Especialistas mostram o que fazer quando se acorda naquele fatídico “dia do cabelo ruim”

O famoso "bad hair day" prejudica o dia de mulheres de fios lisos e crespos

Descubra três técnicas que prometem fazer sucesso nas cabeças das mulheres no verão
Descubra três técnicas que prometem fazer sucesso nas cabeças das mulheres no verão Foto: Stock Photos

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Toda mulher sabe o que é acordar e notar que o cabelo simplesmente não está num dia bom. Em inglês, há a famosa definição: bad hair day (dia do cabelo ruim). Em qualquer idioma, uma coisa é certa: o mau humor impera e a primeira impressão é de que nada pode resolver o problema. Se à noite for preciso enfrentar uma festa, então, a situação se agrava e o look estará todo comprometido.

Por isso, fomos atrás de especialistas no assunto, entre cabeleireiros, coloristas e vítimas que já experimentaram de tudo, para mostrar como é possível mudar o destino das madeixas em dias fatídicos.

Cabelo muito armado, franja de pé, alto da cabeça embolado, pontas espigadas… A cabeleireira Vera Mosconi garante que dá até para tirar proveito de qualquer situação.

? Está na moda um penteado mais soltinho, meio despenteado, então uma boa saída é prender o cabelo, sem precisar ficar certinho ? aconselha. ? Pode ser uma trança lateral, por exemplo. É uma ótima pedida, porque é rápido e fácil de fazer.

Segundo Vera, uma simples faixa também pode salvar o visual, prendendo a franja para trás em dias ruins. Aqueles grampinhos pretos e presilhas são ainda aliados imprescindíveis para atravessar esse momento.

Quem sabe bem disso é a produtora de eventos Marina Garcia, uma amante dos tais grampos, que tem uma teoria sobre o bad hair day.

? Não necessariamente se acorda com o cabelo desajeitado, mas ele pode se transformar ao longo do dia. Ele tem vida própria! ? brinca. ? Uma caixa de grampos na bolsa resolve boa parte das vezes. Gosto de prender a parte da frente, puxando para trás. Como eles desaparecem no cabelo, nem precisa se grilar se combinam ou não com a roupa.

Para a juíza Glória Lima da Silva, manter a boa aparência é fundamental para o dia a dia. Por isso, ela conta com outro tipo de acessório: as perucas. Nada de preconceito. Entre os seis modelos que já comprou, três são de apliques de rabo de cavalo, de estilos diferentes ? um mais liso, outro mais encaracolado e o terceiro, um corte repicado. Ela diz que, até hoje, ninguém notou quando precisou lançar mão de um deles.

? Não tem erro. Estico tudo para trás, prendo o aplique e uso como rabo de cavalo, trança ou coque ? explica. ? Minha intenção não é mudar o visual, é só melhorar. E os apliques já me salvaram diversas vezes.

O assunto é tão sério para a administradora Angélica Martins que ela resolveu extravasar e dividir as boas experiências na internet. Há sete meses, criou o blog “Bad hair day no more” (ou “Dia do cabelo ruim nunca mais”, no endereço http://badhairday nomore.blogspot.com). A mineira escreve sobre produtos e métodos que funcionaram ou não com ela. Isso depois, claro, de atravessar muitos dias difíceis por culpa das madeixas.

? Tem gente que acha que basta lavar, mas não é o suficiente para sobreviver a um dia assim ? diz. ? Tenho cabelo liso, então, o que funciona para mim é fazer um penteado, criando ondas para dar um ar mais alegre. E muito spray.

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