Mulheres bonitas têm mais dificuldade para arrumar um emprego

Conclusão é de pesquisa feita por economistas da Universidade de Bem-Gurion, em Israel

Para os pesquisadores, não há dúvidas de que as mulheres belas sofrem preconceito no mercado de trabalho
Para os pesquisadores, não há dúvidas de que as mulheres belas sofrem preconceito no mercado de trabalho Foto: Stockxpress

Até que ponto a aparência interfere na carreira? Para economistas da Universidade de Bem-Gurion, em Israel, a resposta depende do sexo. Mulheres bonitas têm mais dificuldade de arrumar um emprego, enquanto os homens bonitos conquistam vagas com mais facilidade.

No estudo, 5.312 currículos foram enviados para 2,6 mil empregadores. Dois currículos praticamente idênticos foram mandados para cada empregador. A única diferença entre eles era uma foto do candidato, prática comum em alguns países. Algumas fotos mostravam homens e mulheres lindos, outras homens e mulheres de aparência mediana.

De acordo com os resultados, um homem bonito precisa mandar, em média, cinco currículos para conseguir marcar uma entrevista. Um homem de aparência mediana precisa enviar 11 para obter o mesmo retorno. Entre as mulheres, aquelas com aparência mediana conseguiram cerca de o dobro de entrevistas do que as mais bonitas.

Para os pesquisadores, não há dúvidas de que as mulheres belas sofrem preconceito no mercado de trabalho. Após os resultados, eles consultaram cada uma das empresas que recebeu os currículos. Segundo eles, o levantamento indicou que a área de recursos humanos de uma empresa costuma ser praticamente toda feminina. A maioria das funcionárias responsáveis pela seleção têm entre 23 e 34 anos e são solteiras. Por medo de competitividade, elas conscientemente ou inconscientemente rejeitam mulheres mais bonitas do que elas.

Enquanto a foto no currículo masculino remetia à autoconfiança, seriedade e compromisso, as fotos femininas geraram um impacto negativo. Para os consultores de RH, as fotos das mulheres estavam associadas a “autopromoção e arrogância”.

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