ao representar os dilemas da mulher contemporânea.

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