Indústrias de underwear promovem evento de novidades em Gramado

Roupa íntima também é moda: saiba mais sobre este mercado em crescimento

Foto: Anderson Zimmermann

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As vitrinas das lojas comprovam: a diversidade da moda íntima feminina e masculina é cada vez maior. Tanto para seduzir, quanto para vestir confortavelmente ou diversificar, as lingeries atraem novos públicos, ampliando um mercado que deixou de ser básico.

Na Feira Nacional da Indústria da Moda (Fenim), que abre hoje em Gramado, as fabricantes brasileiras de underwear ocupam um salão especial. São pelo menos 60 expositores que se dedicam exclusivamente aos consumidores que se importam com o que vestem por baixo da roupa.

? Esse é um dos mercados que mais têm crescido no país. É um tipo de produto que expandiu o consumo, o poder agregado e o portfólio ? afirma Fernando Pimentel, diretor superintendente da Associação Brasileira da Indústria Têxtil e de Confecção (Abit).

Conforme dados da entidade, o segmento de moda íntima movimentou no ano passado R$ 5,45 bilhões, com a média de 865 milhões de peças vendidas ao ano. E a venda do underwear tem conquistado espaço também no mercado externo. A moda íntima masculina e feminina brasileira, famosa pela inovação e formas diversificadas, gerou em torno de US$ 20 milhões ao setor no ano passado.

Mundo pet

A moda íntima vai além das peças básicas de lingeries ou cuecas e veste também na hora de dormir. Apostando em coleções de pijama para toda a família, a paranaense Recco têm crescido em média 20% ao ano nos últimos três anos. Entre as novidades, a marca veste também cachorros com os petjamas. Isso mesmo, pijamas para cachorros, que chegarão ao mercado com preços médios de R$ 35.

Outra aposta é nas peças que podem ser vistas nas ruas, usadas à noite e também no dia. Camisas de charmeuse, que imitam seda, poderão ganhar as ruas no próximo outono/inverno, mesmo sendo produzidas como pijamas.

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