Lulu, o aplicativo em que mulheres dão notas para homens, é lançado no país

Em uma semana, ele já está entre os 15 programas mais baixados na iTunes Store brasileira

App mostra avaliações de homens feitas por usuárias
App mostra avaliações de homens feitas por usuárias Foto: Reprodução

Um milhão de mulheres nos Estados Unidos já estão construindo coletivamente um banco de notas acerca de homens com quem já tiveram algum tipo de relação – de amizade ou amorosa. O aplicativo Lulu é criação de uma descendente de jamaicanos e chineses que trabalhava em uma empresa de mobile em Londres e, com o grupo de amigas, decidiu que precisava saber um pouco mais sobre os pretendentes antes de sair com eles. Depois do sucesso no mercado estrangeiro, a empresa entra com uma forte campanha de marketing no Brasil, um público sempre promissor para os negócios em redes sociais. O lançamento oficial só acontece no dia 28 de novembro, mas o app já está disponível gratuitamente nas lojas virtuais GooglePlay e iTunes Store para usuários de Android e iOS.

Funciona assim: a mulher baixa o app no seu smartphone. Ao permitir acesso à sua conta de Facebook, passa a enxergar imediatamente todos os seus amigos que estão na rede social, alguns deles já com notas dadas por outras usuárias. A mulher escolhe (selecionando a foto ou buscando pelo nome) o homem que quer avaliar e responde um questionário com perguntas divertidas – como “Se as piadas dele fossem dinheiro, você estaria…” – e, no final, o sistema calcula uma nota que vai estampada na foto do sujeito na rede.

Tanto as avaliações, quanto as visualizações e demais atividades permitidas pelo programa são totalmente anônimas, identificadas apenas pelo nível de relação com o pretendente (ex-namorada, amiga, ficante) que a usuária selecionou. Os homens não podem escolher entrar no sistema, estão lá automaticamente. Mas podem pedir para serem retirados do banco de dados baixando o app, que identifica o gênero de quem fez o download pelo link com o Facebook. Também é possível pedir pra sair acessando o site do Lulu.

Alexandra Chong, a criadora e CEO do Lulu, diz que a ideia é divertir as mulheres, mas também criar um sistema “que as ajude a tomar decisões mais inteligentes”. Nos EUA, a equipe de marketing da empresa visita universidades e faz ações offline para incentivar as usuárias a alimentar a rede. No Brasil, segundo a assessoria de imprensa, deve acontecer o mesmo nos próximos meses.

Para quem já está usando o Lulu, a parte divertida é acompanhar o desempenho dos conhecidos – em maior ou menor nível – no aplicativo. Além do questionário, também é possível atrelar hashtags aos garotos. Elas já são prontas e a mulher só precisa selecionar. As tags são bem humoradas, como #copomeiocheio (para os otimistas), #nãoébabaca, #fazinvejanasinimigas, #filhinhodamamãe, #aiseeutepego, entre outras. Para acompanhar as novas avaliações que chegam para o homem de interesse, é só adicioná-lo aos favoritos.

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