Festas label, produzidas de maneira independente, ganham espaço na noite da Capital

Eventos acontecem em casas noturnas da cena alternativa de Porto Alegre

Discotecagem é mais importante que lugar da festa
Discotecagem é mais importante que lugar da festa Foto: Divulgação

Antes a proposta era fazer festa, sair à noite, em uma ou outra danceteria. Agora é a festa, batizada com nomes espirituosos, que leva gente a determinado lugar. São as chamadas festas label. E os nomes são bons mesmo: Popismo, Fantastika, Punkadão, We are Golden, Freak!, Late Bar e por aí vai, os temas são livres.

>>> Leia em ZH Donna deste domingo entrevista com produtores independentes de festas label da Capital.

Festa para ser completa, nestes moldes, precisa de DJ, com escolhas afinadas com a proposta da noitada. A formatação prevê ainda o uso de muita mídia social para “bombar” o evento e chamar público. Flyers caprichados, especialmente impressos para cada edição, também são feitos. Tudo sem esquecer as “atrações extras”, como prêmios e brindes.

Máximas de uma festa label

:: Não existe lista VIP. É feita uma “lista amiga”, com os frequentadores mais fiéis e amigos dos produtores.

:: Nada de cercadinho VIP ou camarote. Muito menos pulseirinha VIP. Todo mundo curte a mesma pista de dança.

:: Nada de superprodução, ou visual muito carregado. A graça está em se vestir adequado com a proposta da noite. Personalidade é a máxima entre este público.

:: Ingressos para homens e mulheres são vendidos ao mesmo preço, sem discriminação.

:: Todas as festas são gay friendly.

:: Hostess, ou recepcionistas, ficam na porta da festa, controlando a “lista amiga”, mas não barram frequentadores.

:: Não existe consumação. O preço para entrar é o do ingresso e cada um paga o que consome.

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